O dia que eu fugi de casa – parece mentira mas não é

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Vi que a coisa começou a ficar feia pro meu lado, no dia que eu fugi de casa. Ninguém entendia as dores que eu passava, ou o quanto me sentia sozinha com minhas responsabilidades. Enquanto eu chorava, metade da minha família dava risada.

Adolescente tem umas ideias que só Jesus! Eu não era muito diferente da galera não. Minhas geniais ideias eram tão piores quanto…

Depois que a gente cresce aprende a rir das próprias escolhas e percebe percebe como cada etapa constrói quem a gente é. Graças a Deus, nada tão grave que me traga arrependimentos graves.

Hoje, vamos rir mais um pouco dessa “criança esperança” que só aprontava!

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5 conselhos essenciais – quando comecei a trabalhar com música

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Estive passeando pela internet e achei uma postagem maravilhosa do Blog de Clara que me inspirou a fazer esse post. Direi pra vocês os 5 conselhos que eu gostaria de ter ouvido quando comecei a trabalhar com música.

Sempre que vejo alguém com uma profissão “diferentona” me pergunto como aquela pessoa chegou ali. Estamos acostumados a ver as pessoas saindo do ensino médio com um a ideia formada sobre carreira profissional. Confesso que essa visão tradicional me assusta. Observo as pessoas presas em um a caixinha com medo que algo “dê errado”, de “não ser alguém na vida”, e o medo paralisa tanto que elas acabam se encaixando e adaptando o sonho nesse formato. Por isso vamos ao nosso primeiro conselho.

1- Não tenha medo.

Não estou dizendo que não tive medo quando decidi trabalhar com música. É claro que tive! Mas como era mais nova, meu trabalho começou como um hobby. Portanto, não tive muito tempo para medir as consequências.

Muitas vezes precisei de alguém do meu lado pra me dizer que daria tudo certo, porque o medo impede a gente de continuar caminhando. Ele coloca uma barreira em coisas simples, como tentar um vestibular.

Se eu não tivesse sido tão medrosa, talvez hoje eu já estaria com meu diploma da universidade. Por isso, tente controlar seu medo ou ele controla você!

2- Estude!

Tudo bem que a  profissão é mais aberta e você não precisa ser formado para trabalhar com música. A vida real te dá muita experiência, mas a teoria do estudo faz muita falta!

O mercado musical é divido em dois: erudito (música clássica) e popular. Quem opta pelo erudito tem que estudar muito pelo nível de conhecimento necessário para ler uma partitura e reconhecer diferentes padrões. Geralmente, antes do vestibular o “candidato” já precisa ter conhecimento segmentado. Já quem opta pelo popular, tem seu conhecimento testado de outra maneira. Não menos importante, porém menos rígida.

Mesmo que você consiga desenvolver seu trabalho sem faculdade, a falta de estudo prejudica muito. Se não quer cursar faculdade, tente oficinas, cursos técnicos, aulas particulares… Qualquer forma de aprender e ter um certificado, ajuda. Isso aliado a experiência é uma bomba!

Ps: Lembrando que essas regras são pra quem deseja prestar vestibular de canto. Para instrumentistas é utilizado outra forma de avaliação sendo também válido a divisão entre erudito e popular.

5 conselhos essenciais - quando comecei a trabalhar com música

3- Tem espaço pra todo mundo.

Você vai passar metade da sua vida ouvindo as pessoas te perguntando porque não vai no The Voice ou outro programa para calouros.

Nem sempre músicos e artistas em geral querem ser famosos e ir no Domingão do Faustão. Ter reconhecimento pelo trabalho não significa ser famoso. Cada um faz sua caminhada da forma que acha melhor. Sendo pessoas com pensamentos diferentes, nada mais natural que ter “doido pra tudo“.

Tem aqueles que desejam compor as próprias músicas e seguir pelo caminho independente; uns gostam de executar o que outros compuseram, enquanto tem os que gostam de dar aulas… Tem mercado para casamento, barzinho, show de talentos. Outros sonham com contratos em gravadoras gigantes…

4- A profissão é instável.

Nós não temos férias, décimo terceiro salário e muito menos salário fixo. A contribuição à previdência tem que ser feita de forma privada. Tudo tem que ser muito bem planejado, ou o músico pode correr o risco de ficar na mão futuramente.

Geralmente, as coisas funcionam como freelance. Se você tem trabalho, tem dinheiro. E isso pode variar ao longo do mês. A quantidade de shows determina diretamente no saldo da sua conta no fim do mês. 

Quanto antes você definir suas prioridades, melhor!

5- Assuma seus sonhos!

Não assumir o que você quer só vai te fazer perder tempo. Essa tentativa de falsa humildade de se convencer que não deseja um contrato com uma gravadora, por exemplo, só vai te frustrar. Pra ter um contrato é necessário dar a cara a tapa; não se importar com o que as pessoas vão dizer; e às vezes ser chamado de louco.

Só você entende o que sonha e porquê sonha. 

Quando a gente assume o que quer, é mais fácil ter um plano de ação para realizar. Sair daquele lugar de ficar idealizando e nunca fazer nada.

Você quer um contrato? O que precisa fazer para alcançá-lo? Estudar? Mudar de cidade? Ir a um show de talentos? Investir em um mentor? Tudo isso só é possível quando a pessoa sabe bem o que quer.

5 conselhos essenciais - quando comecei a trabalhar com música

Eu tenho mais conselhos na manga, mas esse post vai ficar gigantesco! Então vamos fazer assim: se vocês gostarem muito e quiserem mais, libero a segunda parte. Ok?

Eu tive que aprender muita coisa na marra e continuo com meus processos. Cada dia é um aprendizado diferente. A vida é uma constante evolução.

O que você aprendeu com a sua profissão?

Beeeeijos e até a próxima! 😉

Assinatura Nattany Martins

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Pedaço de música: Dia Internacional da Paz

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Hoje é o dia internacional da paz e quero trazer pra vocês as músicas mais lindas que falam sobre paz. Ou até mesmo aquelas que trazem paz pro coração.

Como estamos falando de um assunto inspirador e cheio de necessidade de ser falado, em algumas músicas vou deixar a letra pra vocês refletirem. Ok?

Pedaço 5: I Dreamd A Dream – Susan Boyle

Comecei a escolher as músicas para a playlist e quando me deparei com essa música, me arrepiei dos pés á cabeça.

Quem já assistiu ao musical Les Miserables conhece bem essa música performada pela Anne Hathaway. E quem não assistiu conhece com certeza a versão de Susan Boyle no Britains Got Talent.

Escolhi a versão da Susan porque é realmente surpreende. As pessoas a julgaram pela aparência física e subestimaram sua capacidade como artista, e ela deu um banho! Gosto muito quando essas coisas acontecem, porque a gente aprende mais como ser humano e deixa essas bobeiras de lado.

A letra não diz muito sobre paz externa, mas de paz interna. A luta da personagem no musical de aceitar que seus sonhos não vão se realizar. E toda paz externa começa pela paz interna. É assim que a gente começa hoje.

Eu Sonhei Um Sonho

Eu sonhei um sonho num tempo que já se foi
Quando esperanças eram grandes e valia a pena viver
Eu sonhei que o amor nunca morreria
Eu sonhei que Deus seria misericordioso

Então eu era jovem e destemida
Quando sonhos surgiram e foram usados e desperdiçados
Não havia nenhum resgate a ser pago
Nenhuma canção não cantada, nenhum vinho intocado

Mas os tigres vêm à noite
Com suas vozes suaves como trovão
Enquanto eles despedaçam sua esperança
Eles transformam seus sonhos em vergonha

E ainda assim eu sonhei que ele viria até mim
E que viveríamos os anos juntos
Mas há sonhos que não podem se realizar
E há tempestades que não podemos prever

Eu tive um sonho que minha vida seria
Tão diferente deste inferno que estou vivendo
Tão diferente daquilo que parecia
Agora a vida matou o sonho que sonhei

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Pessoas que largaram tudo pra viver outra vida

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Preciso confessar: Quando leio algumas matérias sobre pessoas que largaram tudo, meu coração dá aquela fechadinha. A gente sempre sabe mais ou menos o que irá encontrar nesse tipo de artigo.

Não que eu menospreze a história de vida dessas pessoas e o esforço que elas fazem, mas tem uma pulguinha atrás da minha orelha que sempre me questiona a realidade e a condição que tiveram para “largar tudo”.

É sempre aquele cara que largou o emprego, o carro, o bom salário pra andar de metrô (não se engane) na Europa. É aquela mocinha que deixou a pós graduação, o namorado, a família pra fazer mochilão pela América Latina. Ou a grávida que queria dar uma educação melhor pros filhos prezando a qualidade de vida, largou a cidade grande pra ir pro interior plantar vegetais… E assim as histórias se prolongam.

E vocês devem estar se perguntando: Nattany, qual o problema do carinha ir andar de metrô nos cafundó do mundo? E eu respondo de todo coração. NENHUM!

Só que todas essas narrativas de abandono do cotidiano na esmagadora maioria das vezes  tem algo em comum: a condição que essas pessoas tiveram de manter suas posições. 

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Fico me perguntando quantas pessoas conheço que gostariam de ter esse momento na vida, onde simplesmente chutariam o balde pra fazer o que elas realmente querem, mas não podem.

É a conta pra pagar, o filho pra criar, a educação do irmão, ou até mesmo a própria educação. Conheço gente esperando anos pela oportunidade de estudar, seja pelo vestibular gratuito, o crescimento do filho, uma condição financeira melhor… E já vi gente partindo desse mundo sem realizar os sonhos também.

Que possibilidade essas pessoas tem de abandonar tudo? Recomeçar?

Na verdade, o recomeço é o sonho do pai de família que quer/precisa ganhar mais que salário mínimo. Do adolescente periférico que sabe lá Deus porque se envolveu com tráfico, foi preso e agora quer se reinserir no mercado de trabalho. Largar tudo é o meu sonho. Mas pergunta se dá?

Pessoas que largaram tudo

Vai pra algum lugar onde ninguém sabe seu nome.

Não dá pra simplesmente ignorar que as contas chegam todo começo de mês. E olha, que me sinto uma pessoa MUITO privilegiada por um dia ter deixado um emprego fixo pra viver de música. Enquanto alguns dos meus amigos seguem trabalhando e estudando de segunda a sexta, cantando em bares aos fins de semana…

Quando deixei o emprego pra trabalhar com música, achei que todos os meus problemas estariam resolvidos e que tudo daria certo no final (uma eterna otimista eu diria). Mas ao longo do caminho percebi que se não pegasse alguns bicos, fizesse renuncias, cantasse em lugares que eu não queria, com pessoas nada prazerosas de se trabalhar, eu provavelmente nunca alcançaria o que sempre sonhei. Descobri na prática que largar tudo não funciona pra quem não tem recurso algum.

Por isso meu coração “se fecha” quando leio essas histórias. Porque é muito fácil, largar tudo e ficar por um ano de férias dando volta ao mundo. Enquanto o resto de nós trabalha o quanto aguenta, ou não, nutrindo esse sonho de simplesmente recomeçar.

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Ninguém tem culpa de ter nascido rico ou não (Deus é mais, né gente?), e o intuito dessa reflexão não é condenar quem tem condição de largar tudo e ir sofrer em Paris. Mas sim, trazer nossa mente pra realidade do nosso país, das pessoas que nos cercam e parar de endeusar gente que larga tudo. Isso só trás mais pressão pra nossa rotina que já não é nada fácil. A gente se sente medíocre por não conseguir também, e não é assim que as coisas são.

Corra atrás dos seus sonhos, mas não se sinta pressionado caso alguém tenha condição e aparato para largar o grande apartamento na cidade e ir criar gado no sertão. Cada um com sua realidade. Fixa esse lema na mente, e bora seguir em frente.

E você? Se pudesse largar tudo faria o quê? Eu com certeza estaria cantando o mundo inteirinho!

Créditos: Imagens retirada do tumblr.

Beeeijos e até a próxima!

Assinatura Nattany Martins

 

 

 

 

 

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Pedaço de Música: O que eu canto nos casamentos 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Pra quem não sabe, eu sou cantora. Canto em casamentos, recepções, festas… Mas o foco mesmo é casamento.

Tenho observado e percebido que o perfil dos casais tem mudado muito. A escolha do repertório tem se voltado para músicas contemporâneas, com significado para o casal, com a faixa etária também… A música religiosa continua presente, afinal, é um casamento! Um momento onde Deus é celebrado assim como a união do casal.

Depois de tanto observar, ensaiar, decorar letras e melodias. Resolvi contar pra vocês o que as pessoas mais escolhem para esse momento tão importante.

Pedaço 5: A  Thousand Years – Christina Perri

Desde que Edward recebeu Bella Swan aos pés do altar com essa música, as pessoas piraram na melodia e poesia da letra.

Definitivamente a música mais cantada em 2014/2015

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A Garota Dinamarquesa: livro x filme

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Desde que vi o trailer do filme A Garota Dinamarquesa pela primeira vez, meus olhos brilharam. Minha mãe insistiu pelo filme diversas vezes, até assistir sem mim. O livro eu ganhei do namorado.

Sinopse

O pintor dinamarquês Einar Mogens Wegener (Eddie Redmayne) é casado com Gerda (Alicia Vikander) e sempre se identificou com o universo feminino, mesmo de forma velada. Mas seu instinto fala mais alto e ele decide fazer uma cirurgia de mudança de sexo. Einar passa a usar o nome Lili Elbe e entra para história como a primeira pessoa a se submeter a esse tipo de procedimento.

A Garota Dinamarquesa

A leitura

No começo achei o livro muito parado, mas entendi que a história precisava de um detalhamento pra trazer o leitor ao sentimento dos personagens. Principalmente por se tratar de uma ficção a respeito de alguém que realmente existiu.

Cada capítulo eu sentia como se fosse o fim de tudo (tô acostumada com os detalhes apenas nas cenas finais, vê se pode!). Acho que nunca chorei tanto dentro dos ônibus. Há muito tempo não vivia uma experiência de leitura intensa, daquelas que abalam o mundo da gente, sabe?

Minha memória olfativa e visual é muito boa. O álbum da Lorena Chaves que ouvia sempre que lia, não é mais o mesmo. Tenho Lili Elbe em minha mente como referência quando escuto essas músicas.

Uma das vantagens dos livros é que eles nos fazem imaginar as cenas, desenhar os personagens, as paisagens e é realmente uma viagem.

O filme

A fotografia fantástica encanta de cara. E ao contrário do livro, a história se desenvolve com mais rapidez. Todos sabemos que um não dá pra gravar o livro inteiro, portanto algumas cenas são cortadas.

Acho que o roteirista consegue captar de forma geral o que é importante pra que a história seja compreendida com clareza, já que se trata de um tema complexo. Mas confesso que senti falta de algumas coisinhas.

A atuação achei impecável, principalmente Alicia Vikander como Gerda (Oscar mais que merecido, né miga?). Aaaah tem isso também! No livro a esposa de Lili é Greta, no filme optaram por usar o nome original, Gerda.

Gerda - A Garota Dinamarquesa

O que achei

Como disse acima, o livro conta a história de alguém que existiu, mas é uma ficção. Isso significa que os fatos não estão em sua ordem cronológica, pois não é um relato biográfico. Inclusive o nome de alguns personagens foram trocados.

Achei a iniciativa legal porque deu pro autor a liberdade de discorrer sobre o assunto de forma pessoal, usando a história real e planejando algumas cenas que dariam o tom certo de emoção.

No livro tive a impressão que Greta se importava mais com Lili. Um amor devoto que a levou ao anulamento algumas vezes. Já no filme, dá a entender que Gerda se manteve a Lili para não perder sua modelo. Acredito que as duas visões sobre a relação das duas estão corretas, porém prefiro o laço de amizade que as duas constroem no livro.

No filme tem uma cena genial que não tem no livro: a clássica chuva!

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É nesse momento que Gerda demonstra o quanto está cansada de relevar. Ela estava disposta a ter seu marido ainda que Lili. Acredito também ser o momento que ela entende Lili como outra pessoa, com outras vontades. Naquele momento ela entende que cada uma precisa seguir seu caminho.

Me identifiquei muito com a história por ter vivido alguns anos atrás algo parecido (pano pra manga esse assunto, quem sabe em outro post?). Me vi representada na força e amor de Gerda, no carinho com a amiga, na intenção de fazer Einar descansar em paz. Ainda que fosse doloroso pra ela perdê-lo. No reconhecimento de Lili como um indivíduo.

A descoberta veio pras duas, a dor também ainda que manifesta de formas diferente.

Essa história tem todo meu amor nos dois formatos, mas seria eu seria rasa se não contasse a vocês que o livro mudou minha vida.

Créditos: Imagens retiradas do tumblr.

E você? Que livro mudou sua vida?

Beeeeijos e até a próxima! 😉

Assinatura Nattany Martins

 

 

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Pedaço de Música: Especial Lady Gaga 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Acredito que a maioria de vocês saibam que a Lady Gaga voltou para o pop, né? Não tem coisa mais falada essa semana do que o lançamento da semana, Perfect Illusion. Em homenagem aos anos de espera por Gaga, a playlist de hoje vai celebrar alguns de seus melhores trabalhos (de acordo exclusivamente com meu gosto pessoal, tá? hahaha’). Teremos uma de cada álbum, combinado?

Pedaço 5: Eh Eh (Nothing Else I Can Say)

Não sei se vocês conhecem, mas a minha música preferida do primeiro álbum da Gaga (The Fame) é Eh Eh. Acho que ela tem um clima anos 70, sei lá! E é a coisa mais fofa do mundo e eu adoraria fazer uma releitura dessa música, tipo, for real! 

Paper Gangster segue em segundo lugar nas preferidas da The Fame. Só pra constar. 

Eu sei que poderia ter escolhido Paparazzi do The Fame, mas não resisti, ok? hahahaha’

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O melhor brechó de BH Só Não Vende A Mãe

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Semana passada aconteceu a reinauguração do meu brechó favorito e eu estive por lá pra conferir como foi.

Antes do brechó reinaugurar, eu tive o privilégio de conversar com a Gracy (dona do brechó) e conhecer um pouco mais da sua história, sobre o brechó, e como trabalhar garimpando roupas mudou a vida dela. Fiquei completamente apaixonada com a força dessa mulher e com o amor genuíno que ela tem com brechós. Me identifiquei bastante!

Por isso é com muita felicidade que anuncio que o Brechó Só Não Vendo A Mãe é a primeira parceria do blog. SIM! Esse é meu primeiro publi 🙂

Já falei em outros posts como sou apaixonada por brechó. Acredito que eles são uma forma democrática de estar na moda sem gastar rios de dinheiro (até porque a moda é cíclica, tudo o que vai, volta.) ser autêntico, consumir moda consciente, reciclar e é super divertido! Comprar roupa parou de ser tortura pra mim quando comecei a comprar em brechós.

Sempre que ia em loja ficava sofrendo por não ter dinheiro suficiente, por nada servir, e vários outros dramas que foram abolidos da minha vida.

Confira como foi a reinauguração do brechó Só Não Vendo A Mãe:

Separei pra mostrar pra vocês alguns looks com roupas de lá.

Looks com peças do brechó Só Não Vendo A Mãe

Se você tinha dúvida que era possível ser linda com roupitchas de brechó, já deu pra mudar de ideia, né?

O short da terceira foto comprei há 4 anos atrás quando conheci o Só Não Vendo A Mãe. Continua sendo meu cintura alta favorito! <3

Esclarecendo que como esse post é um publi, algumas peças eu ganhei, outras eu comprei mesmo 😉

Foi uma satisfação ver a Gracy feliz e o brechó movimentado. Ela disse que não teve uma pessoinha sequer que saiu de lá sem alguma coisa. Também pudera! Com tanta coisa incrível, como resistir?

Meu look para o evento de reinauguração do brechó

Este foi o look que compareci no evento. Um vestido Ellus de cumprimento midi vindo diretamente da Alemanha que me custou apenas R$35,00 golpes. É de morrer de amor, não é mesmo?

Se você você quer começar a garimpar em brechós, consumir moda com mais consciência, eu recomendo SEM DÚVIDAS o Só Não Vendo A Mãe. Ele está localizado no segundo piso da Galeria Praça Sete.

Beeeeijos e até a próxima!

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Se tem novidade a gente anuncia

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Já tem um tempo que estou com o blog (um ano pra ser mais específica) e sempre ouço as pessoas falando que blog/canal precisam ter foco. Afinal, ninguém segue alguém sem saber o que vem pela frente. Por isso temos novidade por aqui.

Durante muito tempo fiquei receosa em me limitar falando de um assunto só, já que gosto dessa bagunça que é a vida de poder falar tudo o tempo todo. Fiz o blog pra isso. Minha teimosia não me permitiu fazer muita coisa, mas agora preciso dar o braço a torcer. Preciso me organizar por aqui, sabe?

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