feminismo


Rodrigo Hilbert, um homenzão da porra!

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Muito tem se falado sobre Rodrigo Hilbert e suas habilidades. O questionamento que fica é: porque ele é considerado um homenzão da porra?

Dentre suas habilidades estão cozinhar, caçar animais para o prato do dia, fazer casinha na árvore para as crianças, e crochê! Tanto virtuosismo tem fomentado a discussão sobre machismo, masculinidade e igualdade de gênero.

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Dia Internacional da mulher negra latino – americana e caribenha 6 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Hoje é dia de resistência na América Latina e no Caribe por celebrar o Dia Internacional da Mulher Negra Latino – Americana e Caribenha.

O que esse dia tem de tão especial?

Eu conto pra vocês!

Enquanto as mulheres lutavam pelo direito ao trabalho nos anos 60 (leia-se: mulheres brancas!) as mulheres negras lutavam pelo direito de serem reconhecidas como seres humanos. A opressão de gênero se manifestou de forma diferente para as classes sociais distintas e sim, foi racista.

O feminismo então ganhou várias vertentes para dar voz a cada grupo separadamente. É uma segregação que fortalece. Algumas pessoas não entendem quando digo que esse tipo de segregação agrega, mas eu tenho meus argumentos.

Na supremacia do homem branco, ninguém mais tinha voz. Nossa sociedade além de machista é racista, logo, mulheres negras tem necessidades diferentes de mulheres brancas. Entender essa luta é essencial pra que cada grupo seja contemplado em suas especificidades.

Negro Woman in Fashionable Clothes

Porque as mulheres negras não precisaram lutar pelo direito ao trabalho, por exemplo? É simples: elas sempre trabalharam. Eram as escravas, as amas de leite; hoje são as empregadas domésticas. Viveram em um panorama onde deixavam suas famílias para cuidar das famílias dos outros. Elas (nós) nunca fomos vistas como mulheres pra casar, constituir família, educar crianças (pelo menos não suas crianças, apenas os filhos dos outros). O corpo da mulher negra foi hipersexualizado, fomos vendidas como mão de obra barata.

Então pelo o quê lutamos?

Pelo direito de criar os filhos, cuidar da família. Pelo direito de ser vista como gente e não como objeto. 

Eu sei que essa visão assusta um pouco, mas a luta da mulher negra no século XXI é exatamente essa: sair da margem. Somos capazes de ingressar nas universidades, somos também mulheres pra casar (por muito tempo, apenas mulheres brancas eram dadas como “do lar”, “pra casar” e as mulheres negras as mulatas boas de cama. O modelo exportação.), assim como podemos ser donas do nosso próprio destino.

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Entender o lugar de fala é muito importante, nem todas as mulheres tem as mesmas necessidades. Por isso o feminismo tem várias vertentes, onde cada uma de nós podemos manifestar o que precisamos, quem somos e pra onde caminhamos.

Créditos: Imagens retiradas do tumblr.

Alguns textinhos lindos pra aprofundar no assunto:

Prefeitura de São Paulo // Porto Web – Datas Comemorativas

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É sempre bom aprender um pouco mais sobre nossas raízes, não é mesmo?

PRETAS, hoje é nosso dia! Persistamos na lida diária.

Beeeijos e até a próxima! 😉

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