A arte do desapego: doando roupas sem dor na consciência 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Eu já contei aqui no blog que tenho facilidade quando o assunto é desapego. A ideia de acumular coisas somente por acumular não me atrai. Gosto de ter uma vida prática que me facilite o dia a dia. A rotina precisa ser acessível. Ninguém tem tempo a perder procurando a roupa ideal pra vestir, ou aquele sapato que está perdido no meio de uma bagunça inacessível.

Este tipo de coisa me cansa, ter de tudo e não ter nada. Por isso, resolvi desapegar de algumas coisas sem muito critério. Todas as vezes que me desfaço de peças salvo uma ou outra que vejo algum potencial e posso usar futuramente. Por fim, meu guarda roupa era composto apenas dessas peças que um dia salvei.

A saga do armário foi pro snapgram e o resultado foram: três sacos grandes de lixo de 3KG cheios de peças – os sacos de lixo foram usados porque não haviam sacolas suficientes para as roupas, mas elas foram devidamente doadas a quem precisa – mais de 8 pares de sapatos para doação, entre eles saltos e rasteiras.

Não posso dizer que agora tenho um armário cápsula, porque muitas peças não tem cores neutras, muito menos fazem sentido entrem si. Mas tenho a certeza que as coisas que mantive me trazem felicidade e condizem com minhas realidade, minha atual personalidade, meu peso, minhas circunstâncias.

A questão do peso faz parte da vida de todo mundo, não tem como fugir! Negar que emagrecemos, engordamos, crescemos, que nosso corpo não cabe mais na roupa e tentar se espremer para se adaptar, é uma das maiores covardias que fazemos conosco. As pessoas enfiam na nossa cabeça que o ~ideal~ é um dia emagrecer pra entrar de novo naquele jeans. Mas você já parou pra pensar no quanto isso pode ser prejudicial?

Essa situação pode te sujeitar a dietas que não te fazem bem, te pressionar psicologicamente pra se encaixar em um padrão que nem sempre representa a realidade. Roupa apertada irrita, deixa a gente desconfortável, mal humorado, o calor que já é muito fica 3x pior, a gente não rende no trabalho…

Pra ter a mente saudável…

Saudável mesmo? É doar tudo, comprar duas calças novas, se sentir confortável sendo você mesma. Se emagrecer é seu objetivo, quando você alcançá-lo terá oportunidade de comprar algo novo que celebre seu novo momento. Mas por favor amiga, não se obrigue a caber no passado. Nenhum corpo é igual depois de tanto tempo. NINGUÉM passa ileso pelo tempo.

Cuidar do nosso guarda roupa, desapegar do que não usa, é cuidar do interior e estar aberto às mudanças que virão. É entender que cada momento é único e que não podemos comparar nossa trajetória com a de ninguém.  Somos únicos, assim como nossas roupas expressam quem somos e passam uma mensagem única ao mudo.

Confie em si mesma, confie nas mudanças, confie em seu corpo, e não guarde roupa pensando que o dia especial chegará, muitas vezes perdemos o momento de nos sentirmos bem em um close, porque esperamos demais. Até lá o dia já passou, a ocasião já esfriou, sua mente mudou e os gostos se transformaram. Não perca a oportunidade de arrasar agora! Afinal, as roupas servem para nos cobrir, mas também para ajudar na nossa auto estima.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 


Vlogão de Março: Aniversário do papis, do Victor, aplicação na olheira, dia das mulheres e mais

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

De uns tempos pra cá tenho sentido que estou um pouco distante de vocês. Infelizmente devido minha rotina não tenho conseguido postar vídeo no canal uma vez por semana e eu não queria que este espaço ficasse sempre um furo de quem não cumpre os compromissos, por isso temos a colaboração do Victor por aqui. 

No mês de Março decidi gravar um vlogão pra gente ficar mais pertinho, já que também não tenho tempo pra ficar no stories do insta sempre, hahaha’. Pra variar minha câmera queimou e tive apenas o celular pra fotografar, gravar, entrar nas redes sociais… – sinceramente não sei como o pobre coitado tem dado conta – mas o que interessa é que estou aqui querendo deixar tudo lindo pra vocês.

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A chance de dar um UP no seus cachos 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

No lançamento do TAG – Blogs de Minas do ano passado eu recebi o produto Ativador de Cachos e Fitagem Modeladora da linha Cachos UP da Barro Minas, e demorei esse tempão testando pra trazer esta resenha pra vocês.

Hoje falaremos do Ativador de Cachos!

Descrição do fabricante

Auxilia na modelagem dos cachos sem deixá-los com aspecto pesado. Controla o volume, disciplina e reduz o frizz, deixando-os macios, hidratados, sedosos e definidos.

Sobre o produto

A embalagem conta com 300 ml de produto e é indicado para cabelos ondulados (2c), cacheados (3a, 3b, 3c) e crespos (4a, 4b, 4c). Conta com o PH 4,5 e filtro solar. A melhor parte: o produto é liberado para low poo, portanto ele é livre de parafinas, óleo mineral, parabenos, sulfatos e corantes.

Custa em média: R$27,90

A consistência é ideal, nem muito aguado nem denso demais, mas fórmula é concentrada. Conseguimos perceber pelo cheiro e a forma que age no cabelo. O produto cumpre a promessa de auxiliar na modelagem dos cachos sem deixar com aspeto pesado.

Modo de usar

Aplique nos fios molhados após a lavagem e em seguida penteie ou modele normalmente.

Gosto de fazer a fitagem inversa, já que meu cabelo não tem tanto volume e ele perde mais ainda com a fitagem. Viro a cabeça pra baixo e faço o movimento de amassar e separar os cachos. Indico não aplicar muito perto da raiz para evitar o acúmulo de produto e consequentemente as caspas.

Gostei bastante da fórmula e performance do produto no cabelo. Acho que para o dia a dia é uma ótima opção no day after. Você pode dilui-lo em água dentro de um borrifador e utilizar para revitalizar os cachos num bad hair day.

O tamanho da embalagem é anatômica e facilita pra quem gosta de carregar na bolsa, ou também pode deixar em uma gaveta no trabalho, caso tenha algum imprevisto e queira dar uma ajeitada no cabelo.

Você curte deixar produtos para cabelo no ambiente de trabalho?

 


Pedaço de Música: Brazucas 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Vocês sabem que por aqui a gente tenta representar de todas as formas possíveis, né? Por isso, separei as melhores músicas brazucas pra gente curtir essa sexta no nosso costumeiro tupiniquim mesmo.

Vai rolar uma mistureba da boa, portanto, prepare-se!

Pedaço 5: Tiro ao Álvaro – Elis Regina e Adoniran Barbosa

Quando ouvi esta música pela primeira vez a melodia não saiu da minha cabeça! O mais legal é a narrativa da letra que conta uma história de amor bem humorada, daquelas que a gente canta quando tá suspirando de paixão.

E não tem ninguém melhor pra representar o Brasil que Elis, né?

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Quando as pessoas machucam com palavras 2 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Quem me acompanha nas redes sociais sabe que eu fui pro carnaval vestida de Beyoncé. Escutei vários elogios, mas também críticas disfarçadas em brincadeiras. Às vezes as pessoas machucam com palavras e nem percebem.

Uma das críticas que ouvi veio através de um comentário de alguém que nem me conhece tanto assim. Temos contato superficial no dia a dia e não nos vemos todos os dias. Quando ela me adicionou no facebook, aceitei por educação, sabe? Fiquei com vergonha de excluir a solicitação – mesmo tendo feito uma limpeza recentemente – já que minha intenção não é criar climão com ninguém.

Não precisei de duas semanas pra que essa pessoa me dissesse: “Você é louca? Foi pelada pro carnaval?” Mesmo explicando que estava “protegida”  pela meia calça da cor da pele, a resposta que ouvi é que quando eu fosse estuprada aí sim aprenderia minha lição, tudo isso naquele tom de brincadeira sem graça de quem quer dizer a verdade.

Agora me explica: isso é coisa de dizer pra alguém?

Eu entendo que nem todas as pessoas gostam de carnaval, concordam com o comprimento das fantasias, ou até mesmo entendem as referências. Mas daí a dizer que você só aprenderá a “lição” quando for estuprada, é muita crueldade, né? 

Lição de quê? Que eu não posso vestir as roupas que quero porque as pessoas não gostam? Que o machismo vai continuar vestindo e despindo mulheres quando for conveniente? Na hora eu fiquei sem resposta e engoli seco qualquer argumento que eu naturalmente falaria, porque eu sei que naquele contexto não faria menor diferença.

A pessoa que disse isso não estava aberta pra me ouvir e qualquer comentário que rendesse assunto viraria tumulto desnecessário; algo que evitei principalmente por estar em local de trabalho.

Me pergunto se essa pessoa tem noção da gravidade do que disse e se pensou em algum momento que esse comentário poderia magoar alguém. Eu creio que não! Raramente pensamos em como as pessoas se sentirão diante das nossas palavras maldosas camufladas de “inocentes brincadeiras”.

Quando a gente passa a se colocar no lugar do outro, temos uma compreensão maior de quem somos e de como as pessoas se sentem. Não precisamos esperar acontecer conosco pra saber como é, basta olhar ao redor. E esse é um exercício que nos tira do lugar de conforto, incomoda, sacode nosso universo. 

Perceber que a gente também magoa, nunca será fácil. Mas é um caminho necessário a ser percorrido pra que evitemos esse tipo de situação. O conhecimento continuará sendo a chave que abre as portas da mudança interior.

Podemos e devemos ser pessoas melhores, por nós e pelos outros.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Em Algum Lugar Nas Estrelas – Resenha 3 comentários

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Há um tempo atrás fiz um sorteio para comemorar um ano do blog. Escolhi dois livros legais que achei que vocês gostariam de ganhar e também que fossem coerentes com as coisas que conversamos por aqui. Um deles foi Azeitona do Bruno Miranda, o outro foi Em Algum Lugar Nas Estrelas da Clare Vanderpool.

Fiquei tão chocada com a belezura dos livros que acabei ganhando uma versão pra chamar de minha do Em Algum Lugar – vamos chamar assim pra abreviar?

Sinopse

 

O livro conta a história de Jack Baker, um garoto do Maine que se sente um pouco perdido. Seu pai é um militar muito empenhado em sua função, e sua mãe… Bom, sua mãe faleceu. No colégio militar ele conhece Early Auden, que tem um raciocínio nada linear a respeito do número Pi e histórias que os envolvem. Os dois vivem uma grande aventura na trilha Apalache em busca de um urso e encontram mais que procuravam.

Em Algum Lugar Nas Estrelas

A primeira coisa que me chamou a atenção com certeza foi a capa. A questão visual é muito forte e foi pensada para trazer afinidade com o tema a ser tratado, já que muita gente não conhece a respeito de constelações.

Comecei a leitura sem saber o que esperar e no decorrer do livro me surpreendi. A leitura é leve e a interpretação é fácil. A conexão entre os acontecimentos me prenderam do começo ao fim.

Gosto das narrativas infanto juvenis porque elas me fazem sonhar me tirando do lugar e me ensinando suas lições. Sabe aqueles personagens que você vê crescendo ao longo da trama e se apaixona? Foi o que aconteceu comigo!

Em Algum Lugar Nas Estrelas

 

A história…

 

Jack e Early sentem sozinhos e não confiam nas pessoas ao redor. Os garotos são confrontados o tempo todo a respeito do comportamento social e se sentem deslocados no ambiente hostil da escola militar. O momento em que se tornam amigos, é onde tudo começa a acontecer.

Jack se vê em um conflito gerado pelas diferentes lições que aprendeu com seus pais e o seu senso de lealdade e colocado a prova, até mesmo sua forma de enxergar a arte muda.

A amizade dos dois é fortalecida a medida que eles caminham em busca de respostas individuais e encontram oportunidades de se ajudarem mutuamente. Early ensina a Jack de forma sutil confiar em alguém e o surpreende mostrando que seus problemas não eram os únicos no mundo.

 

No inicio de cada capítulo vemos referência a uma constelação que “guia” a narrativa daquele capítulo. Por não conhecer sobre constelações, honestamente, não consegui fazer um ponto de ligação entre a história e as estrelas apresentadas. Mas acho interessante este tipo de mapeamento porque coloca o leitor completamente dentro da história, já que a questão visual ajuda a familiarizar com o que virá e trás o lúdico da situação em que os garotos estão vivendo.

 

Dentro da trama as estrelas tem a importância de guia-los nesta busca por respostas pessoais e aí percebemos que de formas diferentes eles aprenderam a ler as estrelas. Foram elas que os ligaram, que os ensinaram a encontrar o caminho de casa.

Com certeza este é um livro que vou carregar pra vida e a cada releitura encontrarei algo diferente. Se você também gosta de histórias de aventura que trazem grandes lições, você vai amar este livro!

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Pedaço de Música: Feat. Kanye West

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Essa semana fui inspirada pelo fenômeno Kanye West que me peguei pensando sobre suas músicas e colaborações. Não é novidade pra ninguém que ele arrasa nas inovações apesar do ego inflado. He rocks!

Por isso, vamos falar de todas as vezes em que ele meteu o bedelho na música de alguém e transformou algo simples em obra de arte.

Pedaço 5: Gold Digger – feat. Jamie Foxx

Nesse caso quem meteu o bedelho foi Jamie Foxx, mas a parte da obra de arte a gente não pode negar.

Acho que muita gente ouviu essa música sem ter noção que era o Kanye West fazendo versão de Ray Charles. E Jamie então? Jesus toma conta! Nem em um milhão de anos eu saberia que é ele.

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A mãe de cada signo

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Sol entrou em áries, o mês foi das mulheres, o mundo continua girando 360 graus e as mães nunca mudam! Pra quem acha que o signo não influencia no humor das nossas rainhas, é aí que vocês se enganam.

Cada uma tem um jeitinho peculiar de fazer a gente dar meia volta e buscar o casaco. Foi pensando nisso que resolvi contar pra vocês as peripécias da mãe de cada signo.

Ao longo dos anos a gente aprende que nem tudo o que elas falam é exagero ou paranoia. Mãe viveu mais e portanto tem mais experiência pra passar. Já parou pra pensar que podemos ser mais compreensivos e maduros ao lidar com os “nãos” que recebemos das nossas mães?

Todo adolescente acha que sabe demais, que tem razão em tudo e que nunca é compreendido. Sim, algumas vezes isso é verdade e pode gerar alguns conflitos. Mas em outras situações, nós como filhos precisamos abrir nossa mente pra entender que tudo faz parte de um processo e que a experiências de nossas mães podem nos salvar de situações complicadas futuramente.


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Me ensinaram a depender da aprovação masculina 2 comentários

Não sei quando me ensinaram isso, ou quando essa informação se fixou na minha mente como algo de extrema importância. Mas, eu aprendi a depender da aprovação masculina. Talvez tenha sido a revista destinada a adolescentes, ou antes mesmo, no mundo encantado com as princesas e suas mortes perfeitas enquanto o único sentido de suas vidas era aguardar “o cara” certo chegar para trazer consigo um pouco de sentido a vida daquela donzela disposta a servir.

Eu aprendi que a opinião de um cara a meu respeito valia mais do que eu pensava sobre mim mesma. Ainda não lembro bem o que me convenceu disto, talvez fosse o coral de vozes dizendo repetidamente “você precisa disto”.

Quebrei-me incontáveis vezes diante do processo de me desafiar. Logo que um rapaz me aprovava, o próximo da lista seria o alvo. Um jogo. Um vício. Agradar a alguém que não a si. Se transformar em todas as versões possíveis de si mesma – algo que seria maravilhoso se fosse feito por mim e para mim. Eu tentei agradar de todas as formas desejando ouvir no fim, que eu não era como as outras. Eu era a garota certa! YOU’RE THE ONE!

Me ensinaram a depender da aprovação masculina

Esse auto martírio começou quando eu era nova, muito nova. Se aos 22 anos entendi que passei muito tempo me enganando, imagine… Foram-se anos: onde eu poderia ter dançado sem música mesmo, e ter montado a banda que eu queria. Poderia ter sonhado ainda mais com aquele intercâmbio, dedicado em aprender a tocar guitarra para estremecer os ouvidos dos incomodados…  Eu poderia. E ainda posso. Agradeço a vida por ter me mostrado cedo os livramentos desse fardo pesado.

O tempo passou…

O carinha da banda engravidou uma moça e não assumiu. O bonitão, não conseguia enxergar nada além de si mesmo. Quem te disse que ele enxergaria você? O gringo gente boa, deu no pé quando ouviu o primeiro não.

Mas nesta lista também segue os que se aproveitaram desta doutrina de aprovação e me aprisionaram. Graças a Deus, não por muito tempo. Eu tomei o melhor caminho, certamente guiada pelo anjo da guarda e o conhecimento protetor que viria anos adiante.

Tantos anos sem pesar nenhum dano, para neste lugar entender que nada é por acaso e pra dizer a vocês que nunca é tarde para ser dona de si mesmo.

Créditos: Imagens retiradas do tumblr.

Beeeijos e até a próxima! 😉

 

 

 

 

 

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Pedaço de Música: Bate forte o tambor

Hello Pipol, tudo bem com vocês?

Essa semana queria fazer um pouco diferente. Ao invés de trazer artistas como tema, gostaria de falar de elementos musicais que chamam minha atenção nos arranjos e quase nunca são notados. Um deles é o tambor, essa coisa maravilhosa que faz o coração da gente bater mais forte e nem nos damos conta que muitas vezes eles são os responsáveis por essa “emoção” que rola na música, sabe?

Então pega uma latinha e bate uma na outra… Só que não/

Pedaço 5: Radiactive – Imagine Dragons feat. Kendrick Lamar

O dia que vi essa apresentação na TV, quase sofri um infarto. Acho que a combinação de um indie pop com o rap caiu muito bem. E o tambor foi o responsável por conduzir a apresentação sendo tocado ao vivo.

Nas apresentações de premiação a gente geralmente espera o inovador, as junções mais improváveis. E foi isso que aconteceu neste dia, tanto que me recordo dela até hoje!

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