Pedaço de Música: Trilha Sonora de Filme

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Semana passada fui assistir La La Land no cinema e saí de lá muito inspirada. Por isso gostaria de contar pra vocês a minha trilha sonora favorita nos filmes.

Pedaço 5:  Dois Mundos – Tarzan

Não posso negar minhas origens e esquecer das músicas que fizeram a minha infância acontecer. Até hoje quando escuto, sinto meu coração bater mais forte. Posso dizer que Tarzan é uma das animações mais lindas da Disney.

A letra é muito bonita e passa uma lição de determinação e humildade.

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Linha Transição Capilar – Fina Flor

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

No ano passado fui convidada pela Fina Flor para conhecer sua nova Linha Transição Capilar. Depois de algum tempo testando, vim contar pra vocês o que achei dessa proposta inovadora.

Antes da Fina Flor, não encontrávamos linhas completas dedicadas a transição capilar. A marca percebeu que para voltar aos cachos, várias meninas costumavam garimpar shampoos, cremes, condicionadores, ativadores de cachos e através das misturinhas alcançar um resultado que considerassem agradável. Diante disso, dedicaram-se na criação de uma linha exclusiva, onde o costume da misturinha ainda é estimulado.

Proposta da marca

Para quem cansou da química (e dos químicos) e quer trazer de volta seu cabelo natural e seus cachos maravilhosos, a Fina Flor desenvolveu os produtos TRANSIÇÃO CAPILAR, com ativos superpoderosos, alta tecnologia e sem nada de petrolatos, silicones, parabenos, sulfatos ou EDTA. Para ajudar você a cuidar de seu cabelo com todo carinho, até seus cachos voltarem triunfantes! E para você continuar cuidando depois.

A caixinha que recebi contém 1 shampoo, 1 condicionador, 1 máscara de hidratação, 3 ampolas (hidratação, nutrição, reconstrução), 1 leite day after, 1 creme de pentear. Além desses mimos, recebi uma mochilinha e minha primeira fronha de seda *–*.

Linha Transição Capilar - Fina Flor

Shampoo: 500 ml – R$29,90 (em média)

Traz de volta a suavidade que seu cabelo precisa pra sair da química e voltar pro natural! Combate a queda, estimula o crescimento, cuida do seu couro cabeludo. (Nota do fabricante)

O shampoo é transparente e tem uma consistência mais líquida. Trás uma sensação de limpeza já na primeira aplicação, você não sente o cabelo ressecado e o cheiro é incrível!

Condicionador: 500 ml – R$29,99 (em média)

Muito brilho e nutrição, pra vencer a transição. Óleo de babaçu para dizer adeus ao frizz e hidratar. Manteiga de Murumuru para nutrir sem engordurar. Tudo de brilho e maciez. (Nota do fabricante)

O condicionador facilita o desembaraçar e realmente trás a maciez prometida. A consistência é um pouco pastosa, mas nada que comprometa a aplicação.

Linha Transição Capilar - Fina Flor

Day After: 250 ml – R$25,90 (em média)

O leite para day after é um show a parte. Muito cheiroso, tem a consistência de um leite mesmo e tem um alto poder de definição dos cachos. Minha família inteira ficou apaixonada: minha mãe, meu irmão, minha tia e até meu padrasto! Gostamos tanto que minha mãe comprou mais um para evitar briga, hahahaha’.

A única coisa que achei desagradável é o tamanho do pomp para aplicação, é muito pequeno e é preciso um pouco de paciência.

Creme para pentear: 500 ml – R$19,99 (em média)

A primeira coisa que chamou minha atenção foi o tamanho da embalagem de creme para pentear. Gente, nós sabemos o quanto cabelo cacheado gasta em creme, né? Achei esse ponto suuuuper positivo, já que geralmente o creme acaba primeiro 😀 .  A consistência é mediana, nem muito denso, nem muito líquido. Um dos produtos mais cheirosos da linha.

Linha Transição Capilar - Fina Flor

Creme de hidratação: 500 ml – R$32,90 (em média)

Manteiga de Murumuru, Óleo de Babaçu: Nutrição, proteção, hidratação e nada de frizz, de um jeito bem brasileiro!
Com a Máscara Base Transição Fina Flor é você quem faz a máscara que o seu cabelo precisa. Você escolhe qual aditivo ou aditivos, seu cabelo está precisado, mistura e pronto! Sua máscara personalizada! E o melhor é que você pode fazer a quantidade que você vai usar, assim da próxima vez, pode criar uma máscara diferente. (Nota do fabricante)

A máscara base me deixou um pouco desapontada por sua textura. É muito densa e sem os óleos e aditivos, fica meio impossível de usar. Sozinha ela não tem um bom desempenho nem facilita o desembaraçar. Já com os óleos, cumpre bem sua função.

Linha Transição Capilar - Fina Flor

Aditivos: 60 ml – R$9,90 cada (em média)

Os aditivos foram para mim como uma boa novidade. Geralmente, as linhas completas envolvem apenas shampoo, condicionador, creme de pentear e creme de hidratação. Neste caso, os aditivos podem ser usados com a máscara base da linha ou outros cremes de sua preferência. Assim como podem ser misturados a outros aditivos.

Considerações finais

De forma geral gostei muito da novidade apresentada pela Fina Flor. É bom ver que as marcas pensam na gente, né?

A melhor parte é que além de muito cheirosos, TODOS os produtos são liberados para Low Poo. Aêeee!!! Assim todos os gostos são contemplados.

Chega daquela saga de ler rótulo pra saber se cada produto é liberado ou não. Podemos dormir tranquilamente economizando tempo nas “burocracias” e gastando mais tempo cuidando de nós mesmas.

Linha Transição Capilar - Fina Flor

Outra coisa que a amei nesta linha é que os produtos podem ser facilmente combinados a outros e introduzidos na nossa rotina. As embalagens são modernas e bem anatômicas. Os bicos dosadores são práticos e facilitam na aplicação. Toda a linha favorece a definição dos cachos, já que no processo de transição é isso que as pessoas mais procuram. No fim das contas, a linha cumpre bem o que promete, e a gente ama!

Essa linha ganha nota 9 em 10!

E aí, o que acharam?

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Eu abri mão de um amor

Eu abri mão de um amor, ainda que o meu maior desejo é que ele não acabasse. Pelo contrário! Queria ter a oportunidade de viver tudo o que ele me oferecesse. Estava pronta para o pior. O que eu não podia permitir, era que ele nunca acontecesse.

Mas então o momento chegou, e eu abri mão deste amor. Ainda não sei bem ao certo o que me convenceu que aquele era um caminho sem volta, sem frutos. Talvez o seu desinteresse em assumi-lo, ou a minha falta de disponibilidade. O fato, é que aguardei todo esse tempo, o dia em que você me ligaria dizendo que por você tudo bem, que a gente seria feliz.

Esperei seu sorriso manifesto no passeio do museu, na torta de limão, no abraço deitado na grama do parque. A gente contaria as besteiras em um tom poético e gargalharia de todas as ironias sutis. A gente viveria como se esse amor fosse tudo o que nos pertencesse na vida, e o desejo nos guiaria até descobertas que decidimos viver juntos.

Eu abri mão de um amor

Esperei telefonemas, cartas, doces, histórias. Mas nada disso passou de ilusões dentro da minha cabeça. Desejei tanto estar contigo, que recriei minha rotina, meus gostos, os sonhos, tudo pra encaixar você comigo de alguma forma isso desse certo.

Eu tentei ouvir sua voz no silêncio, e me convencer que você também sentia o mesmo. Tentei gritar com o meu desespero. Busquei outras formas de perceber que teríamos uma solução desde que estivéssemos juntos.

E no fim, eu acordei de um sonho percebendo o quanto sonhei sozinha, sofri sozinha, amei sozinha. Talvez seja por esse motivo que eu abri mão de um amor enquanto esperava você me dizer: “Por favor, não vá!”.

Mas adivinha? Você não disse.

Créditos: Imagens retiradas do tumblr.

Beeeijos e até a próxima! 🙂

 


O dia que abalou minha fé – a falta de empatia 2 comentários

Dia 3 de fevereiro de 2017, a data do falecimento da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva e o dia que me marcou e me mostrou como o Brasil está doente. Essa foi umas das situações que abalaram minha fé na melhora do nosso país.

Tudo começou alguns dias antes do falecimento, quando Dona Marisa ainda estava internada e em coma induzido. Lula a acompanhava no hospital quando algumas senhorinhas resolveram fazer protestos contra o ex-presidente na porta do hospital. Acho que a morte virou uma coisa tão banal e tão cotidiana que as pessoas não pensam na gravidade e no desrespeito por de trás de seus atos.

 

Mulheres-marisa-lula-sirio-libanes

Mulheres foram até o Sírio Libanês protestar contra Marisa e Lula. Elas pediam que a ex-primeira-dama fosse transferida para o SUS.

 

Após a nota de falecimento de Marisa, como esperado, a repercussão foi grande, e eu que pensei que um protesto à porta do hospital já fosse algo desrespeitoso, não esperava o que estava por vir; imagine só que todo esse ódio político que vivemos hoje no país levaram várias pessoas a se aproveitar da morte de uma pessoa para reforçar sua ideologia ou para criticar um outra. Veja só dois exemplos:

De um lado havia pessoas comemorando a morte de Dona Marisa por ela ser petista, esposa de Lula, comunista, etc. De outro lado apareceram os que culpam o juiz que estava investigando crimes da família Lula da Silva.

Sinto que as pessoas perderam totalmente a empatia pelo próximo, estão cegos por pensamentos extremos, nossa sociedade está verdadeiramente doente, claro que é uma parcela desumanizada, mas, infelizmente, ela tem reverberação nas mídias.

Este é só um dos casos que vêm ocorrendo no nosso país nos últimos anos. As pessoas estão usando tragédias para ganhar a mídia e reforçar seus ideais políticos, sociais, religiosos, dizem que fazem pelo bem de todos, mas nisso perdem sua humanidade.

O que trago com esse texto é a reflexão: Onde foi que nos perdemos?

Separei um curta metragem, Neighbours, do cinegrafista Norman McLaren, tem oito minutos de puros tapas na cara. O canadense produziu uma história de dois cordiais vizinhos que, diante do nascimento de uma flor, fazem da sua convivência uma batalha até a morte.

 

 

A conclusão a que chego é que os conflitos que temos passado são mais causados pela agressividade que alimentamos e pela nossa dificuldade de sentir compaixão do que pelos desacordos em si.

É importante que olhemos para nós mesmos, todos os dias, com o carinho de quem olha para um filho. Só assim conseguimos trabalhar nossas dificuldades e exercitar um olhar mais carinhoso com os nossos vizinhos.

 

Victor Ribeiro


Pedaço de Música: Mulheres do sertanejo

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

O vício chegou aqui e a gente precisa aplaudir porque elas estão dando show. As mulheres do sertanejo estão deixando muitos marmanjos no chinelo e isso não é novidade. Então vamos a nossa seleção das chicletinhas que não desgrudam da mente!

Pedaço 5: Loka – Simone e Simaria feat. Anitta

Começamos com a dupla mais Kadarshian deste Brasil que emplacou vários hits durante 2016. O mais recente é esse feat super poderoso com a Anitta.

Vamos combinar que a letra está super emponderada, né?

É hoje que a gente vai entender quem é quem! Chega de confusão com os nomes das bonitas, né?

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Sobre regar a alma de inspiração

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Gosto de me sentir inspirada. Sabe quando começamos um projeto cheio de vontade, então você só consegue pensar em novas formas de levar isso adiante? Arrisco dizer que é o melhor sentimento que já senti na vida. 

Ao longo dos anos percebi que não existe sonho realizado sem inspiração, e não existe inspiração sem referência. Na era da informação, temos contato com todos os assuntos de formas variadas. Todos os gostos podem ser contemplados. E vamos combinar, tem coisa melhor do que ter opção?

A arte sempre foi para mim uma forma de inspiração. É dela que trago minhas reflexões, a vontade de continuar cantando e falando o que acredito. O teatro, a dança, a música, as artes visuais, quadros e poemas… Toda forma de se expressar, para mim é como um presente.

Sobre regar a alma de inspiração

Imagem retirada do tumblr.

Gostaria de trazer pra vocês um pouco do que tenho recebido ao longo dos anos através dos covers, das resenhas de livros, e das dicas maravilhosas para que a gente continue surtando com amor.

Recomendo sempre a Campanha de Popularização do Teatro e da Dança. Pra quem não sabe, é uma campanha que acontece 1 vez ao ano e tem como propósito tornar as peças teatrais mais acessíveis. A intenção é que todos tenham acesso à preços populares.

A variedade de peças é gigantesca e abrange várias categorias, como: musicais, comédia, drama… Grupos experientes e inciantes, o que não falta é opção!

Eu desafio você a assistir alguma peça e não sair de lá inspirado. Maiores informações vocês encontram no site da Sinparc. Lembrando que a campanha vai até 19/02.

Sobre regar a alma de inspiração

Além das peças que estão em cartaz na campanha, o Palácio das Artes e Sesc Palladium sempre exibem filmes alternativos gratuitos com retirada de ingresso 30 minutos antes de cada sessão. Vale muito a pena conferir!

 

A arte nos ensina sobre nós mesmos as questões estéticas e os questionamentos que a maioria de nós trás durante a vida. Ela basicamente nos guia no mundo dos sonhos e inspirações. Assim como a moda, a literatura, as viagens…

Precisamos de algo que nos leve além da nossa rotina.

Espero que vocês tenham encontrado nesse post um novo motivo para conferir filmes e peças teatrais.

Beeeijos e até a próxima! 😉


Primeiros Erros (Cover)

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

O vídeo de hoje trás o cover de uma das primeiras músicas que aprendi a tocar no vilão. Primeiros Erros ganha meu coração por sua letra reflexiva e melodia maravilhosa. Lembro que cantei essa música em uma audição da escola de Teatro Musical pra conseguir uma bolsa de estudos, e passei!

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Existem sonhos que nunca morrem

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Se tem uma coisa que me sustentou na adolescência, foi sonhar de todo coração. Basicamente criei um mundo paralelo onde sobrevivo nos meus sonhos. Isso já me salvou muitas vezes do ceticismo, como me tirou da minha realidade e me privou de viver o aqui e agora.

Quando os sonhos saem do controle, corremos o risco de viver neste lugar dentro de nós e não aceitar a realidade que nos cerca. Isso se torna um problema quando precisamos ser resilientes.

resiliência

substantivo feminino
  1. 1.
    fís propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original após terem sido submetidos a uma deformação elástica.
  2. 2.
    fig. capacidade de se recobrar facilmente ou se adaptar à má sorte ou às mudanças.

A resiliência é necessária quando precisamos nos adaptar no mundo a nossa volta. Aceitar a nossa realidade é o primeiro passo para entender o que precisamos fazer para crescer. Abraçar a vida real é o primeiro passo para a realização de um sonho.

Percebi que quanto mais eu negava aquilo que me cercava, pior eu ficava. Assim eu não conseguia fazer o que precisava, muito menos as mudanças que me levariam além.

Um dia a gente cansa de viver neste mundo interno e negar tudo o que é externo. Eu precisei sair desta caixa e foi doloroso, mas também foi legal enxergar o mundo a minha volta e ver como eu realizava vários sonhos quando estava mais calma. A vida encontra possibilidades quando a gente se aceita, quando acolhe a vida, quando entende que pode ser melhor nas coisas mais simples.

Alguns sonhos nunca morrem, pelo contrário, ganham mais força ao longo dos anos. O mistério está em entender o que é um capricho nosso e o que é um sonho que não pode deixar de ser realizado.

Créditos: Imagem retirada do tumblr

Beeeijos e até a próxima! 😉


Meu youtuber preferido mudou, e agora?

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

A internet trouxe consigo novas possibilidades que antes a humanidade não era capaz de experimentar, inclusive a profissão youtuber. É comprovado que um jovem de 20 anos recebe mais informação em um dia que uma pessoa na idade média durante toda sua vida.

É tanta coisa ao mesmo tempo, que nossas opiniões são refutadas a todo momento – e que fique claro, é saudável mudar de opinião. Tá liberado! -. Mas como saber o que é real, o que é mentira? Como compartilhar os momentos sem abrir mão da privacidade? Somos a geração aprendendo a lidar com internet, é natural que confusões aconteçam ao longo do percurso.

Youtuber é a personalidade mais expostas na atualidade, eu diria, já que a profissão consiste em compartilhar pontos de vista sobre diversos assuntos. Qualquer pisão fora do caminho natural e veremos a internet borbulhar em intrigas e confusões.

Mas ok… Todo mundo muda o tempo todo.

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Brincando com erros gramaticais

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Algumas pessoas desenvolveram uma forma de ironizar na internet escrevendo errado, assim o tom da frase ficaria engraçado. Acabei aderindo. Mas por um momento decidi refletir sobre como esses erros gramaticais poderiam afetar minha vida.

Depois de um tempo é quase impossível perceber, mas se a frase não tem alguma “piadinha”, logo não tem graça. Tudo começou como uma brincadeira, mas com o tempo passei a falar e escrever errado o tempo todo. Inclusive, trouxe algumas palavras diferentes para o blog. Mas não imaginava que essa forma de comunicar me prejudicaria tanto.

Algumas pessoas já haviam me chamado no inbox do facebook corrigindo a forma que eu escrevia nos posts enquanto outras vieram perguntar ao meu namorado se eu falo/escrevo sempre desta maneira, já que raramente viam uma frase sendo dita corretamente.

Isso indica que nem todas as pessoas entendem piadas, e me chamou a atenção para algo que minha mãe sempre me diz: há lugar para todas as coisas. Ninguém é obrigado a entender suas piadas e se identificar com a forma que você se comunica. Isso não seria grande problema, desde que eu não trabalhasse com comunicação. O blog, os casamentos, a música… Toda minha vida profissional gira em torno de conversar com as pessoas e compartilhar sonhos. Como farei isso se não falo de forma que as pessoas entendam a mensagem que desejo passar? Ainda mais nas redes sociais, onde todos os olhos nos observam. Qualquer um pode ler minhas postagens, meu chefe, minha mãe, meus amigos, os amigos de trabalho do namorado, alguém que nunca me viu antes… E essa primeira impressão pode me privar de oportunidades.

 

Comecei a refletir na possibilidade de isso ter acontecido comigo. Uma marca legal que tenha gostado do meu jeito, mas não entrou em contato porque achou que não seria a melhor forma de passar a mensagem. Uma noiva que queria me contratar, mas desistiu após ler tudo escrito de um jeito estranho…

Eu sei, a lógica é: se as pessoas gostarem do meu trabalho, nada disso deve importar. Mas importa! Como eu disse, trabalhar com comunicação exige de mim certos cuidados. E isso não significa que eu não deva fazer minhas piadas, mas tudo tem lugar e hora certa. A dosagem é necessária para que as pessoas entendam as “brincadeiras”.

“Não existe exceção quando a exceção vira regra.”

Esta foi a frase que meu namorado disse que me fez refletir nos erros que eu precisaria mudar. As consequências não demoraram a chegar. Aos poucos não conseguia formular uma frase completa sem esquecer alguma palavra, me embolar com os plurais. Tudo que eu dizia precisava ser justificado porque ninguém entendia nada do que eu dizia.

Um gringo francês mudou para a república onde meu namorado mora, e como ele fala inglês facilitou a comunicação para todo mundo. Estava super animada para conversar e praticar um pouco, já que não falava inglês há um bom tempo. Foi aí que a surpresa maior veio. Meu inglês também estava prejudicado. Mais uma vez eu não conseguia falar sem me embolar com as palavras.

Reflitam comigo, se eu perco o domínio da minha língua materna, logo não conseguirei desenvolver outra língua. Minha língua materna é minha referência, se ela está confusa, tudo mais também estará.

A diferença do ser humano para os outros animais é exatamente o raciocínio e a comunicação evoluída. Se não fizermos um bom uso disso e interessarmos em aprender cada dia mais, perdemos então uma grande oportunidade. Não é mesmo?

Mudar este vício de linguagem é difícil, afinal, tornei disso um hábito. Mas me policio o tempo todo para voltar ao modo “normal” no qual eu falava antes. Na verdade, é mais que isso. Quero melhorar minha leitura tanto em português, quanto em inglês. Essa situação me levou a outro lugar. Quero ser melhor de tudo o que já fui um dia. E para isso, o primeiro passo é reconhecer os erros.

Créditos: Imagem em destaque retirada do site ImgSearcher // Imagem no post retirada do tumblr.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

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