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Girlboss: por uma outra perspectiva (alerta de spoiler) 3 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Muito se ouviu falar sobre a nova série do Netflix, Girlboss. Não sei vocês, mas eu corri pra ler todas as resenhas a respeito, porque já estava louca com o tal livro rosa que viralizou o termo mais usado para representar o #girlpower ultimamente, e tudo isso falando de moda. Um prato cheio para mulheres modernas emponderadas, certo? Bom… Talvez nem tanto!

Ok, mas disso a gente sabe, né? Temos resenha do blog Fashonismo, Modices, e váaaarios outros apontando problemáticas muito importantes sobre a personalidade de Sophia e o inicio polêmico da Nasty Gal. Ainda sim, senti a necessidade de trazer meu olhar sobre a série e pontuar algumas coisas que percebi e ainda não foram citadas.

Sinopse

É baseado no livro de mesmo nome que conta a história real da criadora da marca de roupas Nasty Gal. Foi a pioneira no mercado de venda online há 10 anos atrás. Sophia Amoruso é uma garota de 23 anos vivendo em uma apartamento alugado em São Francisco e apesar das dificuldades financeiras, se recusa a voltar pra casa do pai.

Girlboss: por uma outra perspectiva

A menina que nunca cresceu

Sophia não aceita a vida adulta por ser ~aonde os sonhos vão para morrer. Mas que sonhos? Isso não fica explícito na série, então temos exatamente a impressão de uma menina mimada, orgulhosa, que não respeita ninguém. Ela tem o melhor dos dois mundos: entra nas baladas, faz o que “bem entende” da vida, mas quando dá problema, simplesmente varre para baixo do tapete e diz que não está pronta pra assumir tal responsabilidade.

O ponto aqui, é que eu vejo este comportamento muito presente na vida de nós millenials. Fomos ensinados que somos especiais, que devemos fazer o que amamos, que o importante é viver dos nossos sonhos custe o que custar.

Talvez por isso me identifiquei com as crises existenciais que ela tem, o orgulho em não querer voltar pra casa do pai, a falta de humildade em aceitar a amizade de pessoas honestas, o egoísmo em achar que apenas ela tem problemas e que o mundo gira em torno de si.

Todos nós em algum momento da vida já tivemos algum destes comportamentos – em maiores ou menores graus – simplesmente pela forma que fomos criados, pela facilidade que a internet trouxe e a mudança na auto estima de toda uma geração.

Sejamos honestos, o que Sophia faz no começo do seu negócio é o que a maioria de nós faríamos se tivéssemos as mesmas oportunidades – não podemos negar que a criatividade e o timming que foram perfeitos. O que não significa que esta postura esteja certa!

Por isso, o rodo da desconstrução é sempre necessário. Nós enquanto jovens adultos precisamos mudar nosso comportamento em relação a nós mesmos e aos outros. E esta mudança chega pra cada pessoa em uma circunstância diferente de acordo com o caráter, condição social e urgência na vida – não podemos desconsiderar que o caráter é algo construído socialmente, a gente não nasce assim.

Girlboss

Vá se foder, mundo!

 

O mundo capitalista e a internet

A diferença entre Soph’s e outros jovens empresários de classe média da vida real, é que seu problema de caráter foi revelado ao mundo. Vocês já pararam pra pensar em quantas empresas começaram fraudando, burlando, roubando, sendo desonestos? Talvez a gente não tenha a noção do quanto isso é real!

A problemática da mão de obra escrava, produtos superfaturados e desvalorização dos funcionários vem de longas datas. O capitalismo, mores, tá aí desde que o mundo é mundo. Sophia Amoruso não foi a primeira nem será a última a construir um império em cima da desonestidade.

Isto é o que chamamos de “white girl problem“. Sabemos que se esse mesmo comportamento questionável viesse de alguém pobre, ou negro, as consequências viriam a trem bala. Algo que não aconteceu com a branca, magra e rica protagonista da revolução na moda online.

 

Sobre a produção

Disto a gente não pode reclamar, né? A Netflix tem caprichado na qualidade do material audiovisual. O figurino está muito bonito, mas me perguntei algumas vezes se estava de acordo com o contexto, já que a série se passa em 2006 (juro que não lembro o que os adultos vestiam nessa época, hahaha’).

A trilha sonora está divertida e ainda temos a participação de Ru Paul pra deixar tudo dentro dos conformes.

Temos 13 episódios de 30 minutos e confesso que senti falta de ouvir mais sobre moda, o que as pessoas consumiam na época, quais as marcas importantes e as grandes referências. Pensem comigo! 10 anos de diferença entre o acontecimento e o relato é MUITA coisa! A última produção importantíssima no quesito referência foi “O Diabo Veste Prada” e isso já faz 11 anos. Ainda sim o filme é considerado um divisor de águas no mundo da moda.

 

Linha dramática e a personalidade de Sophia

Confesso que comecei a assistir procurando os defeitos que li nas críticas, e não se enganem, eles estavam lá! Mas ao longo da série me identifiquei muuuito com a protagonista e senti a humanização dela. E por se tratar de uma versão livre de uma auto biografia é muito fácil encontrar este lugar de identificação. Estamos falando de alguém que existe e continua escrevendo sua trajetória ao longo dos anos.

A série é como sobre tudo começou, portanto, não podemos julgar sua personalidade, até porque somos mutáveis (apontar problemáticas e julgar são coisas completamente diferentes. Inclusive, amo uma boa problematização e acho que neste caso foi super pertinente).

Achei a linha dramática boa porque vemos ao longo da narrativa o amadurecimento de Sophia. Dá pra sentir que ela não é a mesma menina que iniciou a série passando sermão sobre a vida adulta. E estes acontecimentos aparecem de forma gradual. Inclusive o guarda roupa dela vai evoluindo sutilmente.

Primeiro ela se desculpa com a mãe de Nathan pelo chilique do dia anterior (no episódio da entrega do vestido de noiva). Depois vem tentativa de ligação para o pai, dizendo que sentia saudade e que estava tudo bem (episódio em que ocasionou o rompimento da hérnia). O carinho em que trata o chefe na escola de arte quando vai se demitir (no episódio em que ela faz a cirurgia de hérnia).

A vez em que pensou em pedir ajuda ao seu pai e se estruturou de forma madura para que ele a ouvisse com seriedade (episódio em que ela faz as planilhas e inclui Shane no plano para apoiá-la). Cada momento em que ela reconheceu seus erros e venceu seu orgulho para pedir desculpas à Annie. O que dizer do pedido de desculpas/agradecimento à mocinha do outro brechó online vintage? (Não lembro o nome dela agora). Até chegarmos ao fatídico final onde reconhece que não teria dado um passo sequer se não tivesse ajuda daquelas pessoas ali presentes.

A história é bem amarrada e não deixa nenhum personagem pra trás, apesar do sumiço de alguns durante os episódios. O encontro final no lançamento é quando a gente percebe que aquelas pessoas realmente tocaram a vida dela.

Girlboss

Gostei da série, me identifiquei com o universo da protagonista, a vontade de correr atrás do seu sonho (apesar de ninguém saber qual é na real), de não se render e não aceitar envelhecer como todas as outras pessoas se conformando com um vidinha pacata – isso não significa que concordo com a forma que ela fez as coisas.

A série me incentivou a continuar garimpando em brechós, afinando meu senso de estilo, acreditando e investindo em consumo consciente – porque sim, me recuso a pagar 100 dólares em uma peça que foi comprada por 8 – e a valorizando das pessoas. Me fez refletir também que auto confiança não é maltratar ninguém ao seu redor, ou ter que diminuir alguém pra se sentir bem. É reconhecer seus pontos fortes e não desacreditar deles.

Eu entendo as problemáticas e privilégios que Sophia carrega ao longo da sua história, mas o comportamento dela em algumas ocasiões são muito próximos de várias pessoas da nossa idade. As mesmas pessoas que cresceram acreditando que poderiam tudo independente do que viesse, que precisariam passar por cima de tudo e todos para provar um ponto de vista e que não precisa de ninguém pra ser feliz.

A mesma geração que desconstrói relações porque não encontra ninguém “bom o suficiente” para satisfazer seus caprichos mesquinhos (isso pode virar um post pra outra hora).

Procurando os erros, encontrei alguns acertos. E talvez seja apenas a questão de tentar enxergar as coisas por outras perspectiva.

Créditos: Imagens retiradas do Tumblr.

Beeeijos e até a próxima! 😉

Assinatura Nattany Martins

 

 

 

 

 

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Linha Transição Capilar – Fina Flor

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

No ano passado fui convidada pela Fina Flor para conhecer sua nova Linha Transição Capilar. Depois de algum tempo testando, vim contar pra vocês o que achei dessa proposta inovadora.

Antes da Fina Flor, não encontrávamos linhas completas dedicadas a transição capilar. A marca percebeu que para voltar aos cachos, várias meninas costumavam garimpar shampoos, cremes, condicionadores, ativadores de cachos e através das misturinhas alcançar um resultado que considerassem agradável. Diante disso, dedicaram-se na criação de uma linha exclusiva, onde o costume da misturinha ainda é estimulado.

Proposta da marca

Para quem cansou da química (e dos químicos) e quer trazer de volta seu cabelo natural e seus cachos maravilhosos, a Fina Flor desenvolveu os produtos TRANSIÇÃO CAPILAR, com ativos superpoderosos, alta tecnologia e sem nada de petrolatos, silicones, parabenos, sulfatos ou EDTA. Para ajudar você a cuidar de seu cabelo com todo carinho, até seus cachos voltarem triunfantes! E para você continuar cuidando depois.

A caixinha que recebi contém 1 shampoo, 1 condicionador, 1 máscara de hidratação, 3 ampolas (hidratação, nutrição, reconstrução), 1 leite day after, 1 creme de pentear. Além desses mimos, recebi uma mochilinha e minha primeira fronha de seda *–*.

Linha Transição Capilar - Fina Flor

Shampoo: 500 ml – R$29,90 (em média)

Traz de volta a suavidade que seu cabelo precisa pra sair da química e voltar pro natural! Combate a queda, estimula o crescimento, cuida do seu couro cabeludo. (Nota do fabricante)

O shampoo é transparente e tem uma consistência mais líquida. Trás uma sensação de limpeza já na primeira aplicação, você não sente o cabelo ressecado e o cheiro é incrível!

Condicionador: 500 ml – R$29,99 (em média)

Muito brilho e nutrição, pra vencer a transição. Óleo de babaçu para dizer adeus ao frizz e hidratar. Manteiga de Murumuru para nutrir sem engordurar. Tudo de brilho e maciez. (Nota do fabricante)

O condicionador facilita o desembaraçar e realmente trás a maciez prometida. A consistência é um pouco pastosa, mas nada que comprometa a aplicação.

Linha Transição Capilar - Fina Flor

Day After: 250 ml – R$25,90 (em média)

O leite para day after é um show a parte. Muito cheiroso, tem a consistência de um leite mesmo e tem um alto poder de definição dos cachos. Minha família inteira ficou apaixonada: minha mãe, meu irmão, minha tia e até meu padrasto! Gostamos tanto que minha mãe comprou mais um para evitar briga, hahahaha’.

A única coisa que achei desagradável é o tamanho do pomp para aplicação, é muito pequeno e é preciso um pouco de paciência.

Creme para pentear: 500 ml – R$19,99 (em média)

A primeira coisa que chamou minha atenção foi o tamanho da embalagem de creme para pentear. Gente, nós sabemos o quanto cabelo cacheado gasta em creme, né? Achei esse ponto suuuuper positivo, já que geralmente o creme acaba primeiro 😀 .  A consistência é mediana, nem muito denso, nem muito líquido. Um dos produtos mais cheirosos da linha.

Linha Transição Capilar - Fina Flor

Creme de hidratação: 500 ml – R$32,90 (em média)

Manteiga de Murumuru, Óleo de Babaçu: Nutrição, proteção, hidratação e nada de frizz, de um jeito bem brasileiro!
Com a Máscara Base Transição Fina Flor é você quem faz a máscara que o seu cabelo precisa. Você escolhe qual aditivo ou aditivos, seu cabelo está precisado, mistura e pronto! Sua máscara personalizada! E o melhor é que você pode fazer a quantidade que você vai usar, assim da próxima vez, pode criar uma máscara diferente. (Nota do fabricante)

A máscara base me deixou um pouco desapontada por sua textura. É muito densa e sem os óleos e aditivos, fica meio impossível de usar. Sozinha ela não tem um bom desempenho nem facilita o desembaraçar. Já com os óleos, cumpre bem sua função.

Linha Transição Capilar - Fina Flor

Aditivos: 60 ml – R$9,90 cada (em média)

Os aditivos foram para mim como uma boa novidade. Geralmente, as linhas completas envolvem apenas shampoo, condicionador, creme de pentear e creme de hidratação. Neste caso, os aditivos podem ser usados com a máscara base da linha ou outros cremes de sua preferência. Assim como podem ser misturados a outros aditivos.

Considerações finais

De forma geral gostei muito da novidade apresentada pela Fina Flor. É bom ver que as marcas pensam na gente, né?

A melhor parte é que além de muito cheirosos, TODOS os produtos são liberados para Low Poo. Aêeee!!! Assim todos os gostos são contemplados.

Chega daquela saga de ler rótulo pra saber se cada produto é liberado ou não. Podemos dormir tranquilamente economizando tempo nas “burocracias” e gastando mais tempo cuidando de nós mesmas.

Linha Transição Capilar - Fina Flor

Outra coisa que a amei nesta linha é que os produtos podem ser facilmente combinados a outros e introduzidos na nossa rotina. As embalagens são modernas e bem anatômicas. Os bicos dosadores são práticos e facilitam na aplicação. Toda a linha favorece a definição dos cachos, já que no processo de transição é isso que as pessoas mais procuram. No fim das contas, a linha cumpre bem o que promete, e a gente ama!

Essa linha ganha nota 9 em 10!

E aí, o que acharam?

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Garota negra: reconheça sua beleza 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Você já parou pra pensar como a mulher negra é afetada pelo padrão de beleza eurocêntrico?

Todos nós temos coisas no nosso corpo que não gostamos, ninguém está 100% satisfeito. Isso acontece porque aprendemos a “reconhecer a beleza” em padrões específicos.

Falar de “padrão de beleza” é tãaao manjado, né? Mas é realmente isso que acontece. Imagine só! Pegar o mundo com 7 BILHÕES de pessoas, e dizer que TODAS elas serão bonitas, apenas, e somente se forem de UMA FORMA! Isso é tão cruel! Essa cultura eurocêntrica, destrói a auto estima de garotas negras por todo o mundo dizendo que “o cabelo dela não é o certo, a pele dela não é o tom certo, o corpo dela tem curvas demais, a boca dela é grande demais, o nariz é grande demais”. Só o fato de existirmos e respirarmos esse oxigênio, já somos demais.

Sei que garotas brancas também sofrem com esse padrão, mas você já reparou como esse sistema cruel simplesmente MASSACRA mulheres negras? Só servimos pra ser suuuuper sexualizada no carnaval, pra ser a gostosa que tem samba no pé. E na hora de assumir relacionamento, os caras somem. Na entrevista de emprego, nós “não estamos no perfil da empresa”, e só tem uma chance mínima se estiver embranquecida ao máximo, com cabelo alisado, nariz suuuuper fino, ou disfarçado por um milhão de técnicas de contorno…

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beleza negra

A negra  na televisão é embranquecida pelas emissoras e em todos os meios de mídia vemos isso se repetindo.

As pessoas tem a necessidade de falar pro outro “você nem é tão negra assim…” como se ser negra e ter o nariz largo fosse algo feio ou ruim… Embranquecimento e tentativa de se encaixar nos padrões não é vantagem pra ninguém. Na verdade, essas situações só causam dor. Por tentar ser, algo que nunca seremos.

Dica do dia:

Aprenda a valorizar o que você tem de melhor, aprenda suas potencialidades e dê o seu melhor. Não dá pra agradar todo mundo, nem fugir quem somos. Só aceitação liberta.


Guia de cuidados com a pele 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Depois dessas festividades e da quantidade de maquiagem que aplicamos em pouco tempo, não tem nada mais merecido que um descanso pra nossa querida amiga, nosso cartão postal, nossa carta de visita, nossa pele! Não é mesmo?

Ao contrário do que parece, não precisamos esperar todas as festividades passarem.  O que vou contar pra vocês é o que faço sempre que vou remover maquiagem. Tomo sempre o cuidado de não dormir de maquiagem, nem deixar acumular produto.

Então vamos aos cuidados…

Escolha um sabonete líquido:

Lave o rosto com água e sabão pra retirar o “grosso”, o excesso de maquiagem sobre a pele. Algumas pessoas optam pelo lenço umedecido, mas o tradicional sabonete líquido continua dando conta do recado muito bem.

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Neutrogena – Ultra Gentle

Uso o Neutrogena no dia a dia pra remover a primeira camada de maquiagem. Gosto muito da textura e do cheiro desse sabonete. Como a embalagem diz, ele limpa profundamente sem ressecar. A pele fica hidratada, bem limpinha e cherosíssima!

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Mary Kay – Timewise Cleanser

Já esse sabonete da Mary Kay, é um esfoliante que costumo usar antes ou depois de maquiagens específicas. Sabe aquele dia que precisa de uma esfoliação pra coisa dar certo? Aquela pele pra festa ou casamento, onde elaboramos mais? Esse é o meu produto escolhido.

Conheça quão específico pode ser o demaquilante:

Sabia que existem demaquilantes para todos os tipos de pele? Oleosas, secas, mistas… Há no mercado uma infinidade de produtos, em gel, creme, pasta, óleo… Tudo depende do que você precisa.

Sempre usei qualquer demaquilante aplicado no algodão, e achava que tava abafando. hahahaha’ Até que comecei a perceber que os cílios era a parte mais difícil de limpar, sempre ficava restos de cola para cílios postiços e/ou rímel.

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ADCOS – Gel de limpeza

Uso o produto depois do sabonete líquido e o enxague. Ele limpa a pele profundamente e não deixa resíduo algum. Costumo enxaguar novamente após a aplicação na pele com algodão, porque ele realmente tem a consistência em gel e deixa a pele meio melecadinha. Sua recomendação no rótulo é pra ser usado com enxague.

Esse gel de limpeza da ADCOS foi ideia da minha tia. Essa marca nunca dá alergia nela, nem em ninguém aqui em casa, então resolvemos compartilhar o produto que tem aproximadamente 500g. Cada uma usa um frasco menor pra carregar na necessaire. Olha que genial!

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Elke – Demaquilante bifásico

Já o demaquilante bifásico da Elke, foi uma surpresa em tanto pra mim. Um dia testei usando cotonete pra retirar aqueles resíduos chatos de cola para cílios postiços e rímel. E não é que funcionou maravilhosamente? Fiquei simplesmente apaixonada! Agora uso cada demaquilante pra sua função.

Hidratante cheirosinho:

No fim de toda essa jornada, o passo final é abusar de um hidratante cheirosinho para seu tipo de pele. É ele que vai dar aquela sensação de pele limpa e macia. Alguns mantém o efeito até 24hrs, mesmo enxaguando.

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Epidrat – Corpo intensivo

Ok! Eu sei que está escrito na embalagem que o produto é corporal, mas não resisto! O cheirinho é uma delícia. E a maciez então?

Uso esse produto diariamente e sem medo de ser feliz. Esse é daqueles que mantem o efeito “bundinha de bebê” por várias horas.

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Mary Kay – Timewise hydratant

Olha o irmão do esfoliante aê minha gente…

Quando estou mais focada na missão de hidratar a pele, uso esse produto. Ele é menos consistente, mas não por isso menos eficiente. Gosto do cheiro que ele tem. E também é daqueles que deixa a pele macia por looongas horas.

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Eita gente! Quanta dica, quanto produto, né? Espero que vocês tenham gostado e se inspirado pra cuidar mais da pele no ano que se inicia. Manda a preguiça ir embora, e mão na massa!

Créditos: A foto em destaque foi retirada do site Pinterest.

Beijos e até a próxima 😉


Um dia de modelo – Parte II (Nanny) 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

A gente disse que a segunda parte viria, e ela chegou! A Isabela Cortez chamou essa parte de Nanny.

Nanny foi uma líder dos Marrons Windward da Jamaica (especie de quilbombolas jamaicanos ) que foi considerada uma das maiores potências militares da terra entre 1724 a 1739 sofrendo somente uma derrota na cidade de Nanny quando os britânicos que surpreendeu os marrons enquanto dormiam e disparou contra eles com armas giratórias portáteis.

Leia a matéria completa em: Grandes Reis e Rainhas da África – Geledéshttp://www.geledes.org.br/grandes-reis-e-rainhas-da-africa/#ixzz3uWIp4UVk
Follow us: @geledes on Twitter | geledes on Facebook

Pra quem não sabe, alguns amigos me apelidaram carinhosamente de Nanny alguns anos atrás e nenhum de nós sabia dessa história. Quando a Bela me apresentou essa sugestão eu fiquei maravilhada como esse nome tinha um significado maravilhoso. Nunca mais soou da mesma forma quando um amigo me chamou de Nanny. Caiu como uma luva essa inspiração na líder Jamaicana.

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Para conhecer mais o trabalho da Isabela Cortez é só clicar no nome dela 🙂


Bio Extratus Matizante

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Como prometido, hoje venho trazer pra vocês a resenha desse produto que recebi no Workshop do CBBlogers!

Se você ainda não viu o vlog, dá tempo de ver clicando no link https://www.youtube.com/watch?v=K8te_K30-o4

1.1

Linha completa Bio Extratus Matizante

Pra quem não sabe, a Bio Extratus é uma marca de mineira, e oferece várias linhas de tratamento para cabelos danificados, quimicamente tratados, tingidos… Tem pra todos os gostos e todas as necessidades. E de acordo com uma amiga Vegan, eles não testam seus produtos em animais. Legal saber disso né?

Então vamos aos produtos, e o que achei de cada um deles:

1.3

Esse é o shampoo. A consistência é um pouco densa, mas isso não compromete em nada o poder de limpeza do shampoo. A cor é beeem roxinha como vocês podem ver e sua ação é tirar o amarelado do cabelo, deixando ele mais “platinadinho”.

1.2

Esse é o condicionador. A consistência também é grossinha, e nesse caso, achei que ele não valoriza na hora de desembaraçar o cabelo. Senti um pouco de dificuldade, mas depois do cabelo desembaraçado é visível a maciez que ele traz. A cor é cinza, e ele é aquele poderoso que tira o alaranjado do cabelo, trazendo seu loiro de volta.

A diferença entre produtos para cabelos loiros é essa. Roxo: Tira o amarelão // Cinza: Tira o laranjão.

Poder puro isso né?

1.4

E por último, mas não menos importante: Temos essa pomadinha milagrosa. Confesso que não estava esperando muita coisa dela, porém, entretanto, todavia… Ela me surpreendeu demais! Pra começar ela esquenta no cabelo. Já imaginou que loucura? Não sei qual a vantagem de uma pomada que esquenta, só sei que o brilho que isso trás… JESUS! É uma loucura!

A consistência é de pomada mesmo, e a cor também é roxa. Lembrando que é uma pomada de enxágue, nada de ficar com isso no cabelo ok?

VANTAGENS:

O cheiro dessa linha é MARAVILHOSO! Precisava enfatizar isso, porque nem sempre os produtos para cabelos loiros tem o cheiro gostoso.

Eles cumprem bem a proposta, que é matizar cabelos loiros, retirando o amarelão e o laranjão. E dá pra sentir a diferença logo na primeira lavada.

DESVANTAGENS:

Conferi o rótulo e essa linha NÃO É LIBERADA PARA LOW POO. Isso foi o que mais me entristeceu 🙁 A Bio Extratus tem muitos produtos liberados pra No/Low Poo, mas infelizmente esses não são um deles.

Achei todos os produtos grossinhos demais. Isso a gente pode resolver com um pouquinho de água né? 😉

Numa pontuação de 0 á 10, dou a nota 7,5: Contabilizamos aí 2 pontinhos pelos proibidos do Low Poo e meio pontinho pela consistência.

OBS: Se vocês querem saber detalhadamente o que é NO/LOW POO é só clicar nesse vídeo que a linda da Mari Moreno explica com amor e paciência: https://www.youtube.com/watch?v=pjE11S30VKM