resenha


Linha da Soft Hair e volume para cachos tipo 3

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Muitas resenhas já passaram por este blog e eu sempre comento como sou louca com volume. Quando recebi a linha Cachos Tipo 3 da Soft Hair, meus olhos brilharam! Fazia muito tempo que eu queria testar e eu não deixaria passar a oportunidade de contar a vocês o que achei.

A Soft Hair desenvolveu uma linha especial para cada tipo de cacho e a primeira promessa é o volume. Me chamou a atenção o fato das embalagens serem “magrinhas” e coloridas. Cada linha tem sua cor especial e uma bonequinha que a representa.

Na linha Cachos Tipo 3, são contempladas o 3A, 3B, 3C e também quem está passando pela transição.

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Girlboss: por uma outra perspectiva (alerta de spoiler) 3 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Muito se ouviu falar sobre a nova série do Netflix, Girlboss. Não sei vocês, mas eu corri pra ler todas as resenhas a respeito, porque já estava louca com o tal livro rosa que viralizou o termo mais usado para representar o #girlpower ultimamente, e tudo isso falando de moda. Um prato cheio para mulheres modernas emponderadas, certo? Bom… Talvez nem tanto!

Ok, mas disso a gente sabe, né? Temos resenha do blog Fashonismo, Modices, e váaaarios outros apontando problemáticas muito importantes sobre a personalidade de Sophia e o inicio polêmico da Nasty Gal. Ainda sim, senti a necessidade de trazer meu olhar sobre a série e pontuar algumas coisas que percebi e ainda não foram citadas.

Sinopse

É baseado no livro de mesmo nome que conta a história real da criadora da marca de roupas Nasty Gal. Foi a pioneira no mercado de venda online há 10 anos atrás. Sophia Amoruso é uma garota de 23 anos vivendo em uma apartamento alugado em São Francisco e apesar das dificuldades financeiras, se recusa a voltar pra casa do pai.

Girlboss: por uma outra perspectiva

A menina que nunca cresceu

Sophia não aceita a vida adulta por ser ~aonde os sonhos vão para morrer. Mas que sonhos? Isso não fica explícito na série, então temos exatamente a impressão de uma menina mimada, orgulhosa, que não respeita ninguém. Ela tem o melhor dos dois mundos: entra nas baladas, faz o que “bem entende” da vida, mas quando dá problema, simplesmente varre para baixo do tapete e diz que não está pronta pra assumir tal responsabilidade.

O ponto aqui, é que eu vejo este comportamento muito presente na vida de nós millenials. Fomos ensinados que somos especiais, que devemos fazer o que amamos, que o importante é viver dos nossos sonhos custe o que custar.

Talvez por isso me identifiquei com as crises existenciais que ela tem, o orgulho em não querer voltar pra casa do pai, a falta de humildade em aceitar a amizade de pessoas honestas, o egoísmo em achar que apenas ela tem problemas e que o mundo gira em torno de si.

Todos nós em algum momento da vida já tivemos algum destes comportamentos – em maiores ou menores graus – simplesmente pela forma que fomos criados, pela facilidade que a internet trouxe e a mudança na auto estima de toda uma geração.

Sejamos honestos, o que Sophia faz no começo do seu negócio é o que a maioria de nós faríamos se tivéssemos as mesmas oportunidades – não podemos negar que a criatividade e o timming que foram perfeitos. O que não significa que esta postura esteja certa!

Por isso, o rodo da desconstrução é sempre necessário. Nós enquanto jovens adultos precisamos mudar nosso comportamento em relação a nós mesmos e aos outros. E esta mudança chega pra cada pessoa em uma circunstância diferente de acordo com o caráter, condição social e urgência na vida – não podemos desconsiderar que o caráter é algo construído socialmente, a gente não nasce assim.

Girlboss

Vá se foder, mundo!

 

O mundo capitalista e a internet

A diferença entre Soph’s e outros jovens empresários de classe média da vida real, é que seu problema de caráter foi revelado ao mundo. Vocês já pararam pra pensar em quantas empresas começaram fraudando, burlando, roubando, sendo desonestos? Talvez a gente não tenha a noção do quanto isso é real!

A problemática da mão de obra escrava, produtos superfaturados e desvalorização dos funcionários vem de longas datas. O capitalismo, mores, tá aí desde que o mundo é mundo. Sophia Amoruso não foi a primeira nem será a última a construir um império em cima da desonestidade.

Isto é o que chamamos de “white girl problem“. Sabemos que se esse mesmo comportamento questionável viesse de alguém pobre, ou negro, as consequências viriam a trem bala. Algo que não aconteceu com a branca, magra e rica protagonista da revolução na moda online.

 

Sobre a produção

Disto a gente não pode reclamar, né? A Netflix tem caprichado na qualidade do material audiovisual. O figurino está muito bonito, mas me perguntei algumas vezes se estava de acordo com o contexto, já que a série se passa em 2006 (juro que não lembro o que os adultos vestiam nessa época, hahaha’).

A trilha sonora está divertida e ainda temos a participação de Ru Paul pra deixar tudo dentro dos conformes.

Temos 13 episódios de 30 minutos e confesso que senti falta de ouvir mais sobre moda, o que as pessoas consumiam na época, quais as marcas importantes e as grandes referências. Pensem comigo! 10 anos de diferença entre o acontecimento e o relato é MUITA coisa! A última produção importantíssima no quesito referência foi “O Diabo Veste Prada” e isso já faz 11 anos. Ainda sim o filme é considerado um divisor de águas no mundo da moda.

 

Linha dramática e a personalidade de Sophia

Confesso que comecei a assistir procurando os defeitos que li nas críticas, e não se enganem, eles estavam lá! Mas ao longo da série me identifiquei muuuito com a protagonista e senti a humanização dela. E por se tratar de uma versão livre de uma auto biografia é muito fácil encontrar este lugar de identificação. Estamos falando de alguém que existe e continua escrevendo sua trajetória ao longo dos anos.

A série é como sobre tudo começou, portanto, não podemos julgar sua personalidade, até porque somos mutáveis (apontar problemáticas e julgar são coisas completamente diferentes. Inclusive, amo uma boa problematização e acho que neste caso foi super pertinente).

Achei a linha dramática boa porque vemos ao longo da narrativa o amadurecimento de Sophia. Dá pra sentir que ela não é a mesma menina que iniciou a série passando sermão sobre a vida adulta. E estes acontecimentos aparecem de forma gradual. Inclusive o guarda roupa dela vai evoluindo sutilmente.

Primeiro ela se desculpa com a mãe de Nathan pelo chilique do dia anterior (no episódio da entrega do vestido de noiva). Depois vem tentativa de ligação para o pai, dizendo que sentia saudade e que estava tudo bem (episódio em que ocasionou o rompimento da hérnia). O carinho em que trata o chefe na escola de arte quando vai se demitir (no episódio em que ela faz a cirurgia de hérnia).

A vez em que pensou em pedir ajuda ao seu pai e se estruturou de forma madura para que ele a ouvisse com seriedade (episódio em que ela faz as planilhas e inclui Shane no plano para apoiá-la). Cada momento em que ela reconheceu seus erros e venceu seu orgulho para pedir desculpas à Annie. O que dizer do pedido de desculpas/agradecimento à mocinha do outro brechó online vintage? (Não lembro o nome dela agora). Até chegarmos ao fatídico final onde reconhece que não teria dado um passo sequer se não tivesse ajuda daquelas pessoas ali presentes.

A história é bem amarrada e não deixa nenhum personagem pra trás, apesar do sumiço de alguns durante os episódios. O encontro final no lançamento é quando a gente percebe que aquelas pessoas realmente tocaram a vida dela.

Girlboss

Gostei da série, me identifiquei com o universo da protagonista, a vontade de correr atrás do seu sonho (apesar de ninguém saber qual é na real), de não se render e não aceitar envelhecer como todas as outras pessoas se conformando com um vidinha pacata – isso não significa que concordo com a forma que ela fez as coisas.

A série me incentivou a continuar garimpando em brechós, afinando meu senso de estilo, acreditando e investindo em consumo consciente – porque sim, me recuso a pagar 100 dólares em uma peça que foi comprada por 8 – e a valorizando das pessoas. Me fez refletir também que auto confiança não é maltratar ninguém ao seu redor, ou ter que diminuir alguém pra se sentir bem. É reconhecer seus pontos fortes e não desacreditar deles.

Eu entendo as problemáticas e privilégios que Sophia carrega ao longo da sua história, mas o comportamento dela em algumas ocasiões são muito próximos de várias pessoas da nossa idade. As mesmas pessoas que cresceram acreditando que poderiam tudo independente do que viesse, que precisariam passar por cima de tudo e todos para provar um ponto de vista e que não precisa de ninguém pra ser feliz.

A mesma geração que desconstrói relações porque não encontra ninguém “bom o suficiente” para satisfazer seus caprichos mesquinhos (isso pode virar um post pra outra hora).

Procurando os erros, encontrei alguns acertos. E talvez seja apenas a questão de tentar enxergar as coisas por outras perspectiva.

Créditos: Imagens retiradas do Tumblr.

Beeeijos e até a próxima! 😉

Assinatura Nattany Martins

 

 

 

 

 

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Linha Transição Capilar – Fina Flor

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

No ano passado fui convidada pela Fina Flor para conhecer sua nova Linha Transição Capilar. Depois de algum tempo testando, vim contar pra vocês o que achei dessa proposta inovadora.

Antes da Fina Flor, não encontrávamos linhas completas dedicadas a transição capilar. A marca percebeu que para voltar aos cachos, várias meninas costumavam garimpar shampoos, cremes, condicionadores, ativadores de cachos e através das misturinhas alcançar um resultado que considerassem agradável. Diante disso, dedicaram-se na criação de uma linha exclusiva, onde o costume da misturinha ainda é estimulado.

Proposta da marca

Para quem cansou da química (e dos químicos) e quer trazer de volta seu cabelo natural e seus cachos maravilhosos, a Fina Flor desenvolveu os produtos TRANSIÇÃO CAPILAR, com ativos superpoderosos, alta tecnologia e sem nada de petrolatos, silicones, parabenos, sulfatos ou EDTA. Para ajudar você a cuidar de seu cabelo com todo carinho, até seus cachos voltarem triunfantes! E para você continuar cuidando depois.

A caixinha que recebi contém 1 shampoo, 1 condicionador, 1 máscara de hidratação, 3 ampolas (hidratação, nutrição, reconstrução), 1 leite day after, 1 creme de pentear. Além desses mimos, recebi uma mochilinha e minha primeira fronha de seda *–*.

Linha Transição Capilar - Fina Flor

Shampoo: 500 ml – R$29,90 (em média)

Traz de volta a suavidade que seu cabelo precisa pra sair da química e voltar pro natural! Combate a queda, estimula o crescimento, cuida do seu couro cabeludo. (Nota do fabricante)

O shampoo é transparente e tem uma consistência mais líquida. Trás uma sensação de limpeza já na primeira aplicação, você não sente o cabelo ressecado e o cheiro é incrível!

Condicionador: 500 ml – R$29,99 (em média)

Muito brilho e nutrição, pra vencer a transição. Óleo de babaçu para dizer adeus ao frizz e hidratar. Manteiga de Murumuru para nutrir sem engordurar. Tudo de brilho e maciez. (Nota do fabricante)

O condicionador facilita o desembaraçar e realmente trás a maciez prometida. A consistência é um pouco pastosa, mas nada que comprometa a aplicação.

Linha Transição Capilar - Fina Flor

Day After: 250 ml – R$25,90 (em média)

O leite para day after é um show a parte. Muito cheiroso, tem a consistência de um leite mesmo e tem um alto poder de definição dos cachos. Minha família inteira ficou apaixonada: minha mãe, meu irmão, minha tia e até meu padrasto! Gostamos tanto que minha mãe comprou mais um para evitar briga, hahahaha’.

A única coisa que achei desagradável é o tamanho do pomp para aplicação, é muito pequeno e é preciso um pouco de paciência.

Creme para pentear: 500 ml – R$19,99 (em média)

A primeira coisa que chamou minha atenção foi o tamanho da embalagem de creme para pentear. Gente, nós sabemos o quanto cabelo cacheado gasta em creme, né? Achei esse ponto suuuuper positivo, já que geralmente o creme acaba primeiro 😀 .  A consistência é mediana, nem muito denso, nem muito líquido. Um dos produtos mais cheirosos da linha.

Linha Transição Capilar - Fina Flor

Creme de hidratação: 500 ml – R$32,90 (em média)

Manteiga de Murumuru, Óleo de Babaçu: Nutrição, proteção, hidratação e nada de frizz, de um jeito bem brasileiro!
Com a Máscara Base Transição Fina Flor é você quem faz a máscara que o seu cabelo precisa. Você escolhe qual aditivo ou aditivos, seu cabelo está precisado, mistura e pronto! Sua máscara personalizada! E o melhor é que você pode fazer a quantidade que você vai usar, assim da próxima vez, pode criar uma máscara diferente. (Nota do fabricante)

A máscara base me deixou um pouco desapontada por sua textura. É muito densa e sem os óleos e aditivos, fica meio impossível de usar. Sozinha ela não tem um bom desempenho nem facilita o desembaraçar. Já com os óleos, cumpre bem sua função.

Linha Transição Capilar - Fina Flor

Aditivos: 60 ml – R$9,90 cada (em média)

Os aditivos foram para mim como uma boa novidade. Geralmente, as linhas completas envolvem apenas shampoo, condicionador, creme de pentear e creme de hidratação. Neste caso, os aditivos podem ser usados com a máscara base da linha ou outros cremes de sua preferência. Assim como podem ser misturados a outros aditivos.

Considerações finais

De forma geral gostei muito da novidade apresentada pela Fina Flor. É bom ver que as marcas pensam na gente, né?

A melhor parte é que além de muito cheirosos, TODOS os produtos são liberados para Low Poo. Aêeee!!! Assim todos os gostos são contemplados.

Chega daquela saga de ler rótulo pra saber se cada produto é liberado ou não. Podemos dormir tranquilamente economizando tempo nas “burocracias” e gastando mais tempo cuidando de nós mesmas.

Linha Transição Capilar - Fina Flor

Outra coisa que a amei nesta linha é que os produtos podem ser facilmente combinados a outros e introduzidos na nossa rotina. As embalagens são modernas e bem anatômicas. Os bicos dosadores são práticos e facilitam na aplicação. Toda a linha favorece a definição dos cachos, já que no processo de transição é isso que as pessoas mais procuram. No fim das contas, a linha cumpre bem o que promete, e a gente ama!

Essa linha ganha nota 9 em 10!

E aí, o que acharam?

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Ativador de Cachos – Meus Cachos Embelleze

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Há um tempo atrás fui convidada para a confraternização de 1 ano do Clube de Blogueiras Negras de BH. Além de comemorar esse momento super lindo com as meninas, recebi alguns mimos. Um deles é esse Ativador de Cachos da Embelleze no qual falaremos hoje.

Ele se tornou um coringa na minha rotina por diversos motivos. Com funções variadas, o creme se mostra versátil, podendo ser usado como creme de pentear, reconstrutor, day after, fitagem… É bom ter várias opções, né?

Especificações

O produto é indicado para cacheadas 3ABC, e crespas 4ABC. Contém protetor solar, pantenol e queratina. Por causa do fator de proteção é muito indicado para o verão, onde temos contato com praia, piscina e os raios solares estão cada vez mais fortes.

Por conter parafina líquida, não é liberado pra low poo. A embalagem é prática com bico dosador e contém 300 ml.

Características

A consistência é um pouco líquida, mas é concentrado. O cheiro é encantador – vocês sabem pelas outras resenhas que amo produtinho com cheiro bom, né? -, todas as vezes que uso, as pessoas elogiam o cheiro do meu cabelo.

Ativador de Cachos Embelleze

Por ser concentrado, costumo diluir com um pouco de água em um borrifador quando uso no day after. A promessa de ser um ativador de cachos funciona muito bem, meus cachos ficam definidos e brilhantes 🙂 Lembrando que o produto trás a promessa da reconstrução, sendo assim ideal pra quem segue o cronograma capilar.

Nas lojas o produto custa em média de R$10,00 à R$15,00.

Este ano teremos resenhas de produtos variados, vou tentar fazer pelo menos uma por mês, assim ficaremos por dentro das novidades, ok?

Beeeijos e até a próxima! 😉


A Garota Dinamarquesa: livro x filme

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Desde que vi o trailer do filme A Garota Dinamarquesa pela primeira vez, meus olhos brilharam. Minha mãe insistiu pelo filme diversas vezes, até assistir sem mim. O livro eu ganhei do namorado.

Sinopse

O pintor dinamarquês Einar Mogens Wegener (Eddie Redmayne) é casado com Gerda (Alicia Vikander) e sempre se identificou com o universo feminino, mesmo de forma velada. Mas seu instinto fala mais alto e ele decide fazer uma cirurgia de mudança de sexo. Einar passa a usar o nome Lili Elbe e entra para história como a primeira pessoa a se submeter a esse tipo de procedimento.

A Garota Dinamarquesa

A leitura

No começo achei o livro muito parado, mas entendi que a história precisava de um detalhamento pra trazer o leitor ao sentimento dos personagens. Principalmente por se tratar de uma ficção a respeito de alguém que realmente existiu.

Cada capítulo eu sentia como se fosse o fim de tudo (tô acostumada com os detalhes apenas nas cenas finais, vê se pode!). Acho que nunca chorei tanto dentro dos ônibus. Há muito tempo não vivia uma experiência de leitura intensa, daquelas que abalam o mundo da gente, sabe?

Minha memória olfativa e visual é muito boa. O álbum da Lorena Chaves que ouvia sempre que lia, não é mais o mesmo. Tenho Lili Elbe em minha mente como referência quando escuto essas músicas.

Uma das vantagens dos livros é que eles nos fazem imaginar as cenas, desenhar os personagens, as paisagens e é realmente uma viagem.

O filme

A fotografia fantástica encanta de cara. E ao contrário do livro, a história se desenvolve com mais rapidez. Todos sabemos que um não dá pra gravar o livro inteiro, portanto algumas cenas são cortadas.

Acho que o roteirista consegue captar de forma geral o que é importante pra que a história seja compreendida com clareza, já que se trata de um tema complexo. Mas confesso que senti falta de algumas coisinhas.

A atuação achei impecável, principalmente Alicia Vikander como Gerda (Oscar mais que merecido, né miga?). Aaaah tem isso também! No livro a esposa de Lili é Greta, no filme optaram por usar o nome original, Gerda.

Gerda - A Garota Dinamarquesa

O que achei

Como disse acima, o livro conta a história de alguém que existiu, mas é uma ficção. Isso significa que os fatos não estão em sua ordem cronológica, pois não é um relato biográfico. Inclusive o nome de alguns personagens foram trocados.

Achei a iniciativa legal porque deu pro autor a liberdade de discorrer sobre o assunto de forma pessoal, usando a história real e planejando algumas cenas que dariam o tom certo de emoção.

No livro tive a impressão que Greta se importava mais com Lili. Um amor devoto que a levou ao anulamento algumas vezes. Já no filme, dá a entender que Gerda se manteve a Lili para não perder sua modelo. Acredito que as duas visões sobre a relação das duas estão corretas, porém prefiro o laço de amizade que as duas constroem no livro.

No filme tem uma cena genial que não tem no livro: a clássica chuva!

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É nesse momento que Gerda demonstra o quanto está cansada de relevar. Ela estava disposta a ter seu marido ainda que Lili. Acredito também ser o momento que ela entende Lili como outra pessoa, com outras vontades. Naquele momento ela entende que cada uma precisa seguir seu caminho.

Me identifiquei muito com a história por ter vivido alguns anos atrás algo parecido (pano pra manga esse assunto, quem sabe em outro post?). Me vi representada na força e amor de Gerda, no carinho com a amiga, na intenção de fazer Einar descansar em paz. Ainda que fosse doloroso pra ela perdê-lo. No reconhecimento de Lili como um indivíduo.

A descoberta veio pras duas, a dor também ainda que manifesta de formas diferente.

Essa história tem todo meu amor nos dois formatos, mas seria eu seria rasa se não contasse a vocês que o livro mudou minha vida.

Créditos: Imagens retiradas do tumblr.

E você? Que livro mudou sua vida?

Beeeeijos e até a próxima! 😉

Assinatura Nattany Martins

 

 

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Creme de hidratação Liz Up 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Recebi o creme de hidratação Liz Up na Professional Fair. Postei tudo nas redes sociais e prometi resenha pra vocês. Aqui estamos nós!

Descrição do fabricante:

Desenvolvido do extrato de macadâmia rico em nutrientes, sais minerais, cálcio, ferro, fósforo e vitaminas do complexo B, e somado ao óleo de ojon extraídos do fruto da palma americana rico tocoferóis pro vitamina A, ácidos orgânicos e antioxidantes. A combinação dos dois elementos nutri os fios devolvendo o brilho e maciez. Aumenta a resistência dos fios, protegendo-os da ação dos radicais livres, dos danos causados pela exposição ao sol.

Benefícios:

Cabelos fortalecidos, sedosos, com maciez e brilho.

Produto

Fiquei com um pouco de medo quando iniciei o uso do produto, porque ao ler o rótulo vi que ele não era liberado pra Low Poo. Mas resolvi abrir meu coração e usar sem preconceito para tirar minhas próprias conclusões.

Minha experiência:

Usei um shampoo para lavar os cabelos e em seguida o creme de hidratação. Meu cabelo praticamente derreteu quando apliquei o creme, facilitando o desembaraço.

O cheiro do produto é gostosinho e suave. Amo todos os produtos de macadâmia. Acho que eles deixam o cabelo cacheado com um brilho peculiar.

Como meu cabelo estava desidratado (confesso que tenho falhado nos cronogramas hahahaha) ele sugou o creme completamente. E eu deixei o bichim aproveitar uns minutinhos, porque tava osso viu? hahaha’

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A consistência é uma manteiguinha mesmo e recomendo deixar o cabelo branquinho na aplicação. No rótulo é indicado deixar o creme agir de 20 a 30 minutos. Mas como não tenho tanto vigor para banho de creme, aplico na hora do condicionador e depois enxáguo.

Resultado:

Olha o brilho desse cabelo! Não usei nenhum filtro na foto colorida. Nessa outra preto e branca podemos ver a definição dos cachos.

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Vocês gostaram dos resultados? Eu tenho amado! Vou seguir usando com muita alegria no coração. hahahaha’

Gostaria de agradecer à equipe da Liz Up que me disponibilizou o produto para teste.

Beeeijos e até a próxima!

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Surpresa para cabelo cacheado

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Mas eita que eu já tava morrendo de saudade de fotografar pra vocês em um post. E pra unir o útil ao agradável vim contar uma coisa linda que descobri e que será uma surpresa para o seu cabelo, assim como o meu.

Aqui em casa a mulherada está em crise atrás um shampoo que não provoque ressecamento em cabelo cacheado/crespo. E minha mãe foi na Lojas Rede tentar achar algo que saciasse nosso desespero. Adivinha? Ela achou essa linha de shampoo + condicionador + creme de hidratação e agora trarei essa resenha linda de maravilhosa pra vocês!

É claro que estou falando do OX.

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Promessa da Marca:

A exclusiva tecnologia de OX Oils Nutrição Intensa combina os poderosos óleos essenciais de cálamo, mirra e oliva, para nutrir intensamente os fios. Sua textura cremosa penetra nas fibras, hidratando e nutrindo. Cabelos 100% nutridos sem pesar os fios.

O que achei:

Não conhecia a marca, e a primeira coisa que fiz foi abrir o frasco pra ver a textura do produto, o cheiro maravilhoso me conquistou de cara. Logo me deu vontade de usar. MAS o produto não é liberado pra Low Poo – para saber mais clique aqui.

O cheiro estava tão bom e a textura me pareceu tão legal que resolvi testar. E bendita hora, viu? Como imaginei a textura do produto não deixou nada a desejar. O shampoo não é tão grosso nem tão ralo, consistência perfeita. Assim como o condicionador que não é muito concentrado dificultando desembaraçar os fios. Tudo estava na medida certa, assim como o perfume.

Resultado:

Até então tava tudo normal, até que… Tive a leveza do produto durante SETE DAYS AFTERS! Imagina isso? (Parece porqueira,eu sei, mas meu cabelo simplesmente não precisou ser lavado!)

Eu simplesmente fiquei PASMA! E foi isso que me motivou a fazer a resenha. Fora todos os elogios que recebi dizendo que o cabelo estava lindo. hahahaha’

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Vou dizer só mais uma vez sobre a leveza pra reforçar, tá?

Mas e o creme hidratante?

O creme infelizmente eu não testei, mas para nossa alegria minha mamis testou, e as amigas de trabalharam perceberam a diferença no cabelo logo no dia seguinte quando a viram. E o cabelo da mãe tava CHEIO de frizz. Ou seja… Não pesa e alivia o frizz.

Agora sim entendi porque ele é recomendado para cabelo ressecado e com frizz.

Gostaram dessa novidade? Porque eu tô apaixonada com essa linha.

Minha nota é 9, e só num ganha 10 porque não é liberado pra Low Poo. Mas por esse amorzinho, vale a pena pular a cerca por algumas lavadinhas no mês.

Finalização:

Pra finalizar o cabelo, usei o Barro Minas.

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OBS: Não é publieditorial.

Beeijos e até a próxima! 😉

 


Resenha dos batons Ricosti 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Teremos resenha dos batons Ricosti, alguns de linhas antigas e outros da nova linha.

Comprei recentemente com minha amiga Isabela Cortez do blog InComun e outra amiga dela, 4 batons da Ricosti através de uma loja virtual via instagram. Ela já havia comprado antes e me indicou com muito amor, e olha… não tenho nada a reclamar dessa experiência viu? Os batons chegaram rapidamente e bem embaladinhos.

Pedi 4 cores: Charme, Avelã e Hipnose da coleção antiga e Donna da nova coleção.

Não acrescentei nenhum tipo de filtro às fotografias pra não alterar a cor dos batons, ok?

Avelã – Parece um laranjinha singelo, porém não. Pessoalmente o tom dele é bem vivo, mas ainda sim continua sendo discreto. Fui na padaria com esse batom e vi duas meninas no ponto de ônibus comentando sobre a belezura dele. Cês ainda tem alguma dúvida que ele é um arraso?

O batom aparece meio craquelado, porque foi o último que testei e estava removendo os batons com demaquilante. Mas a cobertura é linda!

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Avelã – Ricosti

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Avelã – Ricosti

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Avelã – Ricosti

Charme – Aquele nude maravilhoso que todo mundo ama. Quando olho pra ele lembro da noz, sim, a frutinha. É um tom pastel bem moderno que fica bonito com tudo. Sabe aqueles looks olho tudo boca nada? Então, quem disse que a boca vai ser nada?

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Charme – Ricosti

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Charme – Ricosti

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Charme – Ricosti

Comprei dois clarinhos e dois mais escurinhos pra ter mais opções na hora de montar os looks. Tô até vendo que tem mais compra por aí.

Donna – Ao contrário do que parece, ele não é tão clarinho assim. É puxado pra um roxo lilás que fica bem delicado, porém marcante na boca. É um roxo onde se percebe que é roxo mesmo e é bem feminino.

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Donna – Ricosti

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Doona – Ricsoti

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Donna – Ricosti

E por último mas não menos importante:

Hipnose – Ele é daqueles amado x odiado. Quem gosta AMA, quem não gosta ODEIA! É uma cor ousada por ser um roxo bem escuro. Particularmente acho que ele combina com todos os tons de pele, e dependendo da cor da pele ele vai soar em tons diferentes. A pessoa tem que ter muita personalidade pra sair com um batonzão desse na rua né? Confesso que a primeira vez que usei custei a sustentar o bocão. Onde eu passava achava que o pessoal estava me olhando.

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Hipnose – Ricosti

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Hipnose – Ricosti

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Hipnose – Ricosti

O que vocês acharam gente? Eu estou apenas in love com meus batons novos! Como eu disse, acho que vai rolar mais comprinhas.


Reflexão sobre o filme: Gone Girl

                              AVISO: Tem spoiler.

    Assisti esse filme com meu namorado algumas semanas atrás, e assim que acabou pensei: “Cara, preciso escrever sobre isso.” O que eu gostaria de fazer hoje é uma reflexão sobre o filme. Talvez com um toque de crítica, resenha, sei lá! Quero falar gente, MIM DÊXA!

    Nos Estados Unidos “Gone Girl”, no Brasil traduzido como “Garota Exemplar” é protagonizado por Ben Alffleck (Nick Dunne) e Rosamund Pike (Amy Elliot), onde são um casal em um relacionamento em crise, até que a Amy desaparece e a polícia assume o caso.

O primeiro suspeito é o marido, claro, ele se vê pressionado pelos moradores da cidade pequena e a mídia por ter uma amante que era sua aluna. Sem saber como se explicar para a sociedade e a família de Amy, Nick conta apenas com sua irmã Margo que é a única que acredita em sua inocência, quando todo mundo enxerga nele características de um sociopata.

Agora é que a coisa fica feia: Amy forja sua morte para incriminar Nick, como forma de se vingar pela traição que sofrera. E ele contrata um advogado especialista nesse tipo de caso, que o aconselha a ir até a mídia tentar salvar sua imagem pública. Acontece que Nick não tinha provas que Amy forjara a própria morte e a única forma de dar a volta por cima, era assumir seus erros em rede nacional. Então ele vai até um programa, assume seus erros, se desculpa pelos seus fracassos e assim, ele reacende os sentimentos de Amy.

Ela que já tinha bolado essa tramóia toda, se arrepende, e tenta resolver o problema que ela mesma criou. Seduz um rapaz, corta a garganta dele durante o sexo, e o culpa por tudo, dizendo para o marido e a mídia que o rapaz havia sequestrado e mantido em cativeiro. Nick, que sabia de toda história e não tinha como provar o caráter de Amy, resolveu deixar nas mãos do advogado dele até que tudo se resolvesse.

Nick planejava deixar Amy, até que ela revela ter engravidado dele usando o esperma que ele doou á uma clínica de fertilidade 😮 Apesar dele não desejar continuar com a esposa, se sente responsável pela criança. E o filme termina com os dois dando a notícia na mídia que estão esperando um bebê. Visivelmente Nick fica desconfortável com sua posição, mas decide permanecer nela.

Assim, resumimos TRÊS HORAS de filme! Ufaaa!

    Agora posso contar pra vocês que não gostei do filme kkkkkkkk’. E os meus motivos são vários! Eu não sou expert no assunto, mas basta dar um google pra gente sacar que teve uma falha na construção dessa personagem.

Essa Amy fingiu por tempo demais, e estava considerando SE MATAR pra culpar o marido. Quando na verdade, o caminho natural, seria a família em ALGUM MOMENTO na vida dessa moça, notar a falta de empatia dela com pessoas e animais. Principalmente porque sociopatas/psicopatas apresentam as características desde adolescente, especificamente com 15 anos. Em alguns casos um pouco antes.

“O comportamento do sociopata carrega um egocentrismo patológico, incapacidade para lealdade ou manutenção de sentimentos de amor ou afeição, constante incapacidade de seguir algum plano de vida também fazem parte de suas características. Geralmente são incapazes de manter uma relação conjugal leal ou duradoura. É comum o histórico de diversos relacionamentos de curta duração.” – Wikipedia

Cinco anos é tempo demais pra fingir, né não?

    Outro motivo pelo qual não gostei do filme, é que é muito fácil jogar a mulher de louca né? Quando na verdade, o contrário é o que mais vemos por aí. A quantidade de mulheres que sofrem com a violência doméstica, manipulação, relacionamento abusivo, onde muitos parceiros são possessivos, psicopatas, sociopatas… Mas ninguém tá nem aí… Confesso que se a história fosse contrária, eu acharia mais coerente. E sim! Eu sei que esses transtornos independem de gênero.

   Outra coisa que me irritou muito, foi o fato do filme ter três horas pra NADA acontecer! Beleza, a gente vê a Amy com seu plano de loucura… Mas no fim o rapaz mesmo sabendo da ameaça que ela apresentava não denunciou, não pediu teste de paternidade, não conversou com a família dela… Apenas abaixou a cabeça e continuou vivendo como se nada tivesse acontecido.

Daí cê perde três horas da sua vida, pra ver a mídia (no caso o filme) fazer uma crítica contra a própria mídia, e ainda sim, não apresentar uma versão coesa dos fatos. Porque me conta aí gente, quantas mulheres oprimindo homens vocês conhecem? E o contrário?

O mínimo que eu esperava era uma “demonstração” de como lidar com pessoas que tem esse transtorno, como se sentir seguro e/ou ajudar alguém nessa situação. EU ESPERAVA VER O PROBLEMA SER RESOLVIDO! Três horas de filme pra num resolver nada é demais pro meu coração!

    Quando o filme terminou, meu namorado olhou pra minha cara e riu. Riu muito! Porque ele soube na hora que eu detestei. Porque é super normal né? Sua vida vira um circo exposta pela mídia, seu cônjuge é uma pessoa louca, forjou a própria morte, fez tramóia pra engravidar, e você continua morando na mesma casa que ela como se nada tivesse acontecido. Super normal tratar gente que tem transtorno como se não tivesse…

Que ele continuasse então com a vida de merda dele, e a gente podia continuar vivendo sem saber…

APELEI MESMO! hahahahaha’ Fico até quente, de tão nervosa que fiquei com o filme acredita? Não superei e ainda vou demorar pra superar. Num sou obrigada!

OBS: Imagens retiradas da internet, tanto a de capa, quando essa última!

Beijos e até a próxima, menos estressada prometo! 😉

Fica esperto ok?

Fica esperto ok?