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Como encontrei a paz interior

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Durante muito tempo busquei a tão sonhada paz interior. Depois de alguns anos finalmente entendi que nada faz sentido se eu não estiver bem por dentro. O desafio é que a jornada que enfrento todos os dias para alcançá-la.

Para alguém que sempre precisou de aprovação pra sentir paz interior, era um conceito quase incessível pensar em fazer as coisas sem olhar pra trás. Sempre fui muito comedida com as minhas atitudes porque minha mãe me ensinou a pensar um milhão de vezes antes de fazer qualquer coisa. O medo de que algo saísse do controle foi algo constante na minha adolescência e ainda é. 

O fato é que não dá pra viver pensando qual será o próximo buraco que nos fará tropeçar, e é simples entender porque: nem sempre temos controle das coisas. É tudo muito imprevisível. Podemos nem estar aqui amanhã. A vida, assim como o amor, é um jogo de azar. Em um momento tudo está bem e no outro as coisas vão por água abaixo.

Como encontrei a paz interior

Por isso, precisamos estar bem conosco. Esta é a razão pela qual a paz interior é importante. Diante dos desastres inesperados da vida precisamos ter força para prosseguir. A atitude de consultar os sentimentos, de entender as vontades, reconhecer as limitações, considerar as possibilidades, nos faz mais seguros para tomar decisões, mudar atitudes nocivas e assim transformar nossas vidas. 

Quando depositamos nossa felicidade e bem estar nas mãos de outra pessoa, estamos a mercê das vontades dela. Ao mesmo tempo que esta pessoa deseja que você seja feliz, ele está mais interessada na própria felicidade.

Gente que se ama tem luz própria; amor pra dar. Gente que está em paz atraí mais gente decidida. E então o ciclo de amizades e referências será repleto de inspiração e força. E vamos combinar que todos nós precisamos disto, né?

Como encontrei a paz interior

Foi vivendo um dia de cada vez e me permitindo errar que aprendi quem eu sou. Foi tentando errar menos que me motivei todos os dias a me fazer melhor pra mim e para os outros. É ouvindo minha intuição e respeitando meus instintos que entendo quando algo me incomoda e busco ao máximo ser honesta para reconhecer quando algo não me faz bem.

Por fim, tenho perdido aos poucos o medo de desagradar os outros. Minha maior preocupação agora é agradar a mim mesma e ser cada vez melhor para as pessoas ao meu redor.

Mágico é ter a alegria de ser quem é. É saber que mesmo com todos os defeitos e problemas ser você é a melhor parte. Tomar as próprias decisões, ter autonomia sobre o próprio corpo, amar a si mesmo, é a maior libertação que um ser pode vivenciar para alcançar a tal paz interior.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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A fragilidade da vida 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Semana passada foi a rainha das notícias trágicas. Uma pior que a outra. Vocês mesmo podem fazer esse apanhado. Não preciso enumerar mais tragédia por aqui, não é mesmo? Essas fatalidades (ou não) me fizeram refletir sobre a vida e suas questões. Sabe aquelas reflexões que a gente faz de vez enquanto e que chegam a desesperar? Estou a beira de uma delas.

A vida é frágil e não espera por ninguém. A gente nunca sabe o que vem a seguir. Um acidente? Uma morte na família? Uma deficiência? Um atentado terrorista? Um estupro coletivo? Algumas coisas fogem ao nosso controle, e a gente só percebe o valor de cada uma delas quando perde. É aquele famoso ditado: a gente só lembra que tem cabeça quando ela começa a doer. E o mesmo equivale pra vida; só lembramos que temos uma quando alguém a perde do nosso lado.

E porque temos que esperar tanto pra perceber que o que temos é valioso? Eu sei que pode parecer cruel nessa altura do campeonato, mas comecei a agradecer pelas tragédias que não passei. E juro que isso não é falta de empatia, nem falta de vontade de salvar as pessoas de suas mazelas. É só que eu me permiti olhar pra minha vida e me sentir grata por cada pedaço de mim. A minha saúde mental, física, pelo meu desenvolvimento espiritual (e Deus sabe o quanto tô tentando nesse aspecto) pelas pessoas que me cercam, o alimento na minha mesa, a minha cama quente, a minha família, a oportunidade de trabalhar com o que amo… A lista é gigantesca!

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Mudando o lugar. Mudando o tempo. Mudando os pensamentos. Mudando o futuro.

E por quê estou falando essas coisas pra vocês? Porque a correria do dia a dia engole a gente. Muitas vezes a gente come o almoço frio mesmo pra não “perder tempo esquentando a marmita” enquanto muitos nem comida tem. Quando na velhice, essa marmita fria vai ser mais um tiro no pé da nossa saúde.

Eu decidi que não quero perder minha vida correndo atrás de acumular coisas. O tempo passa rápido, e não me espera. O que me importa agora são as experiências que tenho, as pessoas que conheço, os lugares que visito, as histórias que junto ao meu portifólio. Descobri que amo amar as pessoas. AMO de verdade aquela emoção de ter um amigo e poder contar com ele. Não vou economizar tempo no amor ou fazendo o charminho pro jogo de “quem disser eu te amo primeiro perde”. Esse não é o meu lance. Não tenho tempo pra perder com charminho. Com gente que fala uma coisa quando quer dizer outra. Esse tipo de coisa gasta nosso tempo, nossa saúde, nossa fé na vida.

Meu conselho hoje é: seja honesto! Com você mesmo e com os outros. Seja grato! Pelas menores coisas e pelas gigantes também. Só aí estaremos prontos pra ver milagres diários. Não se esqueça que a vida é frágil e que ela pode se quebrar em um piscar de olhos. Valorize sua vida!

Créditos: Imagens retirada do tumblr. Tanto a imagem em destaque quanto a imagem no meio do post.

Beeeijos e até a próxima! 😉