Nattany Martins


A importância de ensinar crianças a valorizar a estética negra

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Sempre ouvi dizer que não era saudável para o desenvolvimento das crianças crescer cercadas de elogios. Com as crianças negras é diferente.

Desde pequenos ouvimos que o nosso cabelo é feio, que nossa pele não é aceitável, que somos fedorentos, desleixados, nada agradáveis aos olhos. Tudo isto é dito em sutilezas entre brincadeiras; com o tempo a gente acredita que seja verdade.

Na adolescência somos os últimos escolhidos para um relacionamento sério, os primeiros a ficar sozinhos. Só seremos beijados se for em segredo.

Assim a vida segue e somos o tempo todo convencidos que a nossa estética definitivamente não é bonita. Como não acreditar em algo que nos é dito desde a infância? 

Uma boa auto estima é construída desde pequenos. Crianças confiantes em sua imagem e inteligência se tornam adultos que se importam menos com a aprovação alheia. Crianças negras precisam ter em quem se espelhar, precisam ter em quem se reconhecer para então aceitar a identidade que lhes pertence.

Negar nossa estética só trás prejuízo a auto estima e a sociedade. Ainda precisamos de pessoas firmes que mostrem que a negritude não é algo pejorativo, negativo e feio. Temos váaaarias qualidades e a beleza estética também é uma delas,

Se nós adultos absorvemos as apalavras que nos são ditas repetidamente, imagine as crianças?

Créditos: Imagens retiradas do tumblr.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

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7 lições que aprendi em 7 temporadas de Gilmore Girls 5 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Sempre ouvi falar muito bem do seriado Gilmore Girls. Quando a Netflix liberou a season finale ano passado, fiquei doida para maratonar tudo. Minha lembrança desta série é bem remota, já que ela foi exibida no SBT nos anos 2000 com o nome de “Tal Mãe, Tal Filha”.

Sinopse

O enredo da série é de se apaixonar! Lorelai Gilmore está em sua melhor forma e viciada por cafeína. Sua família vem da alta sociedade na cidade de Hartford. O que eles não esperavam é que Lorelai engravidasse aos 16 anos e fugisse para Stars Hallow na intenção de criar sua filha Rory – Lorelai Gilmore III para os menos íntimos – sozinha.

O acontecimento foi um choque para família já que ela não se casa com o pai da criança, não vai para faculdade e tem uma vida fora dos padrões desejados por Emily e Richard – pais de Lorelai.

A série começa quando Rory tem 16 anos – a idade que a mãe engravidou – e Lorelai tem 32. A relação das duas é baseada na amizade, amor e respeito; beeem diferente de Lorelai e sua família. A oportunidade de mudar esta situação aparece quando Rory vai para Chilton – uma escola particular –  e Lorelai se vê obrigada a pedir um empréstimo para os pais. A condição para o empréstimo? Jantares todas as sextas, reunidos como só uma família poderia ser.

“Rory. Bom… Lorelai tecnicamente.”

Meu diário Gilmore

“Ela estava deitada no hospital pensando como os homens nomeiam seus sucessores o tempo todo, então porque uma mulher não poderia?”

Como toda boa série, a gente se apega, morre de amor e aprende um tanto. Com nossas meninas não poderia ser diferente.

Lição 1: Ter a mãe como melhor amiga é a melhor coisa no mundo!

O que mais me chamou a atenção na série é como Lorelai tenta construir com sua filha o tipo de relação que nunca teve com seus pais, e ela consegue! Me identifiquei demais porque tenho essa relação maravilhosa com minha mãe.

Foram vários momentos que me peguei pensando ao longo da série “Meu Deus, como somos Gilmore!” e este pensamento alimentou mais ainda e me fez enxergar o quanto essa relação com a minha mãe é importante pra mim. Minha princesa tinha 19 quando engravidou de mim, então não estamos tão longe da realidade Gilmore, né? 😉

Lição 2: Existe um jeitinho Gilmore que consegue de tudo um pouco.

Rory me inspirou por gostar muito de leitura, assim como eu. E cara, ela dava conta de tudo! Chilton, Yale, do namoro, os momentos com a mãe… Sempre que penso na quantidade de livros tenho pra ler, séries pra atualizar, jobs pra entregar. Eu paro e penso: Se a Rory deu conta, eu também dou!

Já Lorelai, assim como Emily tem uma incrível agilidade e poder de argumentação. Quantas vezes vimos as pessoas cedendo às vontades delas por não saberem dizer não a tanto falatório argumentativo? Elas conseguem tudo o que querem. e a gente quer aprender como faz essa magia Gilmore acontecer. 

Não posso desperdiçar mais nenhum tempo e energia com arttifícios e besteiras.

 

Lição 3: Até as pessoas mais fortes precisam de apoio.

É uma grande ilusão acreditar que quem tem muito pra dar, nunca precise receber. Lorelai pôde contar com várias pessoas ao longo da sua vida e elas a sustentaram nos vários momentos de dificuldade.

Às vezes a gente deixa de dar uma palavra amiga a alguém por pensar que essa pessoa é forte o suficiente e que sabe se virar sozinha, provavelmente isto é verdade. Mas a gente só se fortalece através do apoio das pessoas que nos amam. 

Lição 4: O boy lixo pode acontecer pra todas nós!

A gente se apaixona e aí pronto! Não há uma viva alma que nos aconselhe, que consiga convencer que não vale a pena insistir nesse romance fadado ao fracasso. O fato é que relacionamentos só vão adiante – principamente se o casal for muito diferente um do outro – se os dois forem bastante honestos.

Há teorias controversas sobre os namorados de Rory, mas pra mim o mais danoso foi o Jess – apesar do Logan não ser tão santo assim. Pelo menos o Logan entrou na relação de cabeça, coisa que o Jess não fez!

Mas vamos combinar, cada pessoa tem seu tempo de maturidade e algo que é ruim agora pode nos ensinar bastante e nos fazer crescer.

Lição 5: Nem sempre temos certeza do futuro.

Se a Rory – que era um exemplo de menina – teve dúvidas quanto suas escolhas, que dirá nós meros mortais!

Às vezes nossas maiores certezas se tornam pesadelos e então precisamos de tempo para respirar e recalcular os objetivos. Os sonhos podem, e vão, se transformar ao longo do caminho e cabe a nós ter maturidade pra saber qual rumo tomar.

Lição 6: Podemos – e devemos – dar o primeiro passo para reconciliação.

Que Emily e Lorelai nunca tiveram uma boa relação, disso todos nós sabemos, mas em alguns momentos vimos as duas se apoiando e dando um passo – ainda que pequeno – para a reconciliação.

Lorelai precisou entender o ponto de vista da sua mãe para então recolher sua postura passiva-agressiva.

Existem momentos na vida que as coisas só vão melhorar se a gente mudar de postura. Esperar compreensão dos outros sem se permitir compreender é um erro rude!

Lição 7: Valorize suas amizades!

Foi lindo ver a Rory acompanhando a Lane e tendo seu apoio até o fim das 7 temporadas. Ainda que a vida as levasse para caminhos diferentes, elas não abandonaram a amizade.

A forma que elas se descobriram e compartilharam esses momentos foi lindo e é aquele tipo de amizade que as duas poderiam ficar meses sem se ver, que os reencontros eram intensos e cheios de verdade.

Foi triste chegar ao fim da sétima temporada sem saber o que aconteceu com Rory e todo o lance da Lorelai com o Luke. Por isto a Netflix nos presenteou com o especial “Um Ano Pra Recordar“. Ouvi muitas críticas ao especial, mas confesso que fiquei super curiosa e ele não vai passar batido. É a próxima etapa para despedir das meninas Gilmore.

E pra tentar amenizar meu sofrimento tem a dica bônus que vai comigo para o resto da vida.

Lição Bônus: Uma boa xícara de café tem seu lugar!

Nunca fui o tipo de pessoa viciada em café – na verdade fui daquelas crianças leite com toddy – já que minha gastrite não me permite tanta cafeína. Mas todas as vezes que eu via Lorelai e Rory falando de café eu sentia vontade de apreciar um pouquinho.

Depois de algumas tentativas passei a admirar os momentos com café, e confesso que me sinto parte da família quando encho minha xícara. Sempre que sinto aquele cheirinho tenho a certeza que aprendi e cresci muito com nossas Gilmore Girls.

Você sabe, algumas pessoas costumam dizer que café no meio da noite pode tirar seu sono.

Mas como diria Lorelai a Rory: “As pessoas são burras.”

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

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Pedaço de Música: Divulgando e enaltecendo o Melodrama

Hello Pipol, tudo bem vocês?

Nossa querida Lorde veio com tudo este ano e o novo álbum intitulado Melodrama está arrasando. Devido ao meu vício decidi contar pra vocês as 5 músicas que mais curti. Uma ótima oportunidade pra você que ainda não ouviu, conhecer o novo trabalho da bonita.

Pedaço 5: Green Light

Vamos começar pela música que foi o primeiro single deste novo trabalho. A princípio ficou todo mundo sem entender nada, porque não era nada parecido com o que já tínhamos escutado dela. Deu aquele medinho tipo, “Meu Deus! O que a Lorde tá arrumando da vida?” mas no fim seguimos todos bem abraçando o novo momento.

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Compartilhando andanças e o Café Metrô no bairro Eldorado

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Esta semana estava olhando lugares novos pra ir, o objetivo era descobri uma hamburgueria interessante na região metropoliana de Belo Horizonte. Fiquei horas revirando o Google e custei a encontrar resenhas interessantes de lugares em BH. Por isto pensei, porque não compartilhar minhas andanças e ainda ajudar as pessoas a escolher lugares legais pra sair?

O objetivo do blog sempre foi contar coisas do meu cotidiano pra vocês, e a parte “destinos” anda um pouco desatualizada, portanto, uni a fome com a vontade de comer – literalmente!

Não prometo grandes coisas, o intuito é contar um pouco das experiências por aí, das mais legais às menos interessantes. Quem sabe não rola uma #hashtag exclusiva no insta só pra isso?

Café Metrô

Pra honrar a promessa de não ter compromisso com a “fancylidade” – leia-se: chicura – do lugar, a experiência de hoje vai ser bem baratinha e simples mesmo.

Faz muitos anos que passo pelo metrô Eldorado e nunca resisto a um pão de queijo do Café Metrô. O lugar foi escolhido pela facilidade já que a lanchonete fica dentro do metrô Eldorado, logo ali ao lado do trilho do trem. Uma solução ótima pra quem está com pressa e não pode rodar a roleta pra comprar um lanchinho.

Confesso que não gosto muito de café – relação que tem mudado bastante depois de Gilmore Girls – mas decidi arriscar a um tempo atrás e viciei. Dois pães de queijo e um cafézinho por R$3,50. O café vem sem açúcar e pode ser adoçado na hora, espartame e açúcar estão a disposição dos amantes de glicose.

Outras ofertas também são interessantes, e apesar de nunca ter provado, os salgados tem cara de gostosos. Sabe aquele lanche que parece ser feito com capricho? Pois é, atire a primeira pedra quem nunca comeu com os olhos, hahaha’.

O espaço é bem limpinho – sempre que passo por lá vejo as meninas limpando – e o pessoal come em pé no balcão mesmo, já que a proposta é oferecer aos clientes lanche rapidinho. E a melhor parte: não corre risco de perder o trem.

Fico me sentindo bem americaninha tomando café no metrô, hahaha’. Se você estiver passando por ali, não perca a oportunidade. É baratinho, bom e vale a experiência.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

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Depois de anos li Capitães da Areia e me surpreendi

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Sempre quis ler alguns livros mais complexos e por que não começar pelos clássicos? Ao longo da minha adolescência ouvi muita gente falando bem de Capitães da Areia, inclusive sendo citada em referências musicais e outras obras artísticas. Demorei muito, mas finalmente li e posso dar minha opinião pra vocês.

Sinopse

O livro foi escrito em 1937 por Jorge Amado e fala sobre um grupo de meninos órfãos vivendo na Bahia em um armazém abandonado, onde a trajetória é marcada pelos furtos que faziam para sobreviver. Sem orientação direta de pessoas adultas, os Capitães da Areia ficaram conhecidos como os jovens mais perigosos de Salvador.

A começo de conversa, este não é um livro infantil. Trata-se de crianças porém recomendo a leitura aos maiores de 14 anos. Alguns acontecimentos na história são bem chocantes e conseguem ser digeridos melhor com um pouco mais de maturidade – que convenhamos não tem a ver com idade, né? Maaaas, por via das dúvidas vamos ficar com esta faixa etária mesmo, hahaha’.

A leitura foi mais leve do que imaginei. Confesso que aguardei mais um daqueles clássicos difíceis que somos obrigados a ler na escola. Talvez se eu tivesse contato com este livro na escola não teria gostado muito, mas com um pouco mais de maturidade é possível entender o tipo de crítica feita na narrativa.

O significado literário

Gosto deste tipo de leitura que nos faz pensar sutilmente através de problemas escancarados sobre as desigualdades vividas no Brasil. O contar desta história é uma chamada didática ao questionamento, e digo didática porque quando pensamos “o que acontecerá com estes garotos?” estamos avaliando não só a narrativa literária, mas também ativando o senso crítico.

Me peguei o tempo todo pensando “mas será que ninguém se importa?” e por isto esta obra tem tal importância na literatura brasileira. Ela foi um afrontamento no período em que foi lançado porque o Brasil passava por uma ditadura. Vários exemplares de Capitães da Areia foram queimados em praça pública como forma de silenciar os questionamentos e censurar qualquer tipo de discurso a favor da igualdade e liberdade.

Algumas descobertas dos Capitães de Areia eram tão simples e repletas de significados que me vi repensando a minha vida e os privilégios que tenho, desde uma casa pra morar, amor de mãe, ser correspondida em um relacionamento afetivo ou poder demonstrar minha fé religiosa sem medo. Tudo é um presente pra quem não tem nada.

Algumas amigas me disseram que este é o livro preferido da vida delas e eu não entendi porque. Depois de alguns meses compreendo a ressaca literária que venho tendo, hahahaha’. A obra é tão profunda e simples que deixou seu eco na minha rotina e eu nem percebi, mas ela esteve aqui.

Recomendo a leitura a todo mundo e peço encarecidamente que abram suas mentes para o que irão receber. É revoltante, é lindo, é provocador e com certeza um afrontamento inclusive nos dias de hoje.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Casa, mata ou sarra com Pamella Soul #ChamaAMiss

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Convidei a Pamella Soul pra gravar alguns vídeos pro canal e como vocês podem imaginar, limite é uma palavra que desconhecemos.

Na nossa última aventura tivemos a brincadeira do “Eu Nunca” onde revelamos alguns segredos e bagunçamos o coreto total, hahaha’. Desta vez a diversão ficou por conta da TAG Casa, Mata ou Beija que um pouco adaptada se tornou Casa, Mata ou Sarra.

Quer ver?

Já faz um tempo que eu desejava fazer novas coisas no canal e poder trazer uma amiga pra aprontar comigo foi muito divertido.

Espero que vocês tenham gostado das confusões e me perdoem por ter sumido um pouco do Youtube. Se quiser deixar sua sugestão de vídeo, é só comentar aqui o que gostaria de assistir.

Beeeijos e até a próxima!

 

 

 

 

 

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Recebidos da Professional Fair 2017

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Desta vez optei por fazer nosso recebidos de uma forma diferente, já que geralmente gravo vídeos. Como ainda tenho alguns vídeos pra liberar na frente e não queria – nem poderia – deixar este momento passar, decidi escrever pra vocês o que recebi.

Pra quem não conhece a Professional Fair, é uma feira da beleza que acontece anualmente no Expominas em Belo Horizonte e tem como intuito apresentar as novidades no mundo da beleza. Vários expositores participam mostrando seus produtos, os lançamentos, as linhas especializadas para profissionais da beleza, e ainda receber blogueiras que falam sobre o assunto.

Todo mundo sai ganhando por que podemos testar as novidades e contar pra vocês o que tem de mais interessante. Então vamos aos recebidos?

Minas Flor

Professional Fair 2017: Minas Flor

Esta linha é bem interessante, a proposta do shampoo é ser também um demaquilante e o condicionador hidratante. Assim você resolve tudo no banho e economiza tempo de vida. Legal né? Podem aguarda a resenha com certeza!

Carpi

Professional Fair 2017: Carpi

Ativador de cachos nunca é demais! E o que dizer dos pentes de dentes largos que a gente mal vê e já ama? A proposta é deixar os cachos leves e com movimento. Preciso nem dizer que vou resenhar, né? hahahaha’

Dailus

Professional Fair 2017: Dailus

No presskit vieram além dos informativos da nova coleção, um batom líquido e um esmalte. Anos atrás recebi um batom da Dailus e foi o meu primeiro batom líquido, logo sou bem suspeitinha pra falar, né?

Já usei o esmalte esta semana e posso adiantar que fiquei chocada com a cobertura maravilhosa. Dá aquele efeito bonito de unha de gel, sabe? Minha unha que sempre dá bolinha nos esmaltes e desta vez está intacta. Sério! CHO-CA-DA! Quanto ao batom, contarei tudo no blog em uma resenha completíssima!

Koloss

Professional Fair 2017: Koloss

Da Koloss eu só tenho boas referências mesmo, sempre ouvi falar muito bem mas nunca usei nada da marca. Desta vez a gente vai quebrar este ciclo com as coisinhas lindinhas que recebi na Professional Fair. Oh gente, se vocês soubessem a emoção que é receber maquiagem e esmalte… hahahaha’ No presskit veio os informativos sobre outras linhas e também dois esmaltes, um lavanda e outro rosa holográfico, sombra iluminadora rosa (babado!) e o lápis marrom para olho (o que eu mais uso na vida, acertaro mizarávi, hahaha’).

Estou doida pra usar cada coisinha e contar pra vocês o que achei. A experiência da feira de beleza é muito interessante, conheci pessoas incríveis, marcas que sempre ouvi falar e nunca tinha visto os produtos de perto. Tive a oportunidade de reencontrar pessoas que admiro muito. Cada ano que passa está melhor e é perceptível as ações dos organizadores para que tudo saia incrível.

Se você ainda não foi, recomendo demais!

Aguardem as resenhas, ok? A gente tarda mas nunca falha! 😀

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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EU NUNCA com Pamella Soull #ChamaAMiss

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Este fim de semana me juntei a maravilhosa Pamela Soull, Miss Contagem, pra fazer bagunça e jogar “eu nunca”.

Uma das TAG’s mais bombadas do youtube tem como objetivo revelar segredos. É exposição sim, a gente fica nervoso só de pensar mas segue adiante pra se divertir.

Se quiser conferir um pouco mais desta loucura é só dar play no vídeo abaixo:

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Me apaixonei pelo Muay Thai e foi á primeira vista. 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Fiz musculação durante 2 anos e cheguei em um momento onde que eu não aguentava mais a repetição. Precisava de uma atividade que me desafiasse e trouxesse novos conhecimentos, que fosse tão dinâmico quanto minha loucura, e então eu encontrei o Muay Thai.

Foi como a resposta de muitas orações. Um novo professor chegou na academia do bairro disposto a ensinar tudo o que sabe, a fazer novos alunos dedicados a um estilo de vida, respeitando as tradições e prontos pra vida. E eu estava lá esperando este momento chegar.

A aula experimental

Decidi fazer uma aula experimental preparada pra fechar o pacote trimestral, tudo iria depender do que eu encontraria nas aulas. A primeira coisa que o professor deixou claro é que o Muay Thai é simples e qualquer um que se dedicar consegue fazer. O que diferencia um lutador graduado de iniciante é o quanto ele pratica as técnicas básicas.

A aula experimental me ganhou de primeira. Aprendi a chutar de forma correta, socar e proteger o rosto. Observei também que o aquecimento era puxado e isto é o que me faria perder os quilinhos extras e não teríamos moleza.

Pacote trimestral adquirido com sucesso, aulas duas vezes na semana, decidi levar as luta com seriedade sem medo de apanhar ou bater. Bendita hora em que decidi participar das aulas!

O processo

Aprendi com o tempo que realmente é a prática que trás a perfeição, que a paciência é dona de todas as coisas. Não adianta se desesperar. A pressa te faz perder os movimentos e qualquer coisa executada de forma errada te faz machucar.

Domingo foi dia de graduação. A prova consistiu em apresentar ao professor e ao avaliador – o representante da Tailândia em Minas Gerais, cara foda de luta! – tudo o que aprendemos. Desde os termos técnicos, os movimentos, e também um pouco da cultura Tailandesa.

A faixa amarela – escreve-se prajet mas fala-se “prassiá” – é resultado do trabalho dos últimos três meses. Alguém aí duvida que vou renovar mais um pacote trimestral?

A cultura Tailandesa

Não tem como separar a cultura da luta, já que o Muay Thai nasceu na Tailândia com finalidade de auxiliar na guerra. Os guerreiros tailandeses enfrentavam vários oponentes e venciam. O mais famoso deles foi o Rei Tigre que derrotou 10 guerreiros do exército oposto e libertou sua nação.

O Muay Thai que conhecemos hoje é uma versão moderna do Muay Boran que era utilizado nas guerras. E na Tailândia os meninos começam a lutar desde cedo, crianças de 5/6 anos já lutam da forma mais avançada.

A maior parte da renda na Tailândia vem do Muay Thai, tanto com apostas como venda de acessórios para auxiliar os lutadores. E a outra parte da renda vem dos galos de briga. Portanto, os Tailandeses levam o Muay Thai como um estilo de vida a ser respeitado.

Em alguns rituais antes da luta os atletas homenageiam os mestres, as academias nas quais se formaram e pedem a Buda proteção. Os apostadores investem pesado nos atletas pois sabem do preparo que eles precisam passar desde pequenos para se tornarem dignos de reconhecimento.

 

Tenho aprendido que o Muay Thai é mais que uma luta, é um estilo de vida muito respeitado fora do Brasil, a renda da Tailândia e a sabedoria de um Kru – professor em Tailandês. É saber superar seus limites, ter paciência com as adversidades e ser observador, calmo para saber revidar os golpes que virão até você. É não se cansar com a repetição nem desistir no primeiro empecilho.

Minha relação com meu corpo tem sido muito diferente depois da luta, assim como a noção de espaço e defesa pessoal. Me sinto mais forte e mais preparada pra vida de certa forma.

Eu me apaixonei pelo Muay Thaui e foi a primeira vista, recomendo a todos que a assim como eu vivem agitados, ansiosos, estressados. Tudo muda quando você coloca a luva.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Batalha de looks com peças de brechó 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

No final de 2016 eu contei pra vocês sobre o brechó “Só Não Vendo A Mãe“, o primeiro que comprei na vida (ainda tenho a primeira peça que adquiri). E desta vez fui convidada pela Gracy – a dona da loja – para conhecer o novo espaço, que está maior, mais estiloso e super carismático! A parte masculina ganhou um novo destaque e eu juro que as meninas também vão morrer de amor pelas camisas masculinas. NO GENDER RULES!

O brechó ganhou além de um novo endereço, um novo conceito. Mais consciente, a moda sustentável agora é foco. A oportunidade de trazer um novo significado a uma peça em um universo onde a moda se faz cada vez mais rápida, é uma conquista! As sacolas são de papel, os flyers de folha reciclada e cada peça é tratada de forma muito especial, algumas chegam a ser customizadas.

Há um espaço destinado a designers locais e pessoas da comunidade que desejam vender suas criações e desapegos já que o Só Não Vendo A Mãe também trabalha com consignação. A estética negra que muito é valorizada pela Gracy, se faz presente nas bijuterias e acessórios vendidos. É de babar!

A batalha de looks

Escolhi 7 looks completos e fotografei cada um deles. O objetivo é fazer uma batalha de looks e mostrar a vocês um pouco mais sobre o estilo de roupas que o brechó Só Não Vendo A Mãe tem disponível. Assim como os modelos os preços são variáveis. É tudo uma questão de observar e garimpar com amor.

Confira no vídeo o resultado desta batalha!

A gente encontra de tudo um pouco, marcas consagradas no mundo da moda até peças sem etiquetas. Cada uma delas é armazenada com amor e avaliada de acordo com seu valor de mercado.

Por um preço acessível podemos encontrar coisas muito diferentes e cheias de personalidade. É realmente o brechó que recomendo pra quem quer começar a conhecer o mundo do garimpo.

Não podemos nos esquecer que o Só Não Vendo A Mãe também faz vendas online através da página no facebook, então se você não é de Belo Horizonte, corre lá!

O que você achou desta batalha de looks com peças do brechó?

Este post é um publieditorial.

 

 

 

 

 

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