Rodrigo Hilbert, um homenzão da porra!

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Muito tem se falado sobre Rodrigo Hilbert e suas habilidades. O questionamento que fica é: porque ele é considerado um homenzão da porra?

Dentre suas habilidades estão cozinhar, caçar animais para o prato do dia, fazer casinha na árvore para as crianças, e crochê! Tanto virtuosismo tem fomentado a discussão sobre machismo, masculinidade e igualdade de gênero.

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Uma aventura no Mei du Mato

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Algum tempo atrás manifestei a vontade de compartilhar minhas andanças, desde as coisas mais simples às mais sofisticadas. Hoje é dia de se aventurar pelo Mei du Mato, um pub no centro de Contagem na região metropolitana de Belo Horizonte.

O começo da experiência

Cheguei por volta das 20hrs e a primeira coisa que me chamou a atenção foi o quadro negro anunciando a atração da noite: um duo de voz e violão cantando o melhor da MPB. A primeira coisa que me prometeram é que a música seria maravilhosa, e a promessa foi cumprida com muito sucesso!

Um DJ esquentou o ambiente com algumas músicas eletrônicas – o que eu achei meio nada a ver com o ambiente, mas essa é uma visão que seria lançada no esquecimento com o que viria a seguir – até os músicos subirem ao palco e cativar a atenção da platéia. Eles foram suuuuper carismáticos e se esforçaram para atender a todos os pedidos da galera.

Mei du Mato PUB

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Músicas POP no Spotify pra animar o dia

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Uma amiga me mandou mensagem estes dias perguntando se eu não tinha uma playlist no Spotify de músicas pop que poderia compartilhar com ela. Sempre junto minhas músicas preferidas em uma playlist, porém nunca tinha compartilhado com ninguém. Agora é a hora!

Selecionei as músicas que me fazem bem quando chega a sexta feira. Aquelas que colocam meu espírito pra cima e me deixam com vontade de curtir a vida. A gente sempre tem alguma coisa desse tipo, né?

 

Música POP pra levantar o astral

É só clicar na imagem que você será direcionado à playlist no Spotify

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Crise dos 20

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Alguns processos se repetem na vida da maioria das pessoas. A crise dos 20 é um deles e a gente ainda não está pronto pra lidar com este furacão de informações.

Uma constante sensação de falta, a cobrança por ainda não ter “chegado lá”, a comparação com realidades completamente diferentes das que conhecemos, as redes sociais nos afirmando que não somos bons o suficiente.

É quase como um sufoco, um nó na garganta que por vezes tira a esperança de dias melhores e nos faz esquecer que amanhã é um novo dia com um novo começo.

Pode parecer meio cruel, mas gente se sente bem quando percebe que não somos os únicos a passar por isto. As crises fazem parte da vida da maioria de nós, e como sociedade cíclica acostumamos a ver estes padrões se repetindo.

Aos 30 teremos novas questões, aos 40 variadas frustrações e até a meia idade guarda suas inseguranças. De forma geral  é uma utopia acreditar que essa angústia passa com o tempo. Ela se resolve de acordo com o que decidimos fazer dela. E então abrimos novos espaços para que novas crises se apresentem.

Os questionamentos construíram a sociedade. Vamos permitir que ajudem a construir nosso caráter.

Beeeijos e até a próxima! 😉


A importância de ensinar crianças a valorizar a estética negra 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Sempre ouvi dizer que não era saudável para o desenvolvimento das crianças crescer cercadas de elogios. Com as crianças negras é diferente.

Desde pequenos ouvimos que o nosso cabelo é feio, que nossa pele não é aceitável, que somos fedorentos, desleixados, nada agradáveis aos olhos. Tudo isto é dito em sutilezas entre brincadeiras; com o tempo a gente acredita que seja verdade.

Na adolescência somos os últimos escolhidos para um relacionamento sério, os primeiros a ficar sozinhos. Só seremos beijados se for em segredo.

Assim a vida segue e somos o tempo todo convencidos que a nossa estética definitivamente não é bonita. Como não acreditar em algo que nos é dito desde a infância? 

Uma boa auto estima é construída desde pequenos. Crianças confiantes em sua imagem e inteligência se tornam adultos que se importam menos com a aprovação alheia. Crianças negras precisam ter em quem se espelhar, precisam ter em quem se reconhecer para então aceitar a identidade que lhes pertence.

Negar nossa estética só trás prejuízo a auto estima e a sociedade. Ainda precisamos de pessoas firmes que mostrem que a negritude não é algo pejorativo, negativo e feio. Temos váaaarias qualidades e a beleza estética também é uma delas,

Se nós adultos absorvemos as apalavras que nos são ditas repetidamente, imagine as crianças?

Créditos: Imagens retiradas do tumblr.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

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7 lições que aprendi em 7 temporadas de Gilmore Girls 5 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Sempre ouvi falar muito bem do seriado Gilmore Girls. Quando a Netflix liberou a season finale ano passado, fiquei doida para maratonar tudo. Minha lembrança desta série é bem remota, já que ela foi exibida no SBT nos anos 2000 com o nome de “Tal Mãe, Tal Filha”.

Sinopse

O enredo da série é de se apaixonar! Lorelai Gilmore está em sua melhor forma e viciada por cafeína. Sua família vem da alta sociedade na cidade de Hartford. O que eles não esperavam é que Lorelai engravidasse aos 16 anos e fugisse para Stars Hallow na intenção de criar sua filha Rory – Lorelai Gilmore III para os menos íntimos – sozinha.

O acontecimento foi um choque para família já que ela não se casa com o pai da criança, não vai para faculdade e tem uma vida fora dos padrões desejados por Emily e Richard – pais de Lorelai.

A série começa quando Rory tem 16 anos – a idade que a mãe engravidou – e Lorelai tem 32. A relação das duas é baseada na amizade, amor e respeito; beeem diferente de Lorelai e sua família. A oportunidade de mudar esta situação aparece quando Rory vai para Chilton – uma escola particular –  e Lorelai se vê obrigada a pedir um empréstimo para os pais. A condição para o empréstimo? Jantares todas as sextas, reunidos como só uma família poderia ser.

“Rory. Bom… Lorelai tecnicamente.”

Meu diário Gilmore

“Ela estava deitada no hospital pensando como os homens nomeiam seus sucessores o tempo todo, então porque uma mulher não poderia?”

Como toda boa série, a gente se apega, morre de amor e aprende um tanto. Com nossas meninas não poderia ser diferente.

Lição 1: Ter a mãe como melhor amiga é a melhor coisa no mundo!

O que mais me chamou a atenção na série é como Lorelai tenta construir com sua filha o tipo de relação que nunca teve com seus pais, e ela consegue! Me identifiquei demais porque tenho essa relação maravilhosa com minha mãe.

Foram vários momentos que me peguei pensando ao longo da série “Meu Deus, como somos Gilmore!” e este pensamento alimentou mais ainda e me fez enxergar o quanto essa relação com a minha mãe é importante pra mim. Minha princesa tinha 19 quando engravidou de mim, então não estamos tão longe da realidade Gilmore, né? 😉

Lição 2: Existe um jeitinho Gilmore que consegue de tudo um pouco.

Rory me inspirou por gostar muito de leitura, assim como eu. E cara, ela dava conta de tudo! Chilton, Yale, do namoro, os momentos com a mãe… Sempre que penso na quantidade de livros tenho pra ler, séries pra atualizar, jobs pra entregar. Eu paro e penso: Se a Rory deu conta, eu também dou!

Já Lorelai, assim como Emily tem uma incrível agilidade e poder de argumentação. Quantas vezes vimos as pessoas cedendo às vontades delas por não saberem dizer não a tanto falatório argumentativo? Elas conseguem tudo o que querem. e a gente quer aprender como faz essa magia Gilmore acontecer. 

Não posso desperdiçar mais nenhum tempo e energia com arttifícios e besteiras.

 

Lição 3: Até as pessoas mais fortes precisam de apoio.

É uma grande ilusão acreditar que quem tem muito pra dar, nunca precise receber. Lorelai pôde contar com várias pessoas ao longo da sua vida e elas a sustentaram nos vários momentos de dificuldade.

Às vezes a gente deixa de dar uma palavra amiga a alguém por pensar que essa pessoa é forte o suficiente e que sabe se virar sozinha, provavelmente isto é verdade. Mas a gente só se fortalece através do apoio das pessoas que nos amam. 

Lição 4: O boy lixo pode acontecer pra todas nós!

A gente se apaixona e aí pronto! Não há uma viva alma que nos aconselhe, que consiga convencer que não vale a pena insistir nesse romance fadado ao fracasso. O fato é que relacionamentos só vão adiante – principamente se o casal for muito diferente um do outro – se os dois forem bastante honestos.

Há teorias controversas sobre os namorados de Rory, mas pra mim o mais danoso foi o Jess – apesar do Logan não ser tão santo assim. Pelo menos o Logan entrou na relação de cabeça, coisa que o Jess não fez!

Mas vamos combinar, cada pessoa tem seu tempo de maturidade e algo que é ruim agora pode nos ensinar bastante e nos fazer crescer.

Lição 5: Nem sempre temos certeza do futuro.

Se a Rory – que era um exemplo de menina – teve dúvidas quanto suas escolhas, que dirá nós meros mortais!

Às vezes nossas maiores certezas se tornam pesadelos e então precisamos de tempo para respirar e recalcular os objetivos. Os sonhos podem, e vão, se transformar ao longo do caminho e cabe a nós ter maturidade pra saber qual rumo tomar.

Lição 6: Podemos – e devemos – dar o primeiro passo para reconciliação.

Que Emily e Lorelai nunca tiveram uma boa relação, disso todos nós sabemos, mas em alguns momentos vimos as duas se apoiando e dando um passo – ainda que pequeno – para a reconciliação.

Lorelai precisou entender o ponto de vista da sua mãe para então recolher sua postura passiva-agressiva.

Existem momentos na vida que as coisas só vão melhorar se a gente mudar de postura. Esperar compreensão dos outros sem se permitir compreender é um erro rude!

Lição 7: Valorize suas amizades!

Foi lindo ver a Rory acompanhando a Lane e tendo seu apoio até o fim das 7 temporadas. Ainda que a vida as levasse para caminhos diferentes, elas não abandonaram a amizade.

A forma que elas se descobriram e compartilharam esses momentos foi lindo e é aquele tipo de amizade que as duas poderiam ficar meses sem se ver, que os reencontros eram intensos e cheios de verdade.

Foi triste chegar ao fim da sétima temporada sem saber o que aconteceu com Rory e todo o lance da Lorelai com o Luke. Por isto a Netflix nos presenteou com o especial “Um Ano Pra Recordar“. Ouvi muitas críticas ao especial, mas confesso que fiquei super curiosa e ele não vai passar batido. É a próxima etapa para despedir das meninas Gilmore.

E pra tentar amenizar meu sofrimento tem a dica bônus que vai comigo para o resto da vida.

Lição Bônus: Uma boa xícara de café tem seu lugar!

Nunca fui o tipo de pessoa viciada em café – na verdade fui daquelas crianças leite com toddy – já que minha gastrite não me permite tanta cafeína. Mas todas as vezes que eu via Lorelai e Rory falando de café eu sentia vontade de apreciar um pouquinho.

Depois de algumas tentativas passei a admirar os momentos com café, e confesso que me sinto parte da família quando encho minha xícara. Sempre que sinto aquele cheirinho tenho a certeza que aprendi e cresci muito com nossas Gilmore Girls.

Você sabe, algumas pessoas costumam dizer que café no meio da noite pode tirar seu sono.

Mas como diria Lorelai a Rory: “As pessoas são burras.”

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

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Pedaço de Música: Divulgando e enaltecendo o Melodrama

Hello Pipol, tudo bem vocês?

Nossa querida Lorde veio com tudo este ano e o novo álbum intitulado Melodrama está arrasando. Devido ao meu vício decidi contar pra vocês as 5 músicas que mais curti. Uma ótima oportunidade pra você que ainda não ouviu, conhecer o novo trabalho da bonita.

Pedaço 5: Green Light

Vamos começar pela música que foi o primeiro single deste novo trabalho. A princípio ficou todo mundo sem entender nada, porque não era nada parecido com o que já tínhamos escutado dela. Deu aquele medinho tipo, “Meu Deus! O que a Lorde tá arrumando da vida?” mas no fim seguimos todos bem abraçando o novo momento.

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Compartilhando andanças e o Café Metrô no bairro Eldorado

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Esta semana estava olhando lugares novos pra ir, o objetivo era descobri uma hamburgueria interessante na região metropoliana de Belo Horizonte. Fiquei horas revirando o Google e custei a encontrar resenhas interessantes de lugares em BH. Por isto pensei, porque não compartilhar minhas andanças e ainda ajudar as pessoas a escolher lugares legais pra sair?

O objetivo do blog sempre foi contar coisas do meu cotidiano pra vocês, e a parte “destinos” anda um pouco desatualizada, portanto, uni a fome com a vontade de comer – literalmente!

Não prometo grandes coisas, o intuito é contar um pouco das experiências por aí, das mais legais às menos interessantes. Quem sabe não rola uma #hashtag exclusiva no insta só pra isso?

Café Metrô

Pra honrar a promessa de não ter compromisso com a “fancylidade” – leia-se: chicura – do lugar, a experiência de hoje vai ser bem baratinha e simples mesmo.

Faz muitos anos que passo pelo metrô Eldorado e nunca resisto a um pão de queijo do Café Metrô. O lugar foi escolhido pela facilidade já que a lanchonete fica dentro do metrô Eldorado, logo ali ao lado do trilho do trem. Uma solução ótima pra quem está com pressa e não pode rodar a roleta pra comprar um lanchinho.

Confesso que não gosto muito de café – relação que tem mudado bastante depois de Gilmore Girls – mas decidi arriscar a um tempo atrás e viciei. Dois pães de queijo e um cafézinho por R$3,50. O café vem sem açúcar e pode ser adoçado na hora, espartame e açúcar estão a disposição dos amantes de glicose.

Outras ofertas também são interessantes, e apesar de nunca ter provado, os salgados tem cara de gostosos. Sabe aquele lanche que parece ser feito com capricho? Pois é, atire a primeira pedra quem nunca comeu com os olhos, hahaha’.

O espaço é bem limpinho – sempre que passo por lá vejo as meninas limpando – e o pessoal come em pé no balcão mesmo, já que a proposta é oferecer aos clientes lanche rapidinho. E a melhor parte: não corre risco de perder o trem.

Fico me sentindo bem americaninha tomando café no metrô, hahaha’. Se você estiver passando por ali, não perca a oportunidade. É baratinho, bom e vale a experiência.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

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Depois de anos li Capitães da Areia e me surpreendi

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Sempre quis ler alguns livros mais complexos e por que não começar pelos clássicos? Ao longo da minha adolescência ouvi muita gente falando bem de Capitães da Areia, inclusive sendo citada em referências musicais e outras obras artísticas. Demorei muito, mas finalmente li e posso dar minha opinião pra vocês.

Sinopse

O livro foi escrito em 1937 por Jorge Amado e fala sobre um grupo de meninos órfãos vivendo na Bahia em um armazém abandonado, onde a trajetória é marcada pelos furtos que faziam para sobreviver. Sem orientação direta de pessoas adultas, os Capitães da Areia ficaram conhecidos como os jovens mais perigosos de Salvador.

A começo de conversa, este não é um livro infantil. Trata-se de crianças porém recomendo a leitura aos maiores de 14 anos. Alguns acontecimentos na história são bem chocantes e conseguem ser digeridos melhor com um pouco mais de maturidade – que convenhamos não tem a ver com idade, né? Maaaas, por via das dúvidas vamos ficar com esta faixa etária mesmo, hahaha’.

A leitura foi mais leve do que imaginei. Confesso que aguardei mais um daqueles clássicos difíceis que somos obrigados a ler na escola. Talvez se eu tivesse contato com este livro na escola não teria gostado muito, mas com um pouco mais de maturidade é possível entender o tipo de crítica feita na narrativa.

O significado literário

Gosto deste tipo de leitura que nos faz pensar sutilmente através de problemas escancarados sobre as desigualdades vividas no Brasil. O contar desta história é uma chamada didática ao questionamento, e digo didática porque quando pensamos “o que acontecerá com estes garotos?” estamos avaliando não só a narrativa literária, mas também ativando o senso crítico.

Me peguei o tempo todo pensando “mas será que ninguém se importa?” e por isto esta obra tem tal importância na literatura brasileira. Ela foi um afrontamento no período em que foi lançado porque o Brasil passava por uma ditadura. Vários exemplares de Capitães da Areia foram queimados em praça pública como forma de silenciar os questionamentos e censurar qualquer tipo de discurso a favor da igualdade e liberdade.

Algumas descobertas dos Capitães de Areia eram tão simples e repletas de significados que me vi repensando a minha vida e os privilégios que tenho, desde uma casa pra morar, amor de mãe, ser correspondida em um relacionamento afetivo ou poder demonstrar minha fé religiosa sem medo. Tudo é um presente pra quem não tem nada.

Algumas amigas me disseram que este é o livro preferido da vida delas e eu não entendi porque. Depois de alguns meses compreendo a ressaca literária que venho tendo, hahahaha’. A obra é tão profunda e simples que deixou seu eco na minha rotina e eu nem percebi, mas ela esteve aqui.

Recomendo a leitura a todo mundo e peço encarecidamente que abram suas mentes para o que irão receber. É revoltante, é lindo, é provocador e com certeza um afrontamento inclusive nos dias de hoje.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Casa, mata ou sarra com Pamella Soul #ChamaAMiss

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Convidei a Pamella Soul pra gravar alguns vídeos pro canal e como vocês podem imaginar, limite é uma palavra que desconhecemos.

Na nossa última aventura tivemos a brincadeira do “Eu Nunca” onde revelamos alguns segredos e bagunçamos o coreto total, hahaha’. Desta vez a diversão ficou por conta da TAG Casa, Mata ou Beija que um pouco adaptada se tornou Casa, Mata ou Sarra.

Quer ver?

Já faz um tempo que eu desejava fazer novas coisas no canal e poder trazer uma amiga pra aprontar comigo foi muito divertido.

Espero que vocês tenham gostado das confusões e me perdoem por ter sumido um pouco do Youtube. Se quiser deixar sua sugestão de vídeo, é só comentar aqui o que gostaria de assistir.

Beeeijos e até a próxima!

 

 

 

 

 

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