Casa, mata ou sarra com Pamella Soul #ChamaAMiss

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Convidei a Pamella Soul pra gravar alguns vídeos pro canal e como vocês podem imaginar, limite é uma palavra que desconhecemos.

Na nossa última aventura tivemos a brincadeira do “Eu Nunca” onde revelamos alguns segredos e bagunçamos o coreto total, hahaha’. Desta vez a diversão ficou por conta da TAG Casa, Mata ou Beija que um pouco adaptada se tornou Casa, Mata ou Sarra.

Quer ver?

Já faz um tempo que eu desejava fazer novas coisas no canal e poder trazer uma amiga pra aprontar comigo foi muito divertido.

Espero que vocês tenham gostado das confusões e me perdoem por ter sumido um pouco do Youtube. Se quiser deixar sua sugestão de vídeo, é só comentar aqui o que gostaria de assistir.

Beeeijos e até a próxima!

 

 

 

 

 

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Recebidos da Professional Fair 2017

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Desta vez optei por fazer nosso recebidos de uma forma diferente, já que geralmente gravo vídeos. Como ainda tenho alguns vídeos pra liberar na frente e não queria – nem poderia – deixar este momento passar, decidi escrever pra vocês o que recebi.

Pra quem não conhece a Professional Fair, é uma feira da beleza que acontece anualmente no Expominas em Belo Horizonte e tem como intuito apresentar as novidades no mundo da beleza. Vários expositores participam mostrando seus produtos, os lançamentos, as linhas especializadas para profissionais da beleza, e ainda receber blogueiras que falam sobre o assunto.

Todo mundo sai ganhando por que podemos testar as novidades e contar pra vocês o que tem de mais interessante. Então vamos aos recebidos?

Minas Flor

Professional Fair 2017: Minas Flor

Esta linha é bem interessante, a proposta do shampoo é ser também um demaquilante e o condicionador hidratante. Assim você resolve tudo no banho e economiza tempo de vida. Legal né? Podem aguarda a resenha com certeza!

Carpi

Professional Fair 2017: Carpi

Ativador de cachos nunca é demais! E o que dizer dos pentes de dentes largos que a gente mal vê e já ama? A proposta é deixar os cachos leves e com movimento. Preciso nem dizer que vou resenhar, né? hahahaha’

Dailus

Professional Fair 2017: Dailus

No presskit vieram além dos informativos da nova coleção, um batom líquido e um esmalte. Anos atrás recebi um batom da Dailus e foi o meu primeiro batom líquido, logo sou bem suspeitinha pra falar, né?

Já usei o esmalte esta semana e posso adiantar que fiquei chocada com a cobertura maravilhosa. Dá aquele efeito bonito de unha de gel, sabe? Minha unha que sempre dá bolinha nos esmaltes e desta vez está intacta. Sério! CHO-CA-DA! Quanto ao batom, contarei tudo no blog em uma resenha completíssima!

Koloss

Professional Fair 2017: Koloss

Da Koloss eu só tenho boas referências mesmo, sempre ouvi falar muito bem mas nunca usei nada da marca. Desta vez a gente vai quebrar este ciclo com as coisinhas lindinhas que recebi na Professional Fair. Oh gente, se vocês soubessem a emoção que é receber maquiagem e esmalte… hahahaha’ No presskit veio os informativos sobre outras linhas e também dois esmaltes, um lavanda e outro rosa holográfico, sombra iluminadora rosa (babado!) e o lápis marrom para olho (o que eu mais uso na vida, acertaro mizarávi, hahaha’).

Estou doida pra usar cada coisinha e contar pra vocês o que achei. A experiência da feira de beleza é muito interessante, conheci pessoas incríveis, marcas que sempre ouvi falar e nunca tinha visto os produtos de perto. Tive a oportunidade de reencontrar pessoas que admiro muito. Cada ano que passa está melhor e é perceptível as ações dos organizadores para que tudo saia incrível.

Se você ainda não foi, recomendo demais!

Aguardem as resenhas, ok? A gente tarda mas nunca falha! 😀

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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EU NUNCA com Pamella Soull #ChamaAMiss

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Este fim de semana me juntei a maravilhosa Pamela Soull, Miss Contagem, pra fazer bagunça e jogar “eu nunca”.

Uma das TAG’s mais bombadas do youtube tem como objetivo revelar segredos. É exposição sim, a gente fica nervoso só de pensar mas segue adiante pra se divertir.

Se quiser conferir um pouco mais desta loucura é só dar play no vídeo abaixo:

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Me apaixonei pelo Muay Thai e foi á primeira vista. 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Fiz musculação durante 2 anos e cheguei em um momento onde que eu não aguentava mais a repetição. Precisava de uma atividade que me desafiasse e trouxesse novos conhecimentos, que fosse tão dinâmico quanto minha loucura, e então eu encontrei o Muay Thai.

Foi como a resposta de muitas orações. Um novo professor chegou na academia do bairro disposto a ensinar tudo o que sabe, a fazer novos alunos dedicados a um estilo de vida, respeitando as tradições e prontos pra vida. E eu estava lá esperando este momento chegar.

A aula experimental

Decidi fazer uma aula experimental preparada pra fechar o pacote trimestral, tudo iria depender do que eu encontraria nas aulas. A primeira coisa que o professor deixou claro é que o Muay Thai é simples e qualquer um que se dedicar consegue fazer. O que diferencia um lutador graduado de iniciante é o quanto ele pratica as técnicas básicas.

A aula experimental me ganhou de primeira. Aprendi a chutar de forma correta, socar e proteger o rosto. Observei também que o aquecimento era puxado e isto é o que me faria perder os quilinhos extras e não teríamos moleza.

Pacote trimestral adquirido com sucesso, aulas duas vezes na semana, decidi levar as luta com seriedade sem medo de apanhar ou bater. Bendita hora em que decidi participar das aulas!

O processo

Aprendi com o tempo que realmente é a prática que trás a perfeição, que a paciência é dona de todas as coisas. Não adianta se desesperar. A pressa te faz perder os movimentos e qualquer coisa executada de forma errada te faz machucar.

Domingo foi dia de graduação. A prova consistiu em apresentar ao professor e ao avaliador – o representante da Tailândia em Minas Gerais, cara foda de luta! – tudo o que aprendemos. Desde os termos técnicos, os movimentos, e também um pouco da cultura Tailandesa.

A faixa amarela – escreve-se prajet mas fala-se “prassiá” – é resultado do trabalho dos últimos três meses. Alguém aí duvida que vou renovar mais um pacote trimestral?

A cultura Tailandesa

Não tem como separar a cultura da luta, já que o Muay Thai nasceu na Tailândia com finalidade de auxiliar na guerra. Os guerreiros tailandeses enfrentavam vários oponentes e venciam. O mais famoso deles foi o Rei Tigre que derrotou 10 guerreiros do exército oposto e libertou sua nação.

O Muay Thai que conhecemos hoje é uma versão moderna do Muay Boran que era utilizado nas guerras. E na Tailândia os meninos começam a lutar desde cedo, crianças de 5/6 anos já lutam da forma mais avançada.

A maior parte da renda na Tailândia vem do Muay Thai, tanto com apostas como venda de acessórios para auxiliar os lutadores. E a outra parte da renda vem dos galos de briga. Portanto, os Tailandeses levam o Muay Thai como um estilo de vida a ser respeitado.

Em alguns rituais antes da luta os atletas homenageiam os mestres, as academias nas quais se formaram e pedem a Buda proteção. Os apostadores investem pesado nos atletas pois sabem do preparo que eles precisam passar desde pequenos para se tornarem dignos de reconhecimento.

 

Tenho aprendido que o Muay Thai é mais que uma luta, é um estilo de vida muito respeitado fora do Brasil, a renda da Tailândia e a sabedoria de um Kru – professor em Tailandês. É saber superar seus limites, ter paciência com as adversidades e ser observador, calmo para saber revidar os golpes que virão até você. É não se cansar com a repetição nem desistir no primeiro empecilho.

Minha relação com meu corpo tem sido muito diferente depois da luta, assim como a noção de espaço e defesa pessoal. Me sinto mais forte e mais preparada pra vida de certa forma.

Eu me apaixonei pelo Muay Thaui e foi a primeira vista, recomendo a todos que a assim como eu vivem agitados, ansiosos, estressados. Tudo muda quando você coloca a luva.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Batalha de looks com peças de brechó 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

No final de 2016 eu contei pra vocês sobre o brechó “Só Não Vendo A Mãe“, o primeiro que comprei na vida (ainda tenho a primeira peça que adquiri). E desta vez fui convidada pela Gracy – a dona da loja – para conhecer o novo espaço, que está maior, mais estiloso e super carismático! A parte masculina ganhou um novo destaque e eu juro que as meninas também vão morrer de amor pelas camisas masculinas. NO GENDER RULES!

O brechó ganhou além de um novo endereço, um novo conceito. Mais consciente, a moda sustentável agora é foco. A oportunidade de trazer um novo significado a uma peça em um universo onde a moda se faz cada vez mais rápida, é uma conquista! As sacolas são de papel, os flyers de folha reciclada e cada peça é tratada de forma muito especial, algumas chegam a ser customizadas.

Há um espaço destinado a designers locais e pessoas da comunidade que desejam vender suas criações e desapegos já que o Só Não Vendo A Mãe também trabalha com consignação. A estética negra que muito é valorizada pela Gracy, se faz presente nas bijuterias e acessórios vendidos. É de babar!

A batalha de looks

Escolhi 7 looks completos e fotografei cada um deles. O objetivo é fazer uma batalha de looks e mostrar a vocês um pouco mais sobre o estilo de roupas que o brechó Só Não Vendo A Mãe tem disponível. Assim como os modelos os preços são variáveis. É tudo uma questão de observar e garimpar com amor.

Confira no vídeo o resultado desta batalha!

A gente encontra de tudo um pouco, marcas consagradas no mundo da moda até peças sem etiquetas. Cada uma delas é armazenada com amor e avaliada de acordo com seu valor de mercado.

Por um preço acessível podemos encontrar coisas muito diferentes e cheias de personalidade. É realmente o brechó que recomendo pra quem quer começar a conhecer o mundo do garimpo.

Não podemos nos esquecer que o Só Não Vendo A Mãe também faz vendas online através da página no facebook, então se você não é de Belo Horizonte, corre lá!

O que você achou desta batalha de looks com peças do brechó?

Este post é um publieditorial.

 

 

 

 

 

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Kim Kadarshian e a nova KKW Beauty

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Recentemente Kim Kadarshian West colaborou com Kylie Jenner Cosmetics e desta parceria saíram 4 batons em tons nude – daquele jeito que a gente ama – e não satisfeita a bonita lançou KKW Beauty, sua nova marca de maquiagens. Atribuímos este momento á inteligência das mulheres da família Kadarshian que não perdem a oportunidade de fazer fortuna.

Kim deixou claro em uma entrevista que sua marca focará em coisas diferentes de Kylie, por isto elas trabalham juntas na intenção que espírito de concorrência não exista entre as duas. Entendeu, né? Não adianta querer comparar porque cada uma desenvolverá um aspecto diferente no mundo da maquiagem, que cá entre nós é gigantesco!

 

KKW Beauty

O primeiro lançamento da KKW Beauty foi um kit de contorno e iluminador, os dois na forma de stick cremoso, por isto a linha se chama Crème Contour & Highlight.

Aquele contorno Kadarshian perfeito que sempre sonhamos agora é possível com os novos produtos. E a melhor parte é que todos os tons de pele são contemplados pelos kits que contam com dois tons de contorno, um mais claro outro mais escuro e dois iluminadores, um mate e outro cintilante.

Light

Pensado para peles claras com o fundo rosado.

Medium

Pensado para pele clara com o fundo amarelado.

Dark

Pensado para negras de pele clara.

Deep Dark

Pensado para negras de pele escura.

Os produtos tem o design anatômico que facilita para ser carregado na necessaire. Cada kit vem com 2 sticks e um aplicador onde nas extremidades possuem pincel e esponja, e custa em média U$$48,00.

É a visão do paraíso, né? Então pode preparar o coração porque nunca sabemos o que esperar destas meninas. Com uma marca própria, tudo pode acontecer! Como sempre, os produtos foram sucesso de aceitação do público e esgotaram em 2 horas.

Estou doida pra testar esta novidade, e você? O que achou da nova linha da Kim?

Créditos: Imagens retiradas das redes sociais.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Pedaço de Música: Yo digo R, tu dices BD. RBD! 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Voltamos 13 anos no tempo. Isto mesmo, TREZE ANOS! A adolescência grita aos ouvidos de quem vestiu a saia plissada com botas na canela e gravatas. Não foi apenas uma sensação, foi uma febre! Continuamos Rebeldes e não mudaremos jamais. Yo digo R, tu dices BD. RBD! 

Para quem não conhece, Rebeldes, foi uma novela mexicana exibida no SBT no ano de 2004. Falava sobre jovens privilegiados em um ambiente elitista, onde o poder e os bens materiais são supervalorizados. Eles abrem os olhos para a realidade do mundo, lutam pelo direito de amar, para romper as barreiras sociais e pelos ideais nos quais acreditam. (Desculpa, eu tive que copiar do Google porque não teve sinopse melhor!)

A banda que começou como uma brincadeira rebelde adolescente se tornou o maior simbolo de protesto contra o universo que viviam. E adivinha? A banda saiu das telinhas para os palcos da vida real.

Em nome de nuestro amor a playlist de hoje vai celebrar os 13 anos sem Rebeldes, a novela mexicana que mexeu com a cabeça do Brasil todinho!

Pedaço 5: Nuestro Amor

Uma das músicas usadas para a abertura da novela em suas temporadas, sucessora do hit “eu sou rebelde quando não sigo os demais“.

Já perdi a conta de quantas vezes pulei esta música no meio da sala usando uma escova de cabelo como microfone.

Alguém ainda morre de amor por este uniforme? Todo mundo pensava: “Se os uniformes das escolas fossem assim, a gente morreria de alegria.” e no dia seguinte seguíamos com nossos uniformes azuis e cinzas em tons de sem graceza. (mais…)


Precisamos falar sobre término de relacionamento. 4 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Chegou a hora. O momento em que a gente revela as verdades e desnuda a alma. Término de relacionamento é algo que mexe tanto com a gente que não dá pra fugir. O tema vem a tona, a vergonha fala alto, mas os acontecimentos são honestos demais para não serem discutidos.

Há duas semanas terminei um relacionamento de 4 anos. Entre tantas tentativas e até mesmo idas e vindas, a racionalidade venceu! Foi bom enquanto durou, mas caminhamos por caminhos diferentes agora. 

A primeira coisa que veio a minha mente quando entrei no Uber com todas as minhas tralhas, foi a coragem. Por que a gente se esconde tanto atrás do medo? Por que continuamos acreditando que o amor vai vencer, mesmo quando os vestígios nos provam que é necessário um novo caminho? Que medo é esse de ficar sozinho que nos faz engolir tanto desamor?

Às vezes ficar sozinho é a melhor solução pra uma alma machucada em um relacionamento desgovernado que se perdeu no caminho. Não existem verdades absolutas, não existem regras para o sucesso; mas o amor próprio é o parâmetro da saúde mental. Nada que fuja disso tem possibilidade de dar certo. Amar demais, se entregar demais, querer salvar o outro de algo que nem ele mesmo quer, não é saudável. Não olhar para si no meio de tanta turbulência, é pedir pra que as coisas te magoem mais ainda.

Em uma sociedade onde falamos sobre ter mais empatia, mais amor ao próximo, soa egoísta falar de amor próprio. Mas as relações interpessoais começam a desandar quando uma das partes está em desequilíbrio.

Término de relacionamento não é o fim da vida. É um momento doloroso onde ambas as partes podem olhar a si mesmos como indivíduos e não apenas um “bolôlô” de sentimentos em uma relação. É encarar a solidão, se olhar no espelho e se perguntar “e eu, como fico?“. É dar valor ao que será de você de agora em diante.

Alguns clichês são muito utilizados nestes momentos: “tudo passa“, “vai ficar tudo bem“, “o tempo é senhor de todas as coisas“. E quer saber? Todos eles estão certos! O clichê é clichê por apenas um motivo, eles são verdades vividas por todas as pessoas. É sabedoria popular. É a cura da natureza para dores que achamos impossíveis serem curadas, para os sofrimentos que só nós sabemos.

Realmente, cada pessoa reage de forma diferente a mesma situação, mas não se esqueça nunca que somos todos humanos seguindo em uma caminhada. Existem coisas que vão acontecer pra todo mundo mais hora, menos hora. O término de relacionamento é uma delas.

Durante estas duas semanas, ouvi relatos de mulheres que finalizaram suas relações em busca de felicidade. A palavra que mais escutei até aqui foi “CORAGEM”. Aquela que nos falta quando estamos em infelizes. O famoso medo de mexer em time que está ganhando.

O patriarcado ganha muito em cima do nosso medo. É assim que conseguem mulheres caladas, se sujeitando a relações abusivas, desrespeitosas, sem um pingo de amor e empatia. Foi sob o medo que minha avó viveu anos ao lado do meu avó que guardava uma faca embaixo do travesseiro. Uma mulher corajosa liberta toda uma geração! Ela serve de exemplo à suas semelhantes e mostra que não precisamos nos sujeitar a tamanha falta de amor.

O mundo é gigante, o amor está em toda parte. Eu continuo acreditando no poder das minhas ações e que minha força pode alimentar milhares, assim como a força de várias mulheres me sustentaram ao longo da semana. Sigo acreditando que o amor chegará até mim de uma forma ou de outra e que cada um tem o que merece. O que é nosso tá guardado, e enquanto não chega, vamos dominar o mundo com nossa CORAGEM!

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Pedaço de Música: Anavitória 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Semana passada falei sobre os artistas que eu nunca gostei e lembrei ao longo desta semana da época que eu falava que não curtia Anavitória.

Para ironia do meu doce destino, adivinha o que aconteceu? Isto mesmo, completamente apaixonada por estas duas!

A coisa mais difícil da vida foi pensar em uma ordem para essas músicas. É sem condição de tão linda a forma que elas compõe e poetizam tudo.

Pedaço 5: Trevo

Esta foi a primeira música que me cativou. A musicalidade me chamou a atenção de primeira e a letra da música poética que só. A participação do Tiago Iorc na versão de estúdio ajudou muito, confesso.

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Como encontrei a paz interior

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Durante muito tempo busquei a tão sonhada paz interior. Depois de alguns anos finalmente entendi que nada faz sentido se eu não estiver bem por dentro. O desafio é que a jornada que enfrento todos os dias para alcançá-la.

Para alguém que sempre precisou de aprovação pra sentir paz interior, era um conceito quase incessível pensar em fazer as coisas sem olhar pra trás. Sempre fui muito comedida com as minhas atitudes porque minha mãe me ensinou a pensar um milhão de vezes antes de fazer qualquer coisa. O medo de que algo saísse do controle foi algo constante na minha adolescência e ainda é. 

O fato é que não dá pra viver pensando qual será o próximo buraco que nos fará tropeçar, e é simples entender porque: nem sempre temos controle das coisas. É tudo muito imprevisível. Podemos nem estar aqui amanhã. A vida, assim como o amor, é um jogo de azar. Em um momento tudo está bem e no outro as coisas vão por água abaixo.

Como encontrei a paz interior

Por isso, precisamos estar bem conosco. Esta é a razão pela qual a paz interior é importante. Diante dos desastres inesperados da vida precisamos ter força para prosseguir. A atitude de consultar os sentimentos, de entender as vontades, reconhecer as limitações, considerar as possibilidades, nos faz mais seguros para tomar decisões, mudar atitudes nocivas e assim transformar nossas vidas. 

Quando depositamos nossa felicidade e bem estar nas mãos de outra pessoa, estamos a mercê das vontades dela. Ao mesmo tempo que esta pessoa deseja que você seja feliz, ele está mais interessada na própria felicidade.

Gente que se ama tem luz própria; amor pra dar. Gente que está em paz atraí mais gente decidida. E então o ciclo de amizades e referências será repleto de inspiração e força. E vamos combinar que todos nós precisamos disto, né?

Como encontrei a paz interior

Foi vivendo um dia de cada vez e me permitindo errar que aprendi quem eu sou. Foi tentando errar menos que me motivei todos os dias a me fazer melhor pra mim e para os outros. É ouvindo minha intuição e respeitando meus instintos que entendo quando algo me incomoda e busco ao máximo ser honesta para reconhecer quando algo não me faz bem.

Por fim, tenho perdido aos poucos o medo de desagradar os outros. Minha maior preocupação agora é agradar a mim mesma e ser cada vez melhor para as pessoas ao meu redor.

Mágico é ter a alegria de ser quem é. É saber que mesmo com todos os defeitos e problemas ser você é a melhor parte. Tomar as próprias decisões, ter autonomia sobre o próprio corpo, amar a si mesmo, é a maior libertação que um ser pode vivenciar para alcançar a tal paz interior.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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