Batalha de looks com peças de brechó 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

No final de 2016 eu contei pra vocês sobre o brechó “Só Não Vendo A Mãe“, o primeiro que comprei na vida (ainda tenho a primeira peça que adquiri). E desta vez fui convidada pela Gracy – a dona da loja – para conhecer o novo espaço, que está maior, mais estiloso e super carismático! A parte masculina ganhou um novo destaque e eu juro que as meninas também vão morrer de amor pelas camisas masculinas. NO GENDER RULES!

O brechó ganhou além de um novo endereço, um novo conceito. Mais consciente, a moda sustentável agora é foco. A oportunidade de trazer um novo significado a uma peça em um universo onde a moda se faz cada vez mais rápida, é uma conquista! As sacolas são de papel, os flyers de folha reciclada e cada peça é tratada de forma muito especial, algumas chegam a ser customizadas.

Há um espaço destinado a designers locais e pessoas da comunidade que desejam vender suas criações e desapegos já que o Só Não Vendo A Mãe também trabalha com consignação. A estética negra que muito é valorizada pela Gracy, se faz presente nas bijuterias e acessórios vendidos. É de babar!

A batalha de looks

Escolhi 7 looks completos e fotografei cada um deles. O objetivo é fazer uma batalha de looks e mostrar a vocês um pouco mais sobre o estilo de roupas que o brechó Só Não Vendo A Mãe tem disponível. Assim como os modelos os preços são variáveis. É tudo uma questão de observar e garimpar com amor.

Confira no vídeo o resultado desta batalha!

A gente encontra de tudo um pouco, marcas consagradas no mundo da moda até peças sem etiquetas. Cada uma delas é armazenada com amor e avaliada de acordo com seu valor de mercado.

Por um preço acessível podemos encontrar coisas muito diferentes e cheias de personalidade. É realmente o brechó que recomendo pra quem quer começar a conhecer o mundo do garimpo.

Não podemos nos esquecer que o Só Não Vendo A Mãe também faz vendas online através da página no facebook, então se você não é de Belo Horizonte, corre lá!

O que você achou desta batalha de looks com peças do brechó?

Este post é um publieditorial.

 

 

 

 

 

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Kim Kadarshian e a nova KKW Beauty

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Recentemente Kim Kadarshian West colaborou com Kylie Jenner Cosmetics e desta parceria saíram 4 batons em tons nude – daquele jeito que a gente ama – e não satisfeita a bonita lançou KKW Beauty, sua nova marca de maquiagens. Atribuímos este momento á inteligência das mulheres da família Kadarshian que não perdem a oportunidade de fazer fortuna.

Kim deixou claro em uma entrevista que sua marca focará em coisas diferentes de Kylie, por isto elas trabalham juntas na intenção que espírito de concorrência não exista entre as duas. Entendeu, né? Não adianta querer comparar porque cada uma desenvolverá um aspecto diferente no mundo da maquiagem, que cá entre nós é gigantesco!

 

KKW Beauty

O primeiro lançamento da KKW Beauty foi um kit de contorno e iluminador, os dois na forma de stick cremoso, por isto a linha se chama Crème Contour & Highlight.

Aquele contorno Kadarshian perfeito que sempre sonhamos agora é possível com os novos produtos. E a melhor parte é que todos os tons de pele são contemplados pelos kits que contam com dois tons de contorno, um mais claro outro mais escuro e dois iluminadores, um mate e outro cintilante.

Light

Pensado para peles claras com o fundo rosado.

Medium

Pensado para pele clara com o fundo amarelado.

Dark

Pensado para negras de pele clara.

Deep Dark

Pensado para negras de pele escura.

Os produtos tem o design anatômico que facilita para ser carregado na necessaire. Cada kit vem com 2 sticks e um aplicador onde nas extremidades possuem pincel e esponja, e custa em média U$$48,00.

É a visão do paraíso, né? Então pode preparar o coração porque nunca sabemos o que esperar destas meninas. Com uma marca própria, tudo pode acontecer! Como sempre, os produtos foram sucesso de aceitação do público e esgotaram em 2 horas.

Estou doida pra testar esta novidade, e você? O que achou da nova linha da Kim?

Créditos: Imagens retiradas das redes sociais.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Pedaço de Música: Yo digo R, tu dices BD. RBD! 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Voltamos 13 anos no tempo. Isto mesmo, TREZE ANOS! A adolescência grita aos ouvidos de quem vestiu a saia plissada com botas na canela e gravatas. Não foi apenas uma sensação, foi uma febre! Continuamos Rebeldes e não mudaremos jamais. Yo digo R, tu dices BD. RBD! 

Para quem não conhece, Rebeldes, foi uma novela mexicana exibida no SBT no ano de 2004. Falava sobre jovens privilegiados em um ambiente elitista, onde o poder e os bens materiais são supervalorizados. Eles abrem os olhos para a realidade do mundo, lutam pelo direito de amar, para romper as barreiras sociais e pelos ideais nos quais acreditam. (Desculpa, eu tive que copiar do Google porque não teve sinopse melhor!)

A banda que começou como uma brincadeira rebelde adolescente se tornou o maior simbolo de protesto contra o universo que viviam. E adivinha? A banda saiu das telinhas para os palcos da vida real.

Em nome de nuestro amor a playlist de hoje vai celebrar os 13 anos sem Rebeldes, a novela mexicana que mexeu com a cabeça do Brasil todinho!

Pedaço 5: Nuestro Amor

Uma das músicas usadas para a abertura da novela em suas temporadas, sucessora do hit “eu sou rebelde quando não sigo os demais“.

Já perdi a conta de quantas vezes pulei esta música no meio da sala usando uma escova de cabelo como microfone.

Alguém ainda morre de amor por este uniforme? Todo mundo pensava: “Se os uniformes das escolas fossem assim, a gente morreria de alegria.” e no dia seguinte seguíamos com nossos uniformes azuis e cinzas em tons de sem graceza. (mais…)


Precisamos falar sobre término de relacionamento. 4 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Chegou a hora. O momento em que a gente revela as verdades e desnuda a alma. Término de relacionamento é algo que mexe tanto com a gente que não dá pra fugir. O tema vem a tona, a vergonha fala alto, mas os acontecimentos são honestos demais para não serem discutidos.

Há duas semanas terminei um relacionamento de 4 anos. Entre tantas tentativas e até mesmo idas e vindas, a racionalidade venceu! Foi bom enquanto durou, mas caminhamos por caminhos diferentes agora. 

A primeira coisa que veio a minha mente quando entrei no Uber com todas as minhas tralhas, foi a coragem. Por que a gente se esconde tanto atrás do medo? Por que continuamos acreditando que o amor vai vencer, mesmo quando os vestígios nos provam que é necessário um novo caminho? Que medo é esse de ficar sozinho que nos faz engolir tanto desamor?

Às vezes ficar sozinho é a melhor solução pra uma alma machucada em um relacionamento desgovernado que se perdeu no caminho. Não existem verdades absolutas, não existem regras para o sucesso; mas o amor próprio é o parâmetro da saúde mental. Nada que fuja disso tem possibilidade de dar certo. Amar demais, se entregar demais, querer salvar o outro de algo que nem ele mesmo quer, não é saudável. Não olhar para si no meio de tanta turbulência, é pedir pra que as coisas te magoem mais ainda.

Em uma sociedade onde falamos sobre ter mais empatia, mais amor ao próximo, soa egoísta falar de amor próprio. Mas as relações interpessoais começam a desandar quando uma das partes está em desequilíbrio.

Término de relacionamento não é o fim da vida. É um momento doloroso onde ambas as partes podem olhar a si mesmos como indivíduos e não apenas um “bolôlô” de sentimentos em uma relação. É encarar a solidão, se olhar no espelho e se perguntar “e eu, como fico?“. É dar valor ao que será de você de agora em diante.

Alguns clichês são muito utilizados nestes momentos: “tudo passa“, “vai ficar tudo bem“, “o tempo é senhor de todas as coisas“. E quer saber? Todos eles estão certos! O clichê é clichê por apenas um motivo, eles são verdades vividas por todas as pessoas. É sabedoria popular. É a cura da natureza para dores que achamos impossíveis serem curadas, para os sofrimentos que só nós sabemos.

Realmente, cada pessoa reage de forma diferente a mesma situação, mas não se esqueça nunca que somos todos humanos seguindo em uma caminhada. Existem coisas que vão acontecer pra todo mundo mais hora, menos hora. O término de relacionamento é uma delas.

Durante estas duas semanas, ouvi relatos de mulheres que finalizaram suas relações em busca de felicidade. A palavra que mais escutei até aqui foi “CORAGEM”. Aquela que nos falta quando estamos em infelizes. O famoso medo de mexer em time que está ganhando.

O patriarcado ganha muito em cima do nosso medo. É assim que conseguem mulheres caladas, se sujeitando a relações abusivas, desrespeitosas, sem um pingo de amor e empatia. Foi sob o medo que minha avó viveu anos ao lado do meu avó que guardava uma faca embaixo do travesseiro. Uma mulher corajosa liberta toda uma geração! Ela serve de exemplo à suas semelhantes e mostra que não precisamos nos sujeitar a tamanha falta de amor.

O mundo é gigante, o amor está em toda parte. Eu continuo acreditando no poder das minhas ações e que minha força pode alimentar milhares, assim como a força de várias mulheres me sustentaram ao longo da semana. Sigo acreditando que o amor chegará até mim de uma forma ou de outra e que cada um tem o que merece. O que é nosso tá guardado, e enquanto não chega, vamos dominar o mundo com nossa CORAGEM!

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Pedaço de Música: Anavitória 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Semana passada falei sobre os artistas que eu nunca gostei e lembrei ao longo desta semana da época que eu falava que não curtia Anavitória.

Para ironia do meu doce destino, adivinha o que aconteceu? Isto mesmo, completamente apaixonada por estas duas!

A coisa mais difícil da vida foi pensar em uma ordem para essas músicas. É sem condição de tão linda a forma que elas compõe e poetizam tudo.

Pedaço 5: Trevo

Esta foi a primeira música que me cativou. A musicalidade me chamou a atenção de primeira e a letra da música poética que só. A participação do Tiago Iorc na versão de estúdio ajudou muito, confesso.

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Como encontrei a paz interior

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Durante muito tempo busquei a tão sonhada paz interior. Depois de alguns anos finalmente entendi que nada faz sentido se eu não estiver bem por dentro. O desafio é que a jornada que enfrento todos os dias para alcançá-la.

Para alguém que sempre precisou de aprovação pra sentir paz interior, era um conceito quase incessível pensar em fazer as coisas sem olhar pra trás. Sempre fui muito comedida com as minhas atitudes porque minha mãe me ensinou a pensar um milhão de vezes antes de fazer qualquer coisa. O medo de que algo saísse do controle foi algo constante na minha adolescência e ainda é. 

O fato é que não dá pra viver pensando qual será o próximo buraco que nos fará tropeçar, e é simples entender porque: nem sempre temos controle das coisas. É tudo muito imprevisível. Podemos nem estar aqui amanhã. A vida, assim como o amor, é um jogo de azar. Em um momento tudo está bem e no outro as coisas vão por água abaixo.

Como encontrei a paz interior

Por isso, precisamos estar bem conosco. Esta é a razão pela qual a paz interior é importante. Diante dos desastres inesperados da vida precisamos ter força para prosseguir. A atitude de consultar os sentimentos, de entender as vontades, reconhecer as limitações, considerar as possibilidades, nos faz mais seguros para tomar decisões, mudar atitudes nocivas e assim transformar nossas vidas. 

Quando depositamos nossa felicidade e bem estar nas mãos de outra pessoa, estamos a mercê das vontades dela. Ao mesmo tempo que esta pessoa deseja que você seja feliz, ele está mais interessada na própria felicidade.

Gente que se ama tem luz própria; amor pra dar. Gente que está em paz atraí mais gente decidida. E então o ciclo de amizades e referências será repleto de inspiração e força. E vamos combinar que todos nós precisamos disto, né?

Como encontrei a paz interior

Foi vivendo um dia de cada vez e me permitindo errar que aprendi quem eu sou. Foi tentando errar menos que me motivei todos os dias a me fazer melhor pra mim e para os outros. É ouvindo minha intuição e respeitando meus instintos que entendo quando algo me incomoda e busco ao máximo ser honesta para reconhecer quando algo não me faz bem.

Por fim, tenho perdido aos poucos o medo de desagradar os outros. Minha maior preocupação agora é agradar a mim mesma e ser cada vez melhor para as pessoas ao meu redor.

Mágico é ter a alegria de ser quem é. É saber que mesmo com todos os defeitos e problemas ser você é a melhor parte. Tomar as próprias decisões, ter autonomia sobre o próprio corpo, amar a si mesmo, é a maior libertação que um ser pode vivenciar para alcançar a tal paz interior.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Pedaço de Música: Artistas que eu nunca gostei 13 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

A vida, meus caros, é irônica. E adivinha o que vim fazer aqui. Me redimir? Talvez! Nunca curti muito alguns artistas e fiz questão de deixar bem claro, mas a vida faz questão de esfregar isso na minha cara e eu acabei me apaixonando por música ou outra desses artistas.

Agora me resta catar os cacos da minha vergonha na cara e fazer um top cinco das melhores músicas dos artistas que eu menos gostei na vida.

Pedaço 5: Cobertor – Anitta

Vamos começar com a mais polêmica, porque é de polêmica que a gente gosta mesmo!

Nunca fui muito fã da Anitta, houve um tempo – no começo da carreira dela – em que eu a achava forçada e um “projeto de querer ser os outros”. A primeira música que ganhou meu coração e o repeat foi Cobertor em parceria com o Projota.

Todo mundo me mandava desligar a música porque por fim ninguém aguentava mais, hahaha’.

Com o tempo fui entendendo um pouco mais sobre ela, a forma que ela lida com o trabalho e apesar de discordar de muita coisa passei a admirar tudo o que ela conquistou. Cês tem noção do que é uma menina/mulher de 24 anos administrar uma carreira deste tamanho?

Ela é sem dúvidas a maior representante da música pop brasileira em todo o mundo e ninguém pode negar.

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Bendito Seja – Haskell

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Há algumas semanas fui convidada pela Haskell para um evento onde seria apresentado a nova linha Bendito Seja.

Tivemos aplicação de produtos, palestra sobre a nova linha, pudemos ouvir a dona da marca contar um pouco sobre sua história, participamos de um momento de perguntas e respostas e um coquetel muito bacana.

Palavras do fabricante

A Linha Bendito Seja é um sistema exclusivo de regeneração capilar fio a fio para os cabelos opacos, desvitalizados e processados quimicamente. A associação dos ativos, vinagre balsâmico e complexo de proteínas, proporciona restauração e proteção aos cabelos, aumentando sua resistência contra agressores externos e processos químicos.
Agora, você pode ter cabelos saudáveis e rejuvenescidos!

Bendito Seja - Haskell

A proposta é que você tenha um tratamento de salão todos os dias sem ter que sair de casa. E a linha atende a todos os tipos de cabelo.

O press kit conta com: Shampoo, Condicionador, Máscara de hidratação, Fluído proteico e Proteína capilar.

Dentro da latinha recebi versões mini do shampoo, condicionador e máscara de hidratação. Este kit é a mesma versão brinde da ação Haskell no Shopping Estação em Belo Horizonte. Em compras acima de x valor, você ganha um kitzinho na latinha, portanto, consulte o regulamento para receber a sua!

Shampoo e Condicionador

 

A consistência não é tão densa nem tão diluída. É perfeito para aplicação. O shampoo é perolado, o que dá a sensação de menos ressecamento. O condicionador facilita o desembaraçar por parecer uma “manteiguinha” fazendo o cabelo “derreter” logo na primeira aplicação.

Bendito Seja - Haskell

A máscara de hidratação dá a mesma sensação de manteiga. Pode ser aplicada no chuveiro em uma hidratação express de 3 minutinhos. O que facilita muito no dia a dia de quem não tem tempo de hidratações mais elaboradas.

O interessante é que a máscara também é ótima com as misturinhas que amamos. Tem como usar de várias formas diferentes para atender todos os tipos de cabelos e necessidades.

Inovação e praticidade

Até aqui você deve ter pensado “ok, nada novo sob o sol“. Mas aí é que você se engana! Como a linha foi pensada para contemplar todas as consumidoras, foi desenvolvido dois novos produtos: o fluído proteico e a proteína capilar.

O fluído proteico serve para proteger o cabelo principalmente do calor do secador – olá amantes do difusor! -, dá ao cabelo um toque suave e possui ação anti frizz. Contém vinagre balsâmico e complexo de proteínas.

Gostei muito de usá-lo na finalização mesclando com meu creme de pentear. Primeiro aplico o creme de pentear e depois dou algumas borrifadas, amasso os cabelos na fitagem inversa, e depois disso: difusor!

Bendito Seja - Haskell

Já a Proteína Capilar é também um complexo de proteínas que protege o cabelo da ação adstringente do shampoo reconstruindo a estrutura interna do fio. Ou seja, quem ama a técnica Low Poo vai amar a ação deste produto, assim como eu!

Gente, fiquei chocadíssima com o resultado do cabelo porque de todos os shampoos com sulfato que já usei na vida, o Bendito Seja foi o que menos ressecou meu cabelo. Combinado com a Proteína Capilar então… Foi o suficiente pra que meu cabelo ficasse limpo, porém sem ressecamento. Senti que a Proteína funciona também como uma “umectação“, sabe?

Resultado linha Bendito Seja da Haskell

A foto é do dia que lavei, e os day after’s seguem com a mesma definição. Confissão de amiga: tenho lavado meu cabelo uma vez na semana e os produtos da linha Bendito Seja seguraram mesmo o cabelon.

Sem contar o perfume! Cês sabem que amo tudo bem cheirosinho, né? O cheiro fica maravilhoso no cabelo. Recomendo demais!

O shampoo foi o primeiro a acabar em casa, a família aprovou os produtos. E é assim que eu sei que eles gostaram. Os preferidos acabam primeiro, hahahaha’.

E você, como seleciona seus favoritos?

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Pedaço de Música: Paramore

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Tem banda que a gente ama só por existir, Paramore é uma delas. Eles fizeram história trazendo algo diferente na cena “emo” nos anos 2000, lançaram um álbum auto intitulado uns 4 anos atrás e agora chega com tudo em uma pegada pop colorida.

Quem curte as referências pop art dos anos 60 vai notar na hora de onde as inspirações vieram. É uma mistura de elementos muito interessante.

Por isso escolhi a banda para tema da nossa playlist de hoje. Vamos observar em um top de 5 músicas a mudança que tiveram ao longo dos anos.

Pedaço 5: Misery Business

Era 2007 e a única coisa que a gente via no Disk MTV eram as paredes pretas e brancas com o cabelo da Hayley pra fazer contraste.

Se nessa época a gente já questionava os padrões de beleza, imagina os textões que rolam agora? 😉 A gente ama essa banda e não é pouco!

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Girlboss: por uma outra perspectiva (alerta de spoiler) 3 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Muito se ouviu falar sobre a nova série do Netflix, Girlboss. Não sei vocês, mas eu corri pra ler todas as resenhas a respeito, porque já estava louca com o tal livro rosa que viralizou o termo mais usado para representar o #girlpower ultimamente, e tudo isso falando de moda. Um prato cheio para mulheres modernas emponderadas, certo? Bom… Talvez nem tanto!

Ok, mas disso a gente sabe, né? Temos resenha do blog Fashonismo, Modices, e váaaarios outros apontando problemáticas muito importantes sobre a personalidade de Sophia e o inicio polêmico da Nasty Gal. Ainda sim, senti a necessidade de trazer meu olhar sobre a série e pontuar algumas coisas que percebi e ainda não foram citadas.

Sinopse

É baseado no livro de mesmo nome que conta a história real da criadora da marca de roupas Nasty Gal. Foi a pioneira no mercado de venda online há 10 anos atrás. Sophia Amoruso é uma garota de 23 anos vivendo em uma apartamento alugado em São Francisco e apesar das dificuldades financeiras, se recusa a voltar pra casa do pai.

Girlboss: por uma outra perspectiva

A menina que nunca cresceu

Sophia não aceita a vida adulta por ser ~aonde os sonhos vão para morrer. Mas que sonhos? Isso não fica explícito na série, então temos exatamente a impressão de uma menina mimada, orgulhosa, que não respeita ninguém. Ela tem o melhor dos dois mundos: entra nas baladas, faz o que “bem entende” da vida, mas quando dá problema, simplesmente varre para baixo do tapete e diz que não está pronta pra assumir tal responsabilidade.

O ponto aqui, é que eu vejo este comportamento muito presente na vida de nós millenials. Fomos ensinados que somos especiais, que devemos fazer o que amamos, que o importante é viver dos nossos sonhos custe o que custar.

Talvez por isso me identifiquei com as crises existenciais que ela tem, o orgulho em não querer voltar pra casa do pai, a falta de humildade em aceitar a amizade de pessoas honestas, o egoísmo em achar que apenas ela tem problemas e que o mundo gira em torno de si.

Todos nós em algum momento da vida já tivemos algum destes comportamentos – em maiores ou menores graus – simplesmente pela forma que fomos criados, pela facilidade que a internet trouxe e a mudança na auto estima de toda uma geração.

Sejamos honestos, o que Sophia faz no começo do seu negócio é o que a maioria de nós faríamos se tivéssemos as mesmas oportunidades – não podemos negar que a criatividade e o timming que foram perfeitos. O que não significa que esta postura esteja certa!

Por isso, o rodo da desconstrução é sempre necessário. Nós enquanto jovens adultos precisamos mudar nosso comportamento em relação a nós mesmos e aos outros. E esta mudança chega pra cada pessoa em uma circunstância diferente de acordo com o caráter, condição social e urgência na vida – não podemos desconsiderar que o caráter é algo construído socialmente, a gente não nasce assim.

Girlboss

Vá se foder, mundo!

 

O mundo capitalista e a internet

A diferença entre Soph’s e outros jovens empresários de classe média da vida real, é que seu problema de caráter foi revelado ao mundo. Vocês já pararam pra pensar em quantas empresas começaram fraudando, burlando, roubando, sendo desonestos? Talvez a gente não tenha a noção do quanto isso é real!

A problemática da mão de obra escrava, produtos superfaturados e desvalorização dos funcionários vem de longas datas. O capitalismo, mores, tá aí desde que o mundo é mundo. Sophia Amoruso não foi a primeira nem será a última a construir um império em cima da desonestidade.

Isto é o que chamamos de “white girl problem“. Sabemos que se esse mesmo comportamento questionável viesse de alguém pobre, ou negro, as consequências viriam a trem bala. Algo que não aconteceu com a branca, magra e rica protagonista da revolução na moda online.

 

Sobre a produção

Disto a gente não pode reclamar, né? A Netflix tem caprichado na qualidade do material audiovisual. O figurino está muito bonito, mas me perguntei algumas vezes se estava de acordo com o contexto, já que a série se passa em 2006 (juro que não lembro o que os adultos vestiam nessa época, hahaha’).

A trilha sonora está divertida e ainda temos a participação de Ru Paul pra deixar tudo dentro dos conformes.

Temos 13 episódios de 30 minutos e confesso que senti falta de ouvir mais sobre moda, o que as pessoas consumiam na época, quais as marcas importantes e as grandes referências. Pensem comigo! 10 anos de diferença entre o acontecimento e o relato é MUITA coisa! A última produção importantíssima no quesito referência foi “O Diabo Veste Prada” e isso já faz 11 anos. Ainda sim o filme é considerado um divisor de águas no mundo da moda.

 

Linha dramática e a personalidade de Sophia

Confesso que comecei a assistir procurando os defeitos que li nas críticas, e não se enganem, eles estavam lá! Mas ao longo da série me identifiquei muuuito com a protagonista e senti a humanização dela. E por se tratar de uma versão livre de uma auto biografia é muito fácil encontrar este lugar de identificação. Estamos falando de alguém que existe e continua escrevendo sua trajetória ao longo dos anos.

A série é como sobre tudo começou, portanto, não podemos julgar sua personalidade, até porque somos mutáveis (apontar problemáticas e julgar são coisas completamente diferentes. Inclusive, amo uma boa problematização e acho que neste caso foi super pertinente).

Achei a linha dramática boa porque vemos ao longo da narrativa o amadurecimento de Sophia. Dá pra sentir que ela não é a mesma menina que iniciou a série passando sermão sobre a vida adulta. E estes acontecimentos aparecem de forma gradual. Inclusive o guarda roupa dela vai evoluindo sutilmente.

Primeiro ela se desculpa com a mãe de Nathan pelo chilique do dia anterior (no episódio da entrega do vestido de noiva). Depois vem tentativa de ligação para o pai, dizendo que sentia saudade e que estava tudo bem (episódio em que ocasionou o rompimento da hérnia). O carinho em que trata o chefe na escola de arte quando vai se demitir (no episódio em que ela faz a cirurgia de hérnia).

A vez em que pensou em pedir ajuda ao seu pai e se estruturou de forma madura para que ele a ouvisse com seriedade (episódio em que ela faz as planilhas e inclui Shane no plano para apoiá-la). Cada momento em que ela reconheceu seus erros e venceu seu orgulho para pedir desculpas à Annie. O que dizer do pedido de desculpas/agradecimento à mocinha do outro brechó online vintage? (Não lembro o nome dela agora). Até chegarmos ao fatídico final onde reconhece que não teria dado um passo sequer se não tivesse ajuda daquelas pessoas ali presentes.

A história é bem amarrada e não deixa nenhum personagem pra trás, apesar do sumiço de alguns durante os episódios. O encontro final no lançamento é quando a gente percebe que aquelas pessoas realmente tocaram a vida dela.

Girlboss

Gostei da série, me identifiquei com o universo da protagonista, a vontade de correr atrás do seu sonho (apesar de ninguém saber qual é na real), de não se render e não aceitar envelhecer como todas as outras pessoas se conformando com um vidinha pacata – isso não significa que concordo com a forma que ela fez as coisas.

A série me incentivou a continuar garimpando em brechós, afinando meu senso de estilo, acreditando e investindo em consumo consciente – porque sim, me recuso a pagar 100 dólares em uma peça que foi comprada por 8 – e a valorizando das pessoas. Me fez refletir também que auto confiança não é maltratar ninguém ao seu redor, ou ter que diminuir alguém pra se sentir bem. É reconhecer seus pontos fortes e não desacreditar deles.

Eu entendo as problemáticas e privilégios que Sophia carrega ao longo da sua história, mas o comportamento dela em algumas ocasiões são muito próximos de várias pessoas da nossa idade. As mesmas pessoas que cresceram acreditando que poderiam tudo independente do que viesse, que precisariam passar por cima de tudo e todos para provar um ponto de vista e que não precisa de ninguém pra ser feliz.

A mesma geração que desconstrói relações porque não encontra ninguém “bom o suficiente” para satisfazer seus caprichos mesquinhos (isso pode virar um post pra outra hora).

Procurando os erros, encontrei alguns acertos. E talvez seja apenas a questão de tentar enxergar as coisas por outras perspectiva.

Créditos: Imagens retiradas do Tumblr.

Beeeijos e até a próxima! 😉

Assinatura Nattany Martins

 

 

 

 

 

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